30 novembro 2007

TECNOLOGIA - Websense: gerentes de TI pouco seguros

Fonte: Baguete

A Websense divulga novos resultados de sua pesquisa anual Web@Work 2007, realizada no Brasil, Chile, Colômbia e México, pelo terceiro ano consecutivo. O estudo revela não apenas os hábitos de navegação, mas também problemas e vulnerabilidades de segurança no comportamento e procedimentos dos usuários com relação às informações internas da empresa, compartilhamento de recursos corporativos e grau de percepção de segurança sobre redes corporativas.
A pesquisa descobriu que 56% dos funcionários realizam outras atividades potencialmente perigosas a partir do PC do escritório. A mais comum é enviar documentos de trabalho a suas contas pessoais de e-mail para trabalhar em casa (34%). Cerca de 15% clicou em anúncios publicitários que aparecem em sites da web, enquanto outros 15% enviaram e-mails corporativos a endereços incorretos.
Além disso, 8% dos entrevistados admitiram ter permitido a amigos ou familiares usarem o computador de sua empresa, tanto no escritório como na residência. A mesma porcentagem dos colaboradores disse ter acessado - de forma acidental ou deliberada - material para adultos enquanto trabalhava com o computador da empresa.
Ainda conforme o estudo, os funcionários da Colômbia e México são os mais propensos a realizar atividades indesejáveis. Destes, 60% visitam sites adultos, em comparação com 42% de colaboradores chilenos. Já 60% de todos os entrevistados utilizam sistemas de mensagens instantâneas durante o expediente, embora muitas vezes para propósitos de trabalho. Enquanto isso, 10% admitem utilizá-los para fins pessoais. Para 12%, os objetivos são ambos.
Ainda, 67% dos funcionários utilizam um notebook concedido pela empresa. Entre estes, 80% já usou o equipamento para conectar-se a uma rede sem fio em um cibercafé ou hotel ao viajar ou trabalhar de forma remota.
As maiores ameaças à segurança de TI
Para os gerentes de tecnologia entrevistados, são três ao maiores riscos para a segurança das informações corporativas:
1. Quando os funcionários clicam em um anúncio publicitário (64%). Dos colaboradores, 15% admitiram fazer isso.
2. Quando o funcionário permite que um familiar ou amigo use o computador da empresa (56%). 8% admitiram.
3. Para 41% dos gerentes, a ameaça maior se dá quando os funcionários enviam documentos corporativos a suas contas de e-mail pessoais. Entre os trabalhadores, 34% disseram fazer isso.
Níveis de proteção
Apesar das ameaças, 82% dos funcionários entrevistados estão seguros de que seu departamento de informática os protege dos riscos da Internet. Por isso, não crêem que devam modificar sua conduta. Já 18% pensam que não estão totalmente protegidos.
Gerentes seguros
Além disso, todos os gerentes de IT entrevistados revelaram que sentem que sua companhia está protegida até certo ponto. Nestes sentido, os brasileiros são os mais confiantes: 28% relataram que estão 100 % seguros. Em contraste, para os quatro países, a pesquisa revelou que apenas 15% dos gerentes sentem-se protegidos, o que significa que 85% não percebe esta segurança. Entre os menos seguros, aparecem os gerentes do México (88%) e Colômbia (92%).
Gerentes Frustrados
Já para 93% dos gestores de TI entrevistados, frustração é a palavra de ordem quando o assunto são aplicações de segurança na web. Os três elementos mais citados pelos insatisfeitos são:
1. A conduta dos funcionários (54%).
2. Os orçamentos limitados (33%).
3. A segurança TI não é prioritária nos objetivos corporativos (18%).
29/11/2007

