Ontem, a Harvard Business Review lançou um artigo com o título "5 perguntas estratégicas que todo líder deve fazer a sí mesmo" (tradução livre). Esse artigo busca instigar que gerentes e diretores pensem a respeito de coisas com profundida, antes de simplesmente tomar ações reativas ao mercado.
Executivos famosos, como Bill Gates e Warren Buffett, pregam sobre a importância de se tirar momentos para pensar a respeito de seu negócio profundamente e sem interrupções, pois é só pensando que se pode desenvolver estratégias completas. Buffet já afirmou "Eu insisto que bastante tempo seja gasto, quase todos os dias, para apenas sentar e pensar".
O artigo então traz cinco perguntas para guiar essa análise de seu negócio:
1) O que não se encaixa?
Dentro de todas as atividades e negócios de uma empresa, o que não se encaixa com o resto? Dentro das ações da empresa, o que não se encaixa com seu posicionamento? Individualmente, cada ação e cada parte de uma empresa podem parecer fazer sentido racional, mas é importante que elas trabalhem bem juntas para que o resultado seja maior que a soma das partes. Como Steve Jobs explicou aos funcionários da Apple quando ele cortou uma linha de negócio aparentemente atraente, "apesar de micro-cosmicamente fazer sentido, macro-cosmicamente não fazia."
2) O que alguém de fora faria?
Certas coisas são feitas, ou não são feitas, dentro de uma empresa por uma questão histórica. Fazia sentido ser desse jeito no passado, mas com o passar dos anos a situação mudou - entretanto, a mentalidade da empresa não mudou. Para combater isso, deve-se periodicamente olhar para dentro da empresa como se você não fizesse parte dela e tentar analisar se tudo está realmente sendo feito no melhor modo possível.
3) Minha empresa está de acordo com minha estratégia?
Em 1990, Al West, o fundador e CEO da SEI - a empresa de gestão fundos - encontrou-se em uma cama de hospital por três meses após um acidente de esqui. Com não muito mais a fazer do que olhar para o teto e refletir sobre o presente e o futuro de sua empresa, ele percebeu que apesar de terem declarado a inovação ser fundamental na sua estratégia, a arquitetura organizacional de sua empresa era totalmente inadequada para isso. Quando voltou ao trabalho, ele cortou a burocracia, implementou uma estrutura de equipe, e abandonou muitas regras da empresa. A empresa começou a crescer rapidamente e agora vale cerca de US $ 8 bilhões. Isso demonstra a importância de um gestor se perguntar se a estrutura empresarial que ele têm é a ideal para a estratégia que ele deseja, se não for o caso deve-se pensar em mudar de estrutura, ou mudar de estratégia.
4) Por que você faz isso desse jeito?
É importante poder se auto justificar porque certas coisas são feitas do jeito que são feitas dentro de uma empresa - e as respostas "porque sempre foi feito assim" ou "porque é o que minha concorrência faz" não podem ser aceitas. Se a própria empresa não consegue justificar seus meios, é de se pensar que existe um jeito melhor de fazer as coisas.
5) Quais são as consequências de longo prazo?
O que poderiam ser as consequências a longo prazo de suas ações estratégicas fundamentais. Muitas vezes julgamos as coisas pelos seus resultados a curto prazo, uma vez que estas são mais saliente, e se eles são bons, persiste-se no curso de ação. No entanto, para muitas ações estratégicas, os efeitos a longo prazo podem ser diferentes. E é importante notar, que muitas vezes se sacrifica resultados de longo prazo por ganhos de curto prazo.
Estratégia, por definição, é sobre a tomada de decisões complexas sob incerteza, com consequências substanciais e de longo prazo. Por isso, requer períodos de cuidado, reflexão e consideração. Não basta aceitar a situação e os negócios do jeito em que estão. Liderança não é apenas sobre fazer as coisas, é também sobre o pensar nelas. E vale a pena arranjar tempo para pensar nisso.
Fonte: Harvard Business Review
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04 setembro 2015
03 agosto 2015
Não basta comprar, Inteligência de Mercado tem que ser usada
Essa semana na Harvard Business Review, a coluna do Benjamin Gilad trouxe uma análise estarrecedora: muitas das empresas que compram relatórios de inteligência de mercado, não os utilizam completamente.
Embora o senso comum dite que é importante saber o que sua concorrência está trabalhando no momento; e que é importante antecipar o que sua concorrência fará em frente as suas inovações e não ser pego despreparado, nem sempre isso acontece.
Gilad afirma que, em seu ramo de trabalho, ele conheceu inúmeros gerentes e executivos que tomaram decisões enormes de muito compromisso sem pensar profundamente a respeito do efeito dessas decisões nos concorrentes, novas visões do mercado oferecidas por starups ou o impacto de tendências de longo prazo do mercado nessas decisões. Esse tipo de análise só é feita depois que uma crise gerada por um desses fatores ignorados chega na empresa.
O paradoxo é que isso não ocorre por falta de informação, essas empresas investem milhões de inteligência de mercado. É estimado que o mercado de pesquisa mercadológica gere aproximadamente US$20 bilhões anualmente, e soma-se isso ao mercado de pesquisa específica de concorrência que gira outros US$2 bilhões.
