22 setembro 2010

INOVAÇÃO - Weg Automóveis Elétricos S/A

Fonte: Portal Amanhã

Harry Schmelzer Jr., presidente da Weg, afirma que a empresa já está pronta para equipar carros elétricos em escala: “Basta termos tempo de customizar o produto”

Modelo feito em parceria com a Fiat já pode ser abastecido no eletroposto

No início de agosto, a Weg inaugurou o primeiro eletroposto multimarcas de Santa Catarina. O equipamento, que vai atender inicialmente a frota interna de carros elétricos da empresa, nada mais é do que um aparelho que recarrega os dois protótipos usados, atualmente, pela fabricante de motores industriais e equipamentos de automação. Apesar de ainda operar em fase de pesquisa e desenvolvimento nesta área, o presidente da Weg, Harry Schmelzer Jr., garante que, se surgirem encomendas, a empresa estará preparada para atendê-las: “No momento em que o mercado pedir uma fábrica de motores elétricos para veículos, só precisaremos de um tempo para customizar o produto e produzi-lo em escala”.

Ecologicamente corretos, os veículos elétricos (ou híbridos plug-in, que se autorrecarregam) não liberam gases poluentes nem emitem ruídos. Com menos peças, prometem ter uma manutenção mais simples e barata do que os modelos convencionais. Hoje, diz Schmelzer, a empresa está investindo em pesquisa e desenvolvimento nessa área, firmando parcerias internacionais num esforço para aprimorar ainda mais a tecnologia que já tem. Schmelzer revela que, em paralelo, a Weg busca fazer suas primeiras vendas num futuro não muito distante. “Ainda não existe nenhum contrato com montadoras, mas é um negócio que está sendo trabalhado”, adianta.

Apesar de já dispor de tecnologia suficiente para produzir motores elétricos em escala para a indústria automobilística, Schmelzer lamenta a forma como o tema é tratado no Brasil. “Aqui, as empresas não estudam muito esse nicho, que vai depender mesmo é de uma decisão mais global”, explica. Entre os projetos já desenvolvidos pela Weg estão veículos para uso interno na usina hidrelétrica de Itaipu e um ônibus movido a célula de hidrogênio na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “A Weg está presente em todos esses negócios de carro elétrico que estão sendo feitos no Brasil”, salienta Schmelzer.

Para o executivo, será preciso um tempo de maturação – algo entre três e quatro anos – para evoluir no tema. “Vai depender muito de regulamentações e incentivos do governo”, afirma. Enquanto isso, a Weg trabalha no sentido de aprimorar ainda mais seus protótipos. “Estamos mostrando que temos tecnologia, mas a velocidade com que isso vai se desenvolver é uma incógnita”, finaliza.

21 setembro 2010

TECNOLOGIA / TI - A informação que sustenta negócios mais inteligentes

Fonte: Portal Amanhã

Marcelo Spaziani, vice-presidente de Vendas da IBM Brasil diz que a evolução do tradicional conceito de business intelligence (BI) para business analytics (BA) permite não apenas o gerenciamento da informação, mas sua análise preditiva em uma visão em tempo real da empresa

O ritmo acelerado do mundo corporativo, impulsionado por tendências como fusões e aquisições, tem resultado em uma conscientização cada vez maior sobre a importância da informação como diferencial competitivo – e como ela pode contribuir para uma atuação ágil na tomada de decisões. Para ser mais eficaz, é preciso ter maior controle no gerenciamento e acesso aos dados de negócio.

Uma das questões mais críticas hoje é o excesso de informação. Segundo previsão do CAGR (Compound Annual Growth Rate), a base de informações no mundo dobra a cada 11 horas. E esta informação, volumosa, veloz e com formatos variados vem tanto estruturada como não estruturada (em GPSs, blogs, vídeos, podcasts e tweets etc).

Dados são úteis quando colocados nas mãos corretas e no contexto exato. A má informação pode mudar totalmente o foco de um negócio

As informações, antes acessíveis a poucos, ficaram agora disponíveis para muitos e de maneira mais rápida e desestruturada. Mas quem acha que isso facilitou a vida dos executivos se engana. Dados são úteis quando colocados nas mãos corretas e no contexto exato. A má informação pode mudar totalmente o foco de um negócio.

Hoje, as organizações precisam de respostas mais rápidas para as demandas que surgem. Hoje, muitas empresas ainda operam com pontos cegos e tomam decisões importantes sem acessar informações corretas. Segundo pesquisas feitas pela IBM Global Business Services, um em cada três líderes empresariais frequentemente decide sobre temas críticos sem ter acesso a informações adequadas.