BUSINESS - Quase metade das pequenas não chega ao 8º ano

Fonte: Portal PEGN


Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)mostra que 48,4% das empresas brasileiras não chegam ao oitavo ano de vida. O estudo 'Demografia das empresas', feito com base no Cadastro Geral de Empresas, acompanhou a sobrevivência das quase 738 mil empresas criadas em 1997 no país, informou o G1.
As pequenas empresas são as que mais sofrem com a passagem do tempo: entre as empresas com até quatro pessoas criadas em 1997, pouco mais de 50% continuavam ativas em 2005. Já entre as que possuem cem ou mais funcionários, esse percentual era superior a 65%.
Só em 2005, 529 mil empresas com até quatro funcionários foram extintas – 97,2% do total de empresas que deixaram de existir naquele ano. Por outro lado, as pequenas representaram 94,4% das empresas criadas em 2005. De acordo com o IBGE, as taxas de entrada e saída das empresas no mercado têm relação inversa com o porte das mesmas – o que significa que há mais empresas pequenas entrando e saindo do mercado do que companhias de grande porte.
Com as altas taxas de criação e extinção, as empresas com até quatro pessoas representavam 83% do número total de companhias existentes no país em 2005. Somadas às empresas com cinco a 19 trabalhadores, as pequenas representavam 96,9% do total, segundo o IBGE.
Mortalidade
A alta 'mortalidade' de empresas faz com que apenas 2,9% delas tenham 30 anos de vida ou mais. Entre as empresas existentes em 2005, 65% não tinham mais que nove anos de vida – entre elas 42,1% tinham no máximo cinco anos.
Na análise por regiões, o levantamento do IBGE apontou que as empresas das regiões Sul e Sudeste têm as melhores taxas de sobrevivência. Nos estados da região sul, 53,8% das empresas criadas em 1997 permaneciam em atividade em 2005. No sudeste, esse percentual recuava para 51,8%. Já a menor taxa foi registrada na região Norte, de 46,5%.
Estados
Entre os estados, as maiores taxas de saída (relação entre o número de empresas extintas no ano e as existentes no ano anterior) e entrada (relação entre o número de empresas criadas no ano e as existentes no ano anterior) em 2005 foram registradas em quatro estados da região norte: Amapá, Amazonas, Roraima e Acre, estados com números pequenos de empresas estabelecidas.
Já os estados das regiões sul e sudeste apresentam elevadas variações no número de empresas. No entanto, como o número de empresas já estabelecidas é grande, a variação é pequena, relativamente às demais regiões.
Isso faz com que São Paulo, estado onde foram criadas 252 mil empresas em 2006, tenha uma taxa de entrada de 15,8%, enquanto o Amapá, com 2,2 mil empresas criadas no mesmo ano, tenha taxa de 19,9%.
29/11/2007

29 novembro 2007

COMPORTAMENTO - Marcas próprias são mais compradas em SP e no Sul.

Fonte: Portal PEGN

Consumidores da Grande São Paulo e da região Sul do País são os maiores consumidores de produtos de marcas próprias no País, revela o levantamento 'Hábitos e comportamento do consumidor de marca própria', da LatinPanel, que tem como base a pesquisa semanal realizada em todo o país para acompanhar o comportamento de compra das famílias brasileiras.

De acordo com o estudo, divulgado recentemente, 14% dos entrevistados da GSP afirmam sempre comprar MP e 36% admitem adquirir o produto esporadicamente. No sul do País, 14% também disseram que sempre consomem MP e 38% confirmaram que optam pelo produto de vez em quando. O Centro-Oeste é onde há menor penetração de MP. Somente 5% dos consumidores afirmam adquirir com freqüência o produto.

Os consumidores de São Paulo também fizeram uma avaliação positiva das marcas próprias em termos de qualidade. Pelo levantamento, 9% acham que o produto é muito bom e 64% afirmam que marcas próprias são um bom produto. O nível de satisfação dos sulistas também foi elevado nesse quesito. Na região, 16% consideram muito bom e 65%, bom. O preço também agrada em ambas as regiões. No sul, 67% acham o valor do produto bom. Já em São Paulo esse número atinge 59%.