Entre tanto, a administração das empresas não se pergunta para que essas informações são realmente usadas por seus colaboradores de marketing, desenvolvimento de produto, vendas, compras, P&D, e todos os outros deparamentos que trabalham com o mercado. A gerência supõe que a informação está sendo usada, e sendo usada completamente.
Entre tanto, ninguém pode dizer o quanto dessa informação cara está sendo ignorada, perdida, descontada, filtrada ou simplesmente não usada corretamente.
Melhorar o uso de inteligência de mercado requer uma análise focada nisso pela gerência antes de qualquer decisão ser tomada. Isto é, tirar a responsabilidade total da utilização dessas informações do usuários em massa e sistematizar o estudo de mercado dentro dos mais altos cargos administrativos afim de criar uma real institucionalização dessa prática.
Entende-se que uma empresa não pode forçar seus gerentes a usarem o máximo de informação da forma mais completa o possível, entretanto pode garantir que eles ao menos considerem. Análises legais, financeiras e regulatórias são feitas pela gerência em todo projeto e decisão; necessita-se inserir nessa rotina a análise de mercado.
No final do artigo, o autor convida a uma reflexão: se análises de mercado fossem obrigatórias na Motorola, Polaroid, AOL e Radio Schak, será que essas empresas teriam tido o mesmo destino que tiveram?
Fonte: Harvard Business Review
Embora o senso comum dite que é importante saber o que sua concorrência está trabalhando no momento; e que é importante antecipar o que sua concorrência fará em frente as suas inovações e não ser pego despreparado, nem sempre isso acontece.
Gilad afirma que, em seu ramo de trabalho, ele conheceu inúmeros gerentes e executivos que tomaram decisões enormes de muito compromisso sem pensar profundamente a respeito do efeito dessas decisões nos concorrentes, novas visões do mercado oferecidas por starups ou o impacto de tendências de longo prazo do mercado nessas decisões. Esse tipo de análise só é feita depois que uma crise gerada por um desses fatores ignorados chega na empresa.
| (de que adianta pilhas de relatórios se não são utilizados?) |
O paradoxo é que isso não ocorre por falta de informação, essas empresas investem milhões de inteligência de mercado. É estimado que o mercado de pesquisa mercadológica gere aproximadamente US$20 bilhões anualmente, e soma-se isso ao mercado de pesquisa específica de concorrência que gira outros US$2 bilhões.
Entre tanto, a administração das empresas não se pergunta para que essas informações são realmente usadas por seus colaboradores de marketing, desenvolvimento de produto, vendas, compras, P&D, e todos os outros deparamentos que trabalham com o mercado. A gerência supõe que a informação está sendo usada, e sendo usada completamente.
Entre tanto, ninguém pode dizer o quanto dessa informação cara está sendo ignorada, perdida, descontada, filtrada ou simplesmente não usada corretamente.
Melhorar o uso de inteligência de mercado requer uma análise focada nisso pela gerência antes de qualquer decisão ser tomada. Isto é, tirar a responsabilidade total da utilização dessas informações do usuários em massa e sistematizar o estudo de mercado dentro dos mais altos cargos administrativos afim de criar uma real institucionalização dessa prática.
Entende-se que uma empresa não pode forçar seus gerentes a usarem o máximo de informação da forma mais completa o possível, entretanto pode garantir que eles ao menos considerem. Análises legais, financeiras e regulatórias são feitas pela gerência em todo projeto e decisão; necessita-se inserir nessa rotina a análise de mercado.
| (a Polaroid entrou muito tarde na onda de câmeras digitais) |
No final do artigo, o autor convida a uma reflexão: se análises de mercado fossem obrigatórias na Motorola, Polaroid, AOL e Radio Schak, será que essas empresas teriam tido o mesmo destino que tiveram?
Fonte: Harvard Business Review
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14 março 2014
VIAGEM: TOP 5 dos países mais e menos verdes
As imagens abaixo podem ser chocantes e exageradamente distintas. O Índice de Desempenho Ambiental (Environmental Performance Index) avalia os países através do quão bem eles protegem as pessoas de danos ao meio ambiente e como eles protegem os ecossistemas da invasão humana. As categorias de análise vão desde qualidade do ar à preservação de florestas e saúde marinha.
Esse estudo também revela que, por um lado, 2 bilhões de pessoas têm acesso à água potável e saneamento decente em comparação a 1990, além do aumento de áreas do oceano e de terra que estão agora protegidos contra o desenvolvimeto. O outro lado mostra que a qualidade do ar está ficando pior em muitos lugares, e alguns cardumes de peixes são frequentemente sobre-explorados.
No primeiro lugar do ranking temos a Suíça, fazendo um bom trabalho de gestão ambiental e de proteção à saúde humana. A Alemanha ficou em sexto lugar, enquanto que o Brasil ficou na posição 77.
TOP 5: Os países MAIS verdes
1. Suíça
2. Luxemburgo
3. Austrália
4. Cingapura
5. República Checa
Entre os piores países do Índice estão os que vivem à margem da guerra, como Afeganistão, Haiti e Somália (que, atualmente, grande parte de suas cidades simplesmente estão destruídas, tornando difícil a tarefa de encontrar fotos que não mostrem a constante guerra).