Nesse contexto, temos que recorrer à tecnologia. E as ferramentas de análise de dados se tornam peça chave. Identificamos, por exemplo, uma evolução no tradicional conceito de BI (Business Intelligence) – que surgiu na década de 80 para revolucionar o processo de organização dos dados corporativos – para o BA (Business Analytics), que permite não apenas o gerenciamento da informação, mas sua análise preditiva em uma visão em tempo real da empresa. O BA permite a transformação de dados em informações úteis que funcionam como uma bússola para a empresa mensurar riscos e prever resultados. São tecnologias capazes de extrair o que realmente for relevante para a corporação.

Duas em cada três organizações já reconhecem essa oportunidade e começam a utilizar ferramentas analíticas, mas apenas uma em cada oito companhias está adiantada nesse processo

Uma pequena rede de supermercados, por exemplo, pode utilizar ferramentas de análise de dados para gerenciar inventário e administrar o relacionamento com fornecedores e clientes por toda a cadeia de lojas, possibilitando uma identificação mais exata dos padrões de compra dos consumidores. Já em uma empresa do setor de saúde, no qual a precisão na informação é fundamental, elas podem ser úteis para obter um acesso aos registros de pacientes, convênios e hospitais, permitindo a análise dos dados de milhares de pacientes – definindo os critérios e processos mais indicados para cada caso.

Duas em cada três organizações já reconhecem essa oportunidade e começam a utilizar ferramentas analíticas, mas apenas uma em cada oito companhias está adiantada nesse processo. No entanto, o mercado identifica uma rápida aceleração nas taxas de adoção dessas tecnologias aplicadas à otimização das empresas.

Em um mercado onde percebemos o enfraquecimento de diferenciais competitivos tradicionais, as empresas precisam buscar outras formas de se destacar

O resultado desta adoção é uma visão integrada das informações corporativas, criando um novo tipo de inteligência, capaz de agilizar o processo de tomada de decisões dentro da organização. No Brasil, o impacto dessa “nova inteligência” pode ser visto em uma variedade de segmentos, como finanças, varejo, telecomunicações e governo, nas decisões sobre áreas a serem investidas, nichos de mercado que devem ser explorados e tendências de negócios.

Em um mercado onde percebemos claramente o enfraquecimento de diferenciais competitivos tradicionais, como preço e qualidade dos produtos e serviços, as empresas precisam buscar outras formas de se destacar frente à concorrência. Deixar de tomar decisões baseadas na intuição e ter fatos relevantes e concretos é uma questão de sobrevivência. Com a informação estratégica em mãos, os líderes terão a oportunidade de transformá-la em decisões sábias que gerem progresso e sustentabilidade para os negócios.

15 setembro 2010

INTERNET - Mais adultos estão utilizando redes sociais na web

Fonte: Guilherme Soares, da Inex Marketing

De acordo com uma pesquisa, da americana Pew Research Center, os adultos estão cada vez mais entrando no mundo digital e nas redes sociais. Apesar dos jovens ainda serem a massa crítica na rede, os adultos dobraram sua participação no networking online de 2009 para 2010. Hoje, metade dos adultos de 50-64 anos utilizam as ferramentas de comunicação online. 


Mesmo que o email continua sendo a ferramenta mais apreciada pelos adultos mais velhos, ainda assim as novas ferramentas como Twitter, Facebook e Linkedin estão entrando nas vidas dessas pessoas. Interessante também é ver que a utilização do internet banking tem se tornado cada vez mais comum por todos tipos de usuários.



É interessante ver as mudanças de 2009 para 2010, referentes a Social Networking Use (uso de rede social) e uso de Twitter. Através de uma análise rasa sobre os números pode-se dizer que existe uma tendência clara de que cada vez mais adultos entraram nas redes sociais e ferramentas online de comunicação.

10 setembro 2010

INOVAÇÃO - Inovação não é invenção.

Fonte: Zero Hora

Porto Alegre respirou inovação durante o 11° Congresso Internacional da Gestão. O evento, promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade, reuniu 7 mil pessoas na Fiergs. Entre os experts, a especialista em administração Kim Barnes. Para ela, uma inovação não precisa mudar o mundo, “algumas inovações são muito pequenas”, comentou. Segundo Kim, a inovação produz várias formas de valor, como social, estratégico, econômico, ambiental, estético e pessoal. “É muito importante dar chance às pessoas para inovar”, disse.

A presidente da Barnes&Conti Associados compartilhou com o público algumas características que as organizações inovadoras de sucesso possuem em comum: foco na liderança, profunda competência, cultura facilitadora, aprendizagem dinâmica, estrutura e processos habilitadores e tomada de decisão inteligente. Kim também apresentou o que considera ser a “jornada da inovação” um processo que inclui as fases de busca, exploração, comprometimento, execução e otimização. Sendo essa última aquela que cria e avalia o valor da inovação. Kim alertou que “é necessário empregar o fracasso de uma forma útil, pois ele virá”. Ela defendeu que as empresas devem aprender com os seus fracassos.