A pesquisa da LatinPanel demonstrou, de modo geral, uma tendência do consumidor brasileiro, que cada vez mais opta pelos produtos de marca própria. Houve um aumento - de 58%, em 2005, para 67%, em 2007 - do número de domicílios em que os moradores manifestaram ter comprado mercadorias com o nome do próprio estabelecimento ou de uma marca mantida pelo varejista. O aumento de nove pontos porcentuais em apenas dois anos significa que, nesse período, 3,8 milhões de famílias passaram a consumir marca própria em algum momento, alcançando 29,4 milhões de lares.

Para Neide Montesano, presidente da Abmapro - Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização - (www.abmapro.com.br), essa elevação do consumo é um reflexo do empenho dos fabricantes e varejistas com o compromisso centrado no consumidor. 'As empresas estão focadas em cada vez mais atender às necessidades dos consumidores com produtos de qualidade. Este crescimento está intimamente ligado a esse esforço e os resultados começam a aparecer, com importantes centros consumidores avaliando positivamente os produtos de marcas próprias', analisa a presidente da Abmapro.

O estudo da LatinPanel revelou outros dados interessantes sobre o comportamento dos consumidores de marca própria e seus perfis. Por exemplo, quem adquire produtos de marca própria nos supermercados chega a gastar 16% a mais do que os que disseram não comprar esse tipo de produto. Na comparação entre as faixas etárias, quem mais compra são as donas de casa com mais de 50 anos, com um porcentual de 36%. Já entre as mais jovens, até 29 anos, 16%.

Quanto à classe social, em comparação ao total da população brasileira das classes A e B, observa-se uma maior concentração de compradores de marca própria nesse nicho, com 30%. Apesar das classes D e E serem as que menos consomem mercadorias de marca própria são as que as consideram importante em maior número (23%), mas não a compram por não encontrar (51%).
28/11/2007

27 novembro 2007

MARKETING - Ibope apresenta tendências de marketing para 2008

Fonte: Meio&Mensagem

O Ibope Inteligência apresentou nesta segunda-feira, 26, durante o 2º Marketing Round Up - evento promovido pela Câmara Americana de Comércio (AmCham) - uma pesquisa sobre os resultados atingidos pelas empresas neste ano e as perspectivas para o mercado de marketing em 2008.O estudo foi realizado com mais de 140 executivos de empresas associadas à AmCham em todo o país, entre 24 de outubro e 8 de novembro. Segundo a pesquisa, as empresas estão otimistas quanto ao futuro da economia brasileira, com exceção da carga tributária que apareceu como a grande preocupação dos executivos em 2008. 48% dos entrevistados afirmaram estar apreensivos com relação à desaceleração da economia nacional, enquanto 44% apontaram mudanças na legislação/regulamentação como a principal inquietação em relação ao macro-ambiente econômico do País.Quanto às perspectivas para o próximo ano, 90% dos entrevistados acreditam que a receita líquida de suas empresas deverá continuar crescendo em 2008 e 79% afirmam que o lucro também continuará ascendente. Sobre os investimentos, 75% dos executivos dizem que suas empresas continuarão aplicando dinheiro, sobretudo nas três principais estratégias de crescimento: exploração de novos mercados, desenvolvimento de produtos e serviços e novos canais de vendas. A pesquisa aponta que as ferramentas de marketing mais utilizadas em 2007 foram eventos (72%), meios de comunicação dirigida como e-mail marketing e mala direta (68%) e, assessoria de imprensa e relações públicas (46%). Por outro lado, as menos utilizadas foram comunicação de massa (40%), promoções (29%) e merchandising (17%).Dentre as ferramentas que devem crescer em utilização em 2008, estão comunicação dirigida (62%), eventos (55%) e assessoria de imprensa e relações públicas (40%).
27/11/2007

MARKETING - Sua empresa oferece Dominant Design?