TOP 5: Os países MENOS verdes
174. Afeganistão
175. Lesoto
174. Haiti
Esse estudo também revela que, por um lado, 2 bilhões de pessoas têm acesso à água potável e saneamento decente em comparação a 1990, além do aumento de áreas do oceano e de terra que estão agora protegidos contra o desenvolvimeto. O outro lado mostra que a qualidade do ar está ficando pior em muitos lugares, e alguns cardumes de peixes são frequentemente sobre-explorados.
No primeiro lugar do ranking temos a Suíça, fazendo um bom trabalho de gestão ambiental e de proteção à saúde humana. A Alemanha ficou em sexto lugar, enquanto que o Brasil ficou na posição 77.
TOP 5: Os países MAIS verdes
1. Suíça
2. Luxemburgo
3. Austrália
4. Cingapura
5. República Checa
Entre os piores países do Índice estão os que vivem à margem da guerra, como Afeganistão, Haiti e Somália (que, atualmente, grande parte de suas cidades simplesmente estão destruídas, tornando difícil a tarefa de encontrar fotos que não mostrem a constante guerra).
TOP 5: Os países MENOS verdes
174. Afeganistão
175. Lesoto
177. Mali
178. Somália
Fonte: nômades digitais
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06 dezembro 2013
CRIATIVIDADE: árvores de natal diferentes para você se inspirar
O final de ano chegou e já podemos sentir o gostinho do Natal. Ele vem com cheiro de peru assando no forno e barulho de presentes abrindo.
Faltando tão pouco para essa data tão esperada, a tradição da montagem da árvore de Natal continua década pós década. Você já montou a sua esse ano? Inspire-se com essas árvores super criativas, que podem ser feitas em casa ou na sua empresa por você!
Eai, o que achou?
Fonte: Zupi
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05 dezembro 2013
TENDÊNCIAS: 7 tendências de consumo para aplicar em 2014
Não importa o mercado ou o setor em que você atue, se a sua obsessão for atender a necessidades, desejos e expectativas sempre em evolução dos consumidores, você irá prosperar até no meio dos distúrbios globais mais malucos, sejam quais forem eles. Isso vale para 2014, 2015, 2016 e todos os anos seguintes.
Mas, como o começo do ano é o momento em que muitos profissionais estão fazendo um esforço extra para imaginar, planejar e criar, o site Trend Watching decidiu apresentar um punhado de tendências de consumo que estão implorando para serem aplicadas nos próximos 12 meses.
1. GUILT - FREE STATUS
Por que, em 2014, "não sentir culpa" é o novo símbolo de status.
Um número crescente de consumidores já não pode mais fugir da consciência dos danos causados por seu consumo: ao planeta, à sociedade, ou a si mesmos. Mas uma mistura de indulgência, vício e condicionamento significa que a maior parte das pessoas ainda não é capaz de mudar substancialmente seus hábitos de consumo. O resultado? Uma espiral de culpa sem fim.
E isso cria oportunidades emocionantes para marcas que combinem o enfrentamento a esta espiral de culpa com a busca infinita por status por parte dos consumidores (busca essa que continua sendo a maior força motora por trás de todos os comportamentos de consumo).
De fato, o GUILT-FREE STATUS vai ser o máximo da indulgência em 2014. É hora de criar produtos e serviços que forneçam uma dose de status sem culpa, da seguinte forma:
Conhecido por todos. Produtos GUILT-FREE emblemáticos e bem conhecidos como o Tesla Model S vão agir como sinais de alta sustentabilidade instantaneamente identificáveis.
Visivelmente sem culpa. Produtos de alto status, chiques ou na moda que apresentam sustentabilidade, ética ou saúde visível vão oferecer uma dose instantânea de GUILT-FREE STATUS. Busque inspiração nos tapetes da Nudie, feitos com jeans reciclados.
Com história. Se um produto ou serviço não for conhecido nem visível, vai precisar de uma boa história GUILT-FREE que seu proprietário possa contar aos outros (e impressioná-los).
Atenção: esta tendência NÃO tem nada a ver com GUILTWASHING (OU FALSO GUIL-FREE). Reais benefícios para as pessoas e o planeta são o âmago dos SÍMBOLOS DE GUILT-FREE STATUS, e não um papinho de marketing ou brincadeira com as ansiedades das pessoas.
2.CROWD SHAPED
A multidão conectada chega à maioridade em 2014.
Em 2014, mais gente vai reunir seus dados, perfis e preferências em grupos (pequenos e grandes) para dar forma a novos bens e serviços.Por meio de mídias sociais, históricos de internet, comércio eletrônico, listas de leituras/seriados/filmes e músicas, serviços de GPS dos smartphones, além de outras coisas, consumidores conectados estão criando amplos perfis e deixando para trás rastros de dados que dizem respeito a tudo: de suas preferências musicais a seus deslocamentos diários. Até aí, nenhuma novidade.
Agora, 2014 verá duas certezas:
As tecnologias que facilitam a criação e o compartilhamento passivo dos fluxos de dados que vão se tornar cada vez mais onipresentes (sim, nós vamos dizer: Google Glass).
As expectativas dos consumidores se ampliam – mais uma vez – por meio dessa onipresença.