O jornal Zero Hora entrevistou a especialista em administração Kim Barnes.

É possível ensinar e aprender liderança?
Kim Barnes – Há pessoas com certas habilidades naturais, com as quais nascem. Mas a maioria tem habilidades que podem ser desenvolvidas e há aspectos da liderança que podem ser ensinados. Quase todo mundo tem a oportunidade de liderar pessoas pelo menos uma vez na sua vida. Ao observar crianças brincando em um playground, não é sempre a mesma que assume o papel de líder em todas as brincadeiras. A maioria das pessoas tem essa capacidade, em diferentes áreas do negócio.

A senhora acredita que a escola pode formar líderes?
Barnes – A academia não é tão boa em criar líderes. O estudo de fatos e fórmulas é importante para se ter competência e sucesso, mas habilidades de liderança tendem a se desenvolver em uma combinação de prática e foco.

Como define inovação e como fazê-la acontecer nos negócios?
Barnes – Inovação não quer dizer invenção, não quer dizer novidade nem criatividade. Inovação é criar valor a partir de uma ideia que é nova para você ou seu negócio. Pode ser uma coisa velha, mas que sua companhia nunca fez e que irá criar valor. Não obrigatoriamente um valor financeiro, mas social, estético ou ambiental. Isso significa mudança. E qualquer mudança requer liderança. Quando estamos diante desses desafios, precisamos despertar em nós as habilidades de liderança. O processo de inovação é demorado, pois primeiro é necessário ter as ideias, buscar apoio, escolher as pessoas certas para seu time. E o gerente tem de concordar. Quanto mais comprometida a companhia estiver com a inovação, mais eficiente será o processo.

É possível inovar em qualquer área?
Barnes – As pessoas costumam pensar que inovação tem que ser grande, tomar proporções sempre abrangentes. Algumas inovações, de fato, são assim. Mas a maioria não. Elas são incrementos no processo diário de gestão. A inovação deve tornar-se algo normal na sua rotina de trabalho. Deve fazer parte do seu pensamento, acontecendo todos os dias, como uma coisa corriqueira, usual.

COMPORTAMENTO - O que se passa na cabeça do consumidor?

Fonte: Brasil Econômico

Bilhões de dólares são gastos anualmente em pesquisas que pretendem explicar e antever os desejos que impulsionam os indivíduos a consumir. As pesquisas tradicionais de marketing baseiam-se em relatos dos próprios consumidores e utilizam diferentes profissionais e metodologias para interpretá-las. O objetivo é construir um panorama realista daquilo que se passa na mente do consumidor. Infelizmente, muitas vezes, esses esforços são em vão. O motivo é simples: nós, seres humanos, não estamos conscientes da maioria dos processos mentais que motivam nossos comportamentos – inclusive nossas práticas de consumo.
Os métodos tradicionais de pesquisa observam apenas a ponta do iceberg. Aquilo que os consumidores relatam é uma pequena parcela (muitas vezes distorcida) do que efetivamente motivou seus comportamentos. O cérebro, centro da mente e do comportamento, realiza a maioria de suas operações abaixo da linha da consciência. Estudos sugerem que mais de 95% dos processos mentais são inconscientes, e há os que estimam que esse percentual seja superior a 99%. Nas últimas décadas, uma revolução tecnológica vem permitindo aos cientistas superar essa dificuldade e observar diretamente o funcionamento do cérebro humano. Técnicas como o eletroencefalograma (EEG) e a neuroimagem por ressonância magnética funcional (iRMF) permitem a observação da atividade cerebral sem a necessidade dos relatos conscientes dos indivíduos. A aplicação dessas técnicas ao estudo do comportamento do consumidor recebeu o nome de neuromarketing. Esse campo científico vem quebrando paradigmas e trazendo novos insights a respeito da mente do consumidor. Em um estudo realizado pelo consultor dinamarquês Martin Lindstrom, divulgado em 2007, descobriu-se que advertências antitabagistas fazem com que fumantes tenham mais vontade de fumar, e que propagandas com apelos sexuais não aumentam o desejo de consumir o produto. Lindstrom também revelou que as mesmas regiões cerebrais ativadas quando um consumidor está diante de sua marca favorita (um consumidor da Apple frente à emblemática logomarca da maçã) são ativadas por pessoas religiosas frente a símbolos religiosos (uma freira frente a um crucifixo).
Estudos como esse ainda são raros. No entanto, nos últimos anos surgiram algumas empresas especializadas em neuromarketing, como a internacional NeuroFocus, e institutos de pesquisa já começaram a oferecer técnicas em neuromarketing dentro de seus portfólios de soluções.
No Brasil, um dos poucos exemplos é a Millward Brown, parceira do Ibope, que possui aparelhos para mapear o funcionamento cerebral do consumidor. O futuro das pesquisas de marketing está intimamente ligado à compreensão da mente humana.