Fonte:Amanhã

Foi-se o tempo em que bastava lançar um produto no mercado. A ordem agora é oferecer, junto com o produto, um serviço. Mais: um serviço que se revele imprescindível para o consumidor. É este casamento produto-serviço que prega o professor Jay Lee, da Universidade de Cincinnati (Estados Unidos). Lee discorreu sobre este conceito nesta segunda (26), em Porto Alegre, durante o Seminário Executivo Especial – Dominant Design para Inovação no Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços, realizado na sede da Fiergs. “Levar em conta o serviço agregado ao produto é garantia de sucesso da estratégia de inovação de uma empresa - independente do seu porte”, garante Lee, apontando empresas do porte de Apple, John Deere, General Motors e General Eletrics como algumas que já incorporaram esta visão. A John Deere, exemplificou Lee, desenvolveu um sistema integrado à colheitadeira pelo qual um GPS mapeia e analisa o terreno cultivado. Desta forma, o agricultor recebe informações a respeito do solo e pode saber quanto fertilizante terá de utilizar para manter a qualidade da terra. Assim, a John Deere conseguiu estreitar os laços com seu público – tudo por meio de um serviço. “Já não importa a manufatura, mas sim o valor agregado que os consumidores percebem no produto”, aponta Lee. Por conta desta transformação, encontrar necessidades ainda ocultas é essencial para implantar o conceito. “É preciso olhar para a frente para perceber as lacunas que estão latentes e ainda não são atendidas”, destaca Lee. O consultor prega também que as empresas deverão passar a ter um setor que pense os serviços agregados a seus produtos – e ali, bem junto a este setor, deve ficar o centro de P&D.
27/11/2007

COMUNICAÇÃO - Portal da Propaganda

Fonte:Portal da Propaganda


A Biruta Mídias Mirabolantes desenvolveu um novo projeto para entreter e conscientizar os visitantes de praias nos litorais paulista, carioca, sul e nordeste. Intitulada Praia Limpa, a ação prevê a parceria do setor público e privado para atuar durante 18 horas diárias, de terça a domingo, com máquinas modernas de saneamento que limparão parte da areia, além de deixar marcado nela a mensagem “Mantenha a praia limpa”, junto às logomarcas das prefeituras de cada cidade e de empresas patrocinadoras. Também será montada uma tenda nas praias em que a ação acontece, onde serão oferecidos serviços gratuitos como massagem, sessões de yoga, cooper, alongamento, roda de violão e empréstimo de materiais como pranchas de surfe, bolas de futebol e bóias infantis, tudo em troca de um saco de lixo coletado nas imediações.



26/11/2007

INOVAÇÃO - Os negócios no admirável mundo novíssimo

Fonte: Amanhã

No futuro, os negócios estarão cada vez mais atrelados ao conhecimento e baseados em uma economia de serviços que busca como diferencial a inovação. É assim, em torno destes três eixos – conhecimento, serviços, inovação – que o futuro toma forma na visão do gerente do Centro IBM de Pesquisa em Almadén, Jean Paul Jacob. Há 45 anos escarafunchando tendências, este futurólogo que, apesar do nome, é brasileiro, acrescenta uma quarta palavra para quem quiser descobrir como aqueles três eixos poderão atuar de forma mais harmônica e produtiva: colaboração. Ela é a chave, aponta Jacob, que também leciona na Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA). "O conhecimento, o serviço e a inovação dependem do trabalho colaborativo", defende. "O mundo tem informações demais. É preciso saber usar isso", desafia. Bem, mas como se pode entender a tal economia de serviços? Para tornar este conceito mais simples, Jacob enumerou quatro características em que se apóia o conceito de serviço: 1) Cooprodução (pessoas contribuindo para a construção de um modelo melhor). 2) Intangibilidade (não é possível medir, é preciso se diferenciar). 3. Impossibilidade de estocar. 4) Prazo de validade muito curto. A diferenciação de uma empresa – e mesmo sua sobrevivência – dependerão, segundo Jacob, da inovação. "As inovações são invenções com valor social e econômico", define ele, de certo modo distinguindo inovação de invencionice. Será difícil adaptar as empresas a esse admirável mundo novíssimo? Confira, aqui, as mudanças preconizadas por Jean-Paul Jacob para conduzir as companhias a este novo tempo.
26/11/2007