Isso significa que o pessoal conectado chegou à maioridade, por meio do CROWDSHAPING: novos produtos e serviços adaptados de acordo com as preferências ou comportamentos agregados de grupos (grandes e pequenos) de consumidores, da maneira como são expressados por meio de seus dados.
Dois tipos de CROWDSHAPING para observar (e aproveitar):
CROWDSHAPING DE PEQUENO PORTE: Formatação (e reformatação) em tempo real de um serviço, de acordo com as preferências das pessoas em um escritório, em um restaurante, em um avião: em qualquer lugar, neste exato momento. Os consumidores podem não se importar com a tecnologia que faz com que o CROWDSHAPING seja possível, mas irão sim se importar com a relevância proporcionada por isso – por meio da acomodação de suas próprias preferências – e por um modo novo de descoberta por meio das preferências recém-experimentadas por pessoas como eles. Veja como o CheckinDJ (abaixo) atende a estas duas premissas.
CROWDSHAPING DE GRANDE PORTE: Serviços redesenhados a partir da inteligência gerada pelos dados agregados sobre as preferências ou comportamento de grandes números de consumidores. Um próximo passo para o bom e velho crowdsourcing. Os consumidores obtêm um serviço mais funcional e eficiente, formatado não pelas opiniões da multidão, mas pela maneira como as pessoas de fato se comportam. E – diferentemente de várias soluções de crowdsourcing existentes hoje em dia – isso acontece sem esforço, por meio do compartilhamento passivo de seus dados. Foi isso que a IBM fez quando promoveu melhorias nas rotas de ônibus na África, fazendo uso do CROWDSHAPED.
Certo, nós sabemos: privacidade! Mas faça com que a coleta e o uso dos dados seja transparente, e muita gente vai receber os benefícios de bom grado*.
Uma alternativa é mergulhar na contra-tendência NO DATA, que também está implorando para ser aplicada em 2014.
3.MADE GREENER BY/FOR CHINA
Por que, em 2014, as ações de inovação ecológicas estarão na China.
Em 2014, as percepções da China darão mais uma guinada importante, na medida em que os consumidores se derem conta de que o país está se transformando, com rapidez, no epicentro de inovações ecológicas verdadeiramente inovadoras e superiores*.
* Junto com marcas chinesas líderes de mercado em setores como tecnologia móvel, luxo e moda (de WeChat a Bosideng, de Shang Xia a Xiaomi e outras) que são simplesmente MADE BETTER IN CHINA (FEITAS MELHOR NA CHINA).
Essa mudança será impulsionada pelas iniciativas incansáveis e em larga escala da China para tratar de enormes desafios ambientais como energia, transporte, construção e outros.
Na verdade, a ideia entre muitos consumidores no mundo todo de que as marcas chinesas ficam para trás no quesito do pensamento ecológico talvez seja uma das últimas grandes vantagens competitivas de que as marcas "ocidentais" ainda desfrutam.
Quando esse preconceito for derrubado, em 2014, uma das últimas barreiras que afasta as marcas chinesas dos consumidores globais cairá por terra. Este é apenas mais um pequeno, porém fundamental, momento no re-mapeamento do consumo global.
4. MYCHIATRY
Por que, em 2014, a mente será o novo corpo
Em 2014, o interesse dos consumidores por produtos e serviços "Quantified Self" vai continuar a crescer na medida em que relógios inteligentes e outros produtos poderosos de tecnologia para vestir (de preço acessível) chegam ao mercado.
Até agora, boa parte da atenção do setor tem se voltado à saúde física. O próximo passo? Os consumidores vão cada vez mais ver seus smartphones como aparelhos que fornecem assistência total a seu estilo de vida. Técnicas aprimoradas de "auto-tratamento", desenvolvimento em tecnologias de detecção de estresse e a penetração quase total dos smartphones em vários mercados significa que os consumidores vão cair de boca em inovações que ajudem a acompanhar e melhorar o bem-estar mental também.
Dois tipos de consumidores que alimentam esta tendência:
Aqueles para quem a saúde mental (assim como a forma física, o progresso da carreira e as conquistas acadêmicas) é uma nova marca de sucesso, mais uma área em que podem superar seus colegas e amigos.
Os consumidores sem tempo, com trabalho demais, estressados e tomados pela ansiedade, para quem as inovações MYCHIATRY oferecerão o alívio tão necessário das pressões da vida moderna.
E não importa o setor em que você atua, a tendência MYCHIATRY deve suscitar muita conversa a respeito dos rumos futuros da megatendência de fortalecimento do consumidor e do autosserviço por meio da tecnologia.
Seja lá qual for o desfecho, os consumidores estão apenas uma "app store" de distância de dar um gás em sua felicidade cotidiana.
Observação: Claro, não estamos sugerindo que a MYCHIATRY seja uma solução adequada às necessidades de saúde mental de todos, nem que deve substituir o aconselhamento médico.
5. NO DATA
Por que, em 2014, oferecer ótimos serviços sem coleta excessiva de dados vai garantir
a confiança dos consumidores e os lucros não vão demorar a vir na sequência.