02 setembro 2010

COMPORTAMENTO - Pesquisa traça perfil do jovem da geração Y

Fonte: Info Abril


Pesquisa traça perfil do jovem da geração Y



Os jovens nascidos nos anos 80 e 90, contemporâneos da revolução digital e conhecidos como geração Y, são inquietos e querem crescer rápido na carreira.
São especialistas em lidar com tecnologia, usam mídias sociais com facilidade, sabem trabalhar em rede e estão sempre conectados. Mas se preocupam com o mercado de trabalho altamente competitivo e buscam cada vez mais a formação superior e o ingresso na carreira pública como passaporte para a estabilidade profissional.
Os dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (Ibmec), iniciada em 2007, que mapeou em profundidade um grupo de estudantes de administração de várias instituições de ensino superior e mostrou que, apesar das semelhanças, esses jovens não têm um perfil homogêneo.
A geração Y sucede a chamada geração X, das pessoas que hoje estão na casa dos 40 anos de idade, e que sucederam a geração dos baby boomers, nascidos depois da 2ª Guerra Mundial, hoje com 60 anos ou mais.
“Esses jovens, por serem altamente tecnológicos, têm uma relação com a comunicação diferente da geração anterior. Um jovem hoje consegue ver televisão, trabalhar no computador, conversar no MSN [programa de bate-papo pela internet] e ainda ouvir uma musiquinha. Essa característica, as gerações anteriores não têm”, comparou a economista Lúcia Oliveira, professora da graduação em administração do Ibmec.
A pesquisa coordenada por ela constatou que os jovens da geração Y podem ser divididos em quatro perfis distintos, conforme a visão sobre a vida e o trabalho: engajados, preocupados, céticos e desapegados. “Todos esses jovens veem o mercado de trabalho brasileiro como altamente competitivo. Para eles, encontrar emprego não é fácil, nem simples”, ressaltou a economista, que ouviu 31 estudantes em pesquisa qualitativa, com entrevistas individuais de até uma hora e meia.
Os engajados aceitam as condições do mercado de trabalho sem questionamentos e centralizam a vida na carreira profissional. Os preocupados também dão excessiva importância à carreira, mas têm ambições mais modestas. Os céticos são críticos do mercado privado, por considerarem que há uma competição exagerada e nociva, e preferem as carreiras públicas ou acadêmicas. Os desapegados dão menos importância ao trabalho do que às atividades ligadas à família e ao lazer, e visam as empresas públicas.
O contato com o grupo também levou a professora a constatar outras características típicas dos jovens nascidos nos anos 80 e 90, como a informalidade nas relações pessoais – menos hierarquizadas - e a facilidade de trabalhar em grupo, formando redes, em tarefas colaborativas, que não precisam nem ser feitas no mesmo espaço, mas pela internet.
“Eles estão acostumados a trabalharem em conjunto. Quando se tornarem líderes, vão priorizar a flexibilidade de horários e as novas formas de trabalhar. Um exemplo de empresa jovem é a Google, onde as pessoas não têm que bater ponto e está sendo muito bem sucedida, com um modelo de gestão diferente. Os mais velhos vieram de uma época em que as relações se davam no nível pessoal e não no virtual. A geração Y está habituada a se comunicar, a se integrar e a colaborar virtualmente”.

INOVAÇÃO - PepsiCo usa mídias sociais para gerar inovação


A Pepsi firmou parceria com a empresa de capital de risco Highland Capital Partners e o site Mashable para buscar as melhores e mais brilhantes idéias através das mídias sociais. Apelidado de “innovation-incubator program” o PepsiCo10 identificará ao menos 10 promissores grupos empresariais e irá anexá-los aos programas-piloto com várias marcas da PepsiCo.“O desafio que nós enfrentamos é como se conectar e se envolver profundamente com os consumidores nesse novo cenário”, disse Seth Kaufman, diretor de investimento em mídia e estratégia da PepsiCo. ” E essa é a oportunidade para nós investirmos no futuro e encorajar jovens empreendedores que estão desenvolvendo grandes plataformas.” Essa seria uma maneira inteligente de fomentar parcerias e aprender sobre plataformas emergentes antes que elas ganhem impulso.

A Pepsi está aceitando inscrições em sua incubadora, a PepsiCo10.com. As propostas dividem-se em quatro categorias:

• Social media
• Mobile marketing
• Location-based
• Experiential marketing

A empresa irá avaliar as propostas com base na capacidade de afetar as suas marcas e o financiamento poderá variar entre $ 250.000 e US $ 10 milhões.


INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br