BUSINESS - No Brasil gasta-se mais tempo para pagar impostos

Fonte: Portal PEGN


As empresas brasileiras são as que dedicam mais tempo para ficar em dia com as obrigações tributárias, dentre um universo de 178 nações pesquisadas, afirma um estudo divulgado nesta sexta-feira e feito em parceria pelo Banco Mundial e a consultoria PricewaterhouseCoopers. Na segunda edição do trabalho, intitulado "Paying Taxes 2008", o Brasil ocupa a 137ª posição no ranking geral, que classifica os países de acordo com a complexidade de seu sistema tributário, informou a Folha Online.
Para fazer a lista, foram levados em conta não apenas o custo representado pelos tributos (um dos três itens analisados), mas também a quantidade de taxas e o tempo gasto na execução dos procedimentos necessários --é neste último que o Brasil fica em último.
O estudo revela que a pessoa jurídica brasileira gasta 2.600 horas (108,3 dias) por ano e usa dois funcionários para cumprir com suas obrigações tributárias. Na média mundial, uma empresa dedica em média dois meses (56 dias) por ano para atender à legislação. Ou seja, o Brasil gasta o dobro do tempo da média dos outros países para pagar impostos.
De acordo com o o resultado, os impostos corporativos representam somente 37% do custo total de taxas e impostos, 26% se refere ao tempo gasto em procedimentos necessários e 12% dos custos, à quantidade de tributos.
O estudo lista que a complexidade dos sistemas varia do preenchimento de um único formulário eletrônico, na Suécia, ao pagamento de 124 diferentes taxas, na Belarus. Em geral, quanto menor quantidade de impostos, maior o índice de negócios formais per capita e de investimento.
Brasil
Para o sócio da PricewaterhouseCoopers Carlos Iacia, líder da área tributária no Brasil, a complexidade do sistema tributário brasileiro incita à sonegação fiscal. Segundo dados apresentados por ele, uma empresa de 60 funcionários (padrão usado para os 178 países pesquisados) geralmente não tem condições de alocar dois funcionários somente para garantir o pagamento de tributos.
Segundo a pesquisa, o principal problema dos impostos brasileiros está no cálculo do ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), sendo que no país existem 27 legislações sobre o tributo.
Das 2.600 horas que uma empresa precisa gastar por ano para pagar seus impostos, o estudo aponta que 932 horas (38,83 dias) são gastas com impostos sobre o valor agregado (exemplo do ICMS), 732 horas (30,5 dias)para o pagamento de contribuições trabalhistas e previdenciárias (INSS) e 421 horas (17,54 dias) para fazer o cálculo das obrigações sobre o lucro (Imposto de Renda Pessoa Jurídica).
No que se refere à carga tributária, o Brasil aparece no 158º lugar --69,2% do lucro líquido são consumidos por impostos. O maior peso fica com as contribuições previdenciárias, que representam 40,6 pontos percentuais do total.
23/11/2007

23 novembro 2007

INOVAÇÃO - Tinta que imita couro?

Fonte: Paintshow

Indústria brasileira lança novidade

Você sabia que já existe uma tinta que imita o couro? E que ela já é utilizada em alguns itens do vestuário como etiquetas (Patch) encontradas na parte de traz das calças, jaquetas e, também, em mochilas? A tinta já existe, sim e foi desenvolvida por uma indústria de tintas especiais de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, a Fremplast.
A tinta, feita a base de água, simula o efeito do couro e traz características muito parecidas com o original, como sua textura e elasticidade.
A Fremplast é a única empresa que produz este tipo de tinta no Brasil, e segundo André Miotto gerente geral da indústria, a demanda é grande. “Por ter sido lançado neste semestre, ainda é novidade para muitos, mas já exportamos este produto para a América Latina e Europa”.