No ano passado, ao apresentar o DATA MYNING, nós avisamos:
“A fronteira entre marcas que oferecem serviços válidos (e idealmente quase invisíveis) e aquelas que sufocam consumidores com ofertas agressivas de serviços assustadores é uma linha muito tênue. Sim, compradores gostam de se sentir servidos, mas não querem se sentir observados.”
Bom, como 2013 testemunhou uma enxurrada aparentemente sem fim de marcas que sofreram “quebras de privacidade” e revelaram assim informações sobre os seus consumidores, além das ações que vazaram de uma agência do governo (que provavelmente está lendo isto por cima do seu ombro agora mesmo); hoje não é apenas uma minoria paranóica que está tendo chilique. Destacamos o fato de que dois dos maiores provedores de comunicação criptografada do mundo (Lavabit e Silent Circle) tiveram de encerrar seus serviços de e-mail porque já não se sentiam mais capazes de garantir a privacidade em relação às agências governamentais. Eles (infelizmente) perceberam que, uma vez que os dados eram coletados, estes poderiam ser acessados. Isto tudo leva a oportunidades em 2014 para marcas SEM DADOS: marcas que simplesmente oferecem ótimos serviços ao mesmo tempo em que orgulhosamente deixam de coletar dados pessoais (e fazem muito alarde deste fato).
Algumas estatísticas:
82% dos consumidores globais acreditam que as empresas coletam informações demais sobre eles.
(Adobe, junho de 2013)
86% dos usuários de internet dos EUA tentaram remover ou mascarar suas atividades online, apesar de apenas 37% deles acreditarem que é possível permanecer completamente anônimos online.
(Pew Research Center, setembro de 2013)
93% dos usuários de email acreditam que deveria ser possível optar por não ter o conteúdo de suas mensagens escaneadas para oferecimento de propaganda personalizada.
(GfK & Microsoft, novembro de 2013)
O desafio das empresas vai ser encontrar equilíbrio entre os benefícios muito reais da coleta e utilização de dados (recomendações, vendas cruzadas, personalização, renda de anúncios acentuada e mais) e conquistar a confiança de consumidores cada vez mais HACKEADOS.
Por que não colocamos exemplos nesta tendência? Porque o SEM DADOS é tão contra as estratégias de dados que sejam "GRANDES, MAIORES, ENORMES" que atualmente dominam o mundo dos negócios, que simplesmente não encontramos ninguém fazendo isto bem... por enquanto!
Então, qual será a grande marca B2C que vai fazer do SEM DADOS uma promessa central em 2014 e simplesmente oferecer "Ótimo serviço para todos, o tempo todo – sem que você precise compartilhar seus dados"?
6. THE INTERNET OF CARING THINGS
Como os objetos conectados vão se centrar nas pessoas em 2014.
Na mídia (e em incontáveis laboratórios de inovações por todo o mundo), a Internet das Coisas em 2014 vai continuar tratando das mesmas coisas que em 2013: enormes números e, bem, coisas.
E quando falamos “enormes”, queremos dizer:
A Internet das Coisas vai agregar USD 1,9 trilhão de valor econômico à economia global em 2020.
(Gartner, outubro de 2013)
Em 2009, havia 2,5 bilhões de aparelhos conectados, em sua maior parte, eletrônicos pessoais como celulares e PCs. Em 2020, haverá até 30 bilhões de aparelhos conectados, sendo que a maior parte será de produtos.
(Gartner, outubro de 2013)
Mas algo a mais também vai acontecer: você vai ver inovações pipocarem a torto e a direito, centradas ao redor da Internet das Coisas que CUIDAM.
Tudo que for excepcional que os "objetos conectados" possam fazer pelos consumidores, seja monitorar ou aprimorar a saúde, ajudá-los a economizar dinheiro ou a executar tarefas, será recebido com alegria no ano que vem e nos anos que estão por vir.
Ah, e caso você queira dar início à sua própria tendência, nada o impede de cunhar seus próprios sufixos para a Internet das Coisas em 2014. Internet das Coisas Móveis? Internet das Coisas Seguras? Internet das Coisas Urbanas? Internet das Coisas Adoradas e Caras? O espaço é todo seu!
7. GLOBAL BRAIN
Por que os nossos novos Trend Bulletins grátis e "locais" vão manter você
totalmente informado, a respeito do que é "glocal".
Em 2014, a arena de consumo vai ficar ainda mais global, local, plana, cosmopolita e assim por diante. E isso significa que, todos os dias, você pode esperar uma orgia de inovações atraentes para os consumidores, surgindo de todos os cantos do globo.
Por isso, além deste Trend Briefing Mensal, o site Trend Watching tem o prazer de anunciar os novos Trend Bulletins feitos pela e para Ásia, África e Américas do Sul & Central. Abaixo, apresentamos apenas um punhado das tendências que aparecem exclusivamente nas edições que estão por vir:
CIVICSUMERS: Por que os consumidores das Américas do Sul & Central vão se mexer por mudanças sociais em 2014.
FABA - For Africa, By Africa: Soluções africanas para desafios africanos, feitas do jeito africano.
FAITHFACTURING: Como práticas centenárias ligadas à fé vão se adaptar para refletir o estilo de vida dos asiáticos de hoje.
E isto nos leva ao ponto mais importante… Observar tendências tem tudo a ver com sua aplicação. Se você não usar as tendências de consumo para inspirar inovações lucrativas, elas passam a ser apenas coisas que "são legais de saber".
Fonte: TrendWatching
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06 novembro 2013
MARCA: As marcas que controlam quase tudo que você consome
Um gráfico divulgado pelo site PolicyMic, chamado "The Illusion of Choice", mostra que muitas das marcas mais consumidas no mundo são controladas pelas mesmas empresas. Desde produtos de limpeza, passando pelo segmento de beleza e higiene pessoal, até alimentos para pessoas e animais: dez mega corporações fornecem quase tudo que as pessoas consomem em todo o mundo. Confira abaixo o gráfico ou clique aqui para visualizá-lo em maior resolução.
Fonte: Infomoney
27 setembro 2012
TECNOLOGIA - Infográfico resumo duelo entre Apple e Samsung
A rivalidade entre a Apple e a Samsung já é bem conhecida, ainda mais depois de toda a história a respeito das patentes de suas descobertas.
O G1 fez um infográfico bem interessante do tamanho dessa briga - que inclui a participação de 80 advogados, que cobram quase 900 dólares por hora para os serviços.
E aí, qual o seu partido?
O G1 fez um infográfico bem interessante do tamanho dessa briga - que inclui a participação de 80 advogados, que cobram quase 900 dólares por hora para os serviços.
E aí, qual o seu partido?
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30 julho 2012
ESTRATÉGIA - Neurociência entra pesado nas estratégias das empresas
Neurociência é uma disciplina que estuda o sistema nervoso humano e, consequentemente, objetos e estímulos que o fazem reagir de determinada forma.
Apesar de não ser uma novidade para especialistas das áreas de marketing, por exemplo, o uso de estímulos sensoriais no trabalho das marcas está ganhando espaço e, principalmente, reconhecimento dos empreendedores. A dificuldade deste reconhecimento reside no fato dos resultados provenientes de tais investimentos serem, em parte, subjetivos e difíceis de medir.
São investimentos em identidades olfativas e sonoras, além das gráficas, e sistemas interativos de estímulo ao tato nos pontos de venda, por exemplo. Ressaltando-se a importância do alinhamento desses trabalhos, para manter uma identidade única à marca, condizente com os interesses de seu público e à estratégia traçada.
O resultado não se mede por meio de métricas objetivas. Essas ações promovem a construção e valorização da marca do empreendimento. Mesmo assim, comerciantes contam que o número de frequentadores, em alguns casos, dobra após a implementação de algumas dessas estratégias, antes vistas apenas em filmes de ficção científica.
É o caso de Marcelo Chiaparini. Ele é proprietário de uma loja de artigos para jovens da marca Billabong no Shopping Iguatemi de Alphaville. O empresário investiu pesado no negócio, cerca de R$ 800 mil, no começo do ano passado.
Mas a loja, como tantas outras, era convencional. Até agosto daquele ano, quando Chiaparini recebeu a visita da engenheira Regiane Relva. Ela apresentou-se e, sem rodeios, convidou o empreendedor a ser dono do primeiro comércio inteligente da América Latina.
Chiaparini aceitou na hora. “Ela tinha esse projeto de ponto de venda tecnológico e precisava de alguém que topasse. Como eu não precisaria colocar a mão no bolso, topei”, afirma o comerciante.
O resultado da parceria transformou o ponto de venda, que conta por exemplo com uma tela sensível ao toque instalada dentro do provador. Por meio dele, o cliente chama o vendedor e indica qual produto deseja experimentar. Até o pagamento ficou diferente. Os produtos carregam um chip e, dessa forma, não precisam ser retirados da sacola de compras para que o caixa registre a venda e informe o valor ao consumidor.
Segundo Chiaparini, após as mudanças, o número de visitas aumentou de 210 para 420 clientes por mês, com reflexo natural nas vendas. “Alguns clientes, principalmente as crianças, entram aqui apenas para brincar com os joguinhos que temos nos monitores. Depois, eles voltam com o pai e a mãe para comprar”, afirma. “Incentivar a interatividade e os sentidos do consumidor é uma boa ideia”, afirma Beto Almeida, diretor da Interbrand.
Segundo Almeida, 80% da motivação da compra surge exatamente no instante em que a pessoa está no ponto de venda. Assim, criar artifícios que agreguem experiências inovadoras pode ser uma boa estratégia. Mas qualquer ferramenta precisa, efetivamente, estar associada aos atributos da marca.
“Tem de ser algo duradouro. O importante é procurar atingir todos os sentidos possíveis, mas embaixo de estratégias que tragam benefícios para o consumidor e também para a marca em questão”, destaca Pedro Calabrez Furtado, professor do curso de ciências do consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
O empresário Rony Meisler, fundador da Reserva, marca carioca especializada em vender roupas é formado em engenharia de produção, ele gosta de dizer que tem a neurociência como hobby. Não à toa, aplica em suas 26 lojas os conceitos que toma contato por meio de cursos e livros sobre o assunto. “A técnica vai desde uma mesa colocada na frente do estabelecimento com uma peça de roupa dobrada de maneira bacana, o que induz ao tato, até uma decoração que faça o cliente sentir-se em casa”, afirma Meisler.