23/11/2007

22 novembro 2007

INOVAÇÃO - Inovação é útil para a sobrevivência das empresas

Fonte: Portal PEGN


Empresário precisa inovar para sobreviver no mercado. Esse foi o recado repassado pelo diretor do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM, Paulo Sérgio Quartiermeister, durante o painel sobre ‘Comunicação para a Sociedade’, apresentado nesta terça-feira (20) na 3ª Semana de Capacitação do Sebrae, em Brasília, informou a Agência Sebrae.
Segundo Paulo Sérgio, a tecnologia já virou uma commodity, pois está acessível a todos. Além disso, a diferenciação entre produtos e serviços é cada vez menor e dura menos tempo. Por outro lado, o consumidor está cada vez mais exigente. “Portanto, a necessidade de inovar já é uma conscientização coletiva. E para o proprietário de micro e pequena empresa não é diferente. Ele precisa vencer os obstáculos e desafios para inovar”, ressalta.
Paulo Sérgio conta que a falta de inovação custa mais caro a um negócio do que o investimento nesse processo. Segundo ele, os fatores-chave para inovar são: disciplina e conhecimento. Pela disciplina, o empresário saberá que a inovação é um processo. “O empreendedor deve fazer a gestão da inovação como um trabalho contínuo”, diz.
Esse trabalho deve começar e terminar com os consumidores. “No processo de inovação, o empresário deve estar atualizado com o que está acontecendo com os outros integrantes do seu ambiente de negócios. Precisa conhecer os consumidores, suas motivações de compra e prestar atenção nas necessidades não atendidas”, conta. “É nesse espaço que o empresário vai encontrar os caminhos para a inovação”, completa.
Idéias de inovação podem surgir dentro da empresa ou do lado de fora dela, com contribuições de clientes, familiares, fornecedores. A inovação também exige uma comunicação inovadora. “Os empresários devem entender o papel da comunicação, aproveitar a fragmentação da mídia e se comunicar”, diz Paulo Sérgio.
20/11/2007

COMUNICAÇÃO - Abap fará 4º Congresso Nacional de Propaganda

Fonte: Meio&Mensagem - Arnaldo Comin

Evento será realizado em 2008, 30 anos após a realização de sua 3ª edição

Depois de anos de expectativa e articulação, a Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) definiu as bases da realização do 4º Congresso Nacional de Propaganda. O evento ocorrerá em São Paulo, provavelmente no mês de abril, precisamente 30 anos depois da realização da 3ª edição do Congresso. As expectativas em torno do encontro são grandes. No encontro de 1978, foi estabelecida a a criação do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar). Em outubro de 1957, data do 1º Congresso, a Associação Brasileira de Propaganda (ABP), realizadora do evento, aprovou o primeiro Código de Ética da atividade publicitária.
Os principais temas em debate do 4º Congresso ainda estão em fase de formatação, mas o encontro ocorre no momento em que o mercado discute diversas questões de vital importância para a atividade, que passam por novas modelos de remuneração, TV Digital, fragmentação de meios e disciplinas de comunicação, até a própria revisão do Código de Ética que está em curso pela Abap.
O sinal verde para a realização do evento foi possível graças à articulação da entidade junto aos diversos capítulos regionais, e parceiros de primeira hora, como a ABP, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e as diversas associações representativas da mídia nacional. Um jantar a ser realizado nesta quinta-feira, 22, em São Paulo, reunirá os principais dirigentes do setor para formalizar o lançamento do 4º Congresso.
21/11/2007

13 novembro 2007

MARKETING - Lançamento Adidas

Fonte: Portal da Propaganda

Neste domingo, 11 de novembro, atletas patrocinados pela Adidas, como o inglês Steven Gerrard, do Liverpool, estiveram presentes no lançamento da nova Predator Power Swerve, em Paris. Na ação, uma caixa gigante da chuteira, com 11 metros de altura, localizada próxima à Torre Eiffel, foi aberta pelos atletas para apresentar o novo produto. Dentro da embalagem, eles encontraram uma réplica da nova geração da linha Predator, com sete metros de altura. Durante o evento, Gerrard e outros jogadores, como Reina e Voronin, também do Liverpool, receberam exemplares do lançamento e escreveram, na grande caixa, conselhos para os futuros jogadores. As frases estarão presentes também nas caixas das novas Predator, que chegam ao Brasil em março.