“Se você entrar nas minhas lojas, vai perceber que a trilha sonora é de 10 anos atrás. Isso porque o nosso público tem 30, 35 anos e sabemos que o gosto musical deles se forma com as bandas que escutou quando tinha 20, 25 anos”, ensina.
Sem dúvida uma gama de possibilidades emergentes.
Fonte: Estadão
Apesar de não ser uma novidade para especialistas das áreas de marketing, por exemplo, o uso de estímulos sensoriais no trabalho das marcas está ganhando espaço e, principalmente, reconhecimento dos empreendedores. A dificuldade deste reconhecimento reside no fato dos resultados provenientes de tais investimentos serem, em parte, subjetivos e difíceis de medir.
São investimentos em identidades olfativas e sonoras, além das gráficas, e sistemas interativos de estímulo ao tato nos pontos de venda, por exemplo. Ressaltando-se a importância do alinhamento desses trabalhos, para manter uma identidade única à marca, condizente com os interesses de seu público e à estratégia traçada.
Representa influência dos sentidos
O resultado não se mede por meio de métricas objetivas. Essas ações promovem a construção e valorização da marca do empreendimento. Mesmo assim, comerciantes contam que o número de frequentadores, em alguns casos, dobra após a implementação de algumas dessas estratégias, antes vistas apenas em filmes de ficção científica.
É o caso de Marcelo Chiaparini. Ele é proprietário de uma loja de artigos para jovens da marca Billabong no Shopping Iguatemi de Alphaville. O empresário investiu pesado no negócio, cerca de R$ 800 mil, no começo do ano passado.
Mas a loja, como tantas outras, era convencional. Até agosto daquele ano, quando Chiaparini recebeu a visita da engenheira Regiane Relva. Ela apresentou-se e, sem rodeios, convidou o empreendedor a ser dono do primeiro comércio inteligente da América Latina.
Chiaparini aceitou na hora. “Ela tinha esse projeto de ponto de venda tecnológico e precisava de alguém que topasse. Como eu não precisaria colocar a mão no bolso, topei”, afirma o comerciante.
O resultado da parceria transformou o ponto de venda, que conta por exemplo com uma tela sensível ao toque instalada dentro do provador. Por meio dele, o cliente chama o vendedor e indica qual produto deseja experimentar. Até o pagamento ficou diferente. Os produtos carregam um chip e, dessa forma, não precisam ser retirados da sacola de compras para que o caixa registre a venda e informe o valor ao consumidor.
Segundo Chiaparini, após as mudanças, o número de visitas aumentou de 210 para 420 clientes por mês, com reflexo natural nas vendas. “Alguns clientes, principalmente as crianças, entram aqui apenas para brincar com os joguinhos que temos nos monitores. Depois, eles voltam com o pai e a mãe para comprar”, afirma. “Incentivar a interatividade e os sentidos do consumidor é uma boa ideia”, afirma Beto Almeida, diretor da Interbrand.
Segundo Almeida, 80% da motivação da compra surge exatamente no instante em que a pessoa está no ponto de venda. Assim, criar artifícios que agreguem experiências inovadoras pode ser uma boa estratégia. Mas qualquer ferramenta precisa, efetivamente, estar associada aos atributos da marca.
“Tem de ser algo duradouro. O importante é procurar atingir todos os sentidos possíveis, mas embaixo de estratégias que tragam benefícios para o consumidor e também para a marca em questão”, destaca Pedro Calabrez Furtado, professor do curso de ciências do consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
O empresário Rony Meisler, fundador da Reserva, marca carioca especializada em vender roupas é formado em engenharia de produção, ele gosta de dizer que tem a neurociência como hobby. Não à toa, aplica em suas 26 lojas os conceitos que toma contato por meio de cursos e livros sobre o assunto. “A técnica vai desde uma mesa colocada na frente do estabelecimento com uma peça de roupa dobrada de maneira bacana, o que induz ao tato, até uma decoração que faça o cliente sentir-se em casa”, afirma Meisler.
“Se você entrar nas minhas lojas, vai perceber que a trilha sonora é de 10 anos atrás. Isso porque o nosso público tem 30, 35 anos e sabemos que o gosto musical deles se forma com as bandas que escutou quando tinha 20, 25 anos”, ensina.
Sem dúvida uma gama de possibilidades emergentes.
Fonte: Estadão
10 julho 2012
INTERNET - Google abre programa Engage no Brasil
O Google Engage é um programa feito para pequenas agências, web designers, profissionais de marketing online e desenvolvedores. Com ele, é possível ter acesso a diversos treinamentos e ferramentas potencialmente capazes de alavancar negócios.
Na verdade, qualquer pessoa com uma conta Google (e CPF) pode ter acesso, pois há a opção de cadastro para pessoas físicas também.
É possível montar uma espécie de escritório virtual, preenchido de acordo com a evolução da pessoa dentro do programa. Ainda, os participantes ganharão 10 cupons de R$ 150 para utilizar em novas contas do Google Ads.
Fonte: Exame
Na verdade, qualquer pessoa com uma conta Google (e CPF) pode ter acesso, pois há a opção de cadastro para pessoas físicas também.