13/11/2007


CONSTRUÇÃO CIVIL - Lançamentos residenciais poderão chegar a R$ 50 bilhões em 2008

Fonte: Zero Hora

O mercado imobiliário brasileiro deverá bater recorde em 2008. O valor de lançamentos residenciais no país poderá chegar a R$ 50 bilhões, conforme previsões da Cyrela, uma das maiores empresas do setor. O número é 40% superior a este ano.
É dinheiro suficiente para erguer uma cidade com 2 mil torres de edifícios de classe média ou despejar 600 mil apartamentos populares de uma vez só. Neste ano, 14 empresas do ramo residencial lançaram ações em bolsa. Depois de se capitalizarem, agora elas têm pressa para fazer esse dinheiro girar rápido e dar retorno ao investidor. As empresas de capital aberto prevêem vendas de, pelo menos, R$ 30 bilhões para 2008.
E existe demanda para tudo isso, segundo análises do mercado. Os financiamentos imobiliários representam 2% do Produto Interno Bruto no Brasil, contra 12% no México e 100% nos Estados Unidos. Com a queda dos juros e a disposição dos bancos em alongar os prazos, o brasileiro deve acompanhar o ritmo. Esse percentual pode ficar entre 10% a 15% em cinco anos, estimam as empresas.
13/11/2007

TECNOLOGIA - Falta preparo de empresas para mídias digitais

Fonte: Infomoney

Levantamento da Accenture, consultoria global de gestão, tecnologia e tercerização, mostrou que, apesar das empresas reconhecerem a força da mídia digital, elas não estão prontas para lidar com os internautas. De acordo com a pesquisa, realizada com 70 CEOs mundiais de empresas ligadas às áreas de mídia, sobre o papel de novos canais de comunicação para a promoção de seus produtos e serviços, 97% dos empresários acreditam que a propaganda do futuro está nas mãos dos consumidores que, cada vez mais, preferem utilizar mídias como a TV de banda larga, a internet e os celulares, informou o site InfoMoney.
O estudo apontou que 43% dos entrevistados acreditam que os modelos de anúncio feitos atualmente devem sofrer alterações drásticas nos próximos anos, em referência ao crescimento da publicidade na TV de banda larga (aposta de 22% dos anunciantes), internet (21%) e nos celulares (11%) e à queda das expectativas em relação aos anúncios em televisão aberta (33%) e a cabo (11%).
No entanto, as mesmas empresas que votam nas mudanças estão pouco preparadas para lidar com o cenário. O levantamento apurou que apenas 13% dos entrevistados responderam que estavam preparados. "Neste contexto, e para ganhar espaço no mercado, as empresas esperam gerar receitas ao oferecer uma experiência rica em vídeos e conteúdo", explica o executivo responsável pela área de mídia e tecnologia da Accenture, Petronio Nogueira.
Os empresários entrevistados disseram estar preocupados em contar com pessoas que estejam dispostas a atuar neste novo cenário de negócios (25%), que sejam competentes (22%) e comprometidas (11%). "As empresas têm buscado novas maneiras de interagir com seus clientes."
12/11/2007

CONSTRUÇÃO CIVIL - Retrofit aparece como solução para empreendimentos antigos em áreas nobres.

Fonte: Construção mercado 76 - novembro 2007



O aquecimento do mercado imobiliário e a capitalização de muitas empresas fizeram com que terrenos se tornassem um item disputado em áreas com alto índice de edificações. A carência já é sentida nas regiões metropolitanas das cidades de São Paulo e também do Rio de Janeiro. Um dos possíveis caminhos para áreas com terrenos inflacionados é o retrofit.

Esse é um processo de modernização do imóvel existente por meio de atualizações das antigas e implantação de novas estruturas - solução comum nas edificações européias. "As pessoas estão voltando a falar disso", afirma Carmem Wallerstein, gerente-geral de condomínios do Grupo Hubert. Entretanto, Ricardo Guedes Teixeira, diretor da unidade de edificações imobiliárias da Método Engenharia, afirma que algumas vezes a complementação com construções novas é intensa e pode descaracterizar esse processo e transformar o local em um produto imobiliário novo. "Você precisa respeitar a área. Se não fizer isso, ficará caro", diz Teixeira.

Esse processo inverte o paradigma de trabalho da engenharia convencional ao partir de um elemento já construído e que impõe limitações aos executores. Um galpão com pé-direito alto pode ser utilizado para um auditório, por exemplo. Entre os projetos da Método, há o retrofit de uma fábrica em Barueri (Grande São Paulo) da falida Engesa (empresa do setor de defesa) para abrigar o Head Office da rede de supermercados Wal-Mart.

O baixo índice de vacância em bairros renomados das metrópoles não inibe o consumidor que deseja adquirir um imóvel na área. Em muitas dessas regiões, há diversos empreendimentos antigos que viabilizam o retrofit. "É necessário ter um valor de venda compatível com um bairro nobre, um valor diferenciado para poder caber na equação, pois o investimento é alto", adverte Teixeira. Apesar disso, o diretor constata que anteriormente havia uma consulta ao ano para esse processo, hoje, ele recebe de duas a três por mês. Carmem revela que o Grupo Hubert foi recentemente consultado por uma incorporadora para uma ação semelhante e que há grande possibilidade de concretizar o negócio. Na cidade de São Paulo, os bairros Itaim, Jardins, Moema e Vila Nova Conceição são apontados como os mais interessantes.

O edifício Panorama é um exemplo. Por meio de investimentos da SPE (Sociedade de Propósito Específico) Panorama, a Método adquiriu um imóvel comercial no nobre e disputado bairro paulistano Vila Nova Conceição. O edifício não se adaptava ao fim almejado e, após estudos, executou-se o retrofit. A atualização também modificou a função do local de comercial para residencial. "Hoje são apartamentos residenciais com pelo menos 360 m2 e vista para o parque do Ibirapuera em uma área Z1", diz Teixeira.

No Rio de Janeiro, há um movimento de aquisição de edifícios antigos e deteriorados na região central - dominada pelo mercado financeiro. Ainda que de forma tímida, muitos deverão ser retrofitados.
13/11/2007

08 novembro 2007

BUSINESS - Pedidos de falências registram queda de 23% no ano

Fonte: InfoMoney


O número de falências decretadas também registrou diminuição no período analisado, de 23,7%, passando de 1.690 nos dez primeiros meses de 2006 para 1.289 em 2007. Já os pedidos de falências no país registrou queda de 43% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2006. Os dados foram divulgados pela Serasa nesta quarta-feira (7), informou o site InfoMoney.
Conforme o levantamento, houve um total de 215 requerimentos, contra 377 em igual período do ano passado. As falências decretadas também registraram recuo (5%) no período analisado: foram 114, contra 120 decretos no décimo mês de 2006.

Em outubro, os pedidos de recuperação judicial ficaram em 25 eventos, o que representa um acréscimo de 38,9% em relação aos 18 requerimentos do ano anterior. Com relação às recuperações deferidas, foram 20 em outubro, contra 16 no mesmo mês de 2006, o que representa aumento de 25%.

Quanto às falências requeridas, foram registrados 2.356 eventos, de janeiro a outubro de 2007, o que corresponde a uma queda 34,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado, quando esse número foi de 3.582.

Segundos os técnicos da Serasa, os fatores que proporcionaram a queda das falências e o aumento das recuperações no período foram o crescimento da atividade econômica, em razão das melhores condições do mercado de trabalho (renda e emprego) e de crédito (maior volume de recursos e prazos mais longos).

A Nova Lei de Falências também influenciou o indicador, já que as empresas que passam por dificuldades financeiras, ao invés de pedirem falência, entram com o processo de recuperação judicial, garantindo a continuidade dos negócios.
07/11/2007

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