É possível montar uma espécie de escritório virtual, preenchido de acordo com a evolução da pessoa dentro do programa. Ainda, os participantes ganharão 10 cupons de R$ 150 para utilizar em novas contas do Google Ads.
Fonte: Exame
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18 maio 2012
GESTÃO - A evolução do Facebook.
Hoje foi o IPO do Facebook, né?
Só se fala nisso, né?
Pois olha que legal: o G1 fez uma Time Line para o Facebook, contando como foi a história e evolução da rede, desde o nascimento até seu último mimo: o Instagram.
Vale a pena, clica aí.
@INEXmarketing
Facebook.com/INEXmarketing
Só se fala nisso, né?
Pois olha que legal: o G1 fez uma Time Line para o Facebook, contando como foi a história e evolução da rede, desde o nascimento até seu último mimo: o Instagram.
Vale a pena, clica aí.
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11 maio 2012
INOVAÇÃO - Fundador do Facebook oferece o Asana
Dustin Moskovitz pode não ser um nome tão conhecido como Mark Zuckerberg, mas ele foi um dos fundadores da rede social.
Junto com Justin Rosentein, ele criou a start up Asana (do sânscrito "sentar", e faz referência à meditação). Os jovens acreditam que podem mudar e melhorar o mundo com sua solução.
O Asana tem como premissa repensar a forma de se organizar times (e projetos). É uma forma moderna de trabalhar em grupo, com agilidade e versatilidade, através de um aplicativo online que conecta todos envolvidos, apresentando tudo o que acontece, quais são as prioridades e quem é responsável por cada parte do trabalho.
O sistema é utilizado por empresas como Google e o próprio Facebook.
E quanto o custa?
Se a sua empresa tem até 30 funcionários, adivinha? É gratuito.
Quando passa desse número, eles oferecem "bandas" mensais, de acordo com o número de funcionários.
@INEXmarketing
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Junto com Justin Rosentein, ele criou a start up Asana (do sânscrito "sentar", e faz referência à meditação). Os jovens acreditam que podem mudar e melhorar o mundo com sua solução.
O Asana tem como premissa repensar a forma de se organizar times (e projetos). É uma forma moderna de trabalhar em grupo, com agilidade e versatilidade, através de um aplicativo online que conecta todos envolvidos, apresentando tudo o que acontece, quais são as prioridades e quem é responsável por cada parte do trabalho.
O sistema é utilizado por empresas como Google e o próprio Facebook.
E quanto o custa?
Se a sua empresa tem até 30 funcionários, adivinha? É gratuito.
Quando passa desse número, eles oferecem "bandas" mensais, de acordo com o número de funcionários.
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27 abril 2012
INTERNET - 5 anos que mudaram tudo
Os modelos, os produtos, os meios, os investimentos... Muita coisa mudou com a internet, isso é sabido.
A HOTWords fez um documentário de 15 minutos, utilizando entrevistas com especialistas (brasileiros!) falando sobre esse movimento e o que gerou para a economia e formas de interação (e, até, organização da sociedade).
Vale pelo menos anotar para o finde!
@INEX marketing
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A HOTWords fez um documentário de 15 minutos, utilizando entrevistas com especialistas (brasileiros!) falando sobre esse movimento e o que gerou para a economia e formas de interação (e, até, organização da sociedade).
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26 abril 2012
CONSUMO - Dez corporações que controlam o que você compra
É a ilusão da escolha, como o Reddit, replicado pelo Business Insider definiu.
Na imagem disponibilizada abaixo, é possível ver que uma boa diversidade de marcas, desde alimentos ao vestuário de luxo, provém de 10 grandes corporações.
Clica na imagem para visualizar melhor.
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25 abril 2012
PESQUISA - TCE cria mapa de dados municipais do RS
O TCE RS criou mapas interativos, abertos no site, que permitem visualizar e comparar dados sobre quatro perspectivas de todos municípios gaúchos (educação, saúde, socioeconômico e orçamentos/finanças).
São dados compilados de fontes como do próprio TCE, do DataSUS e da Fundação de Economia e Estatística, a qual elabora o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico.
Assim como falamos há pouco do Secundados, esta é uma ferramenta a ser guardada para pesquisas e análises. Para acessar, só clicar aqui. Nesta página você escolhe um dos indicadores e é direcionado a um mapa do RS. Nele, pode escolher outros indicadores, mais micro, e passando o mouse pelo mapa é possível visualizar e comparar os números.
Fonte: ZeroHora (25.04.2012)
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São dados compilados de fontes como do próprio TCE, do DataSUS e da Fundação de Economia e Estatística, a qual elabora o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico.
Assim como falamos há pouco do Secundados, esta é uma ferramenta a ser guardada para pesquisas e análises. Para acessar, só clicar aqui. Nesta página você escolhe um dos indicadores e é direcionado a um mapa do RS. Nele, pode escolher outros indicadores, mais micro, e passando o mouse pelo mapa é possível visualizar e comparar os números.
Fonte: ZeroHora (25.04.2012)
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19 dezembro 2011
4 minutos para 366 dias diferentes
2011 ESTÁ CHEGANDO AO FIM.
Com ele, o sempre presente momento de reflexão intensa sobre uma retrospectiva do que se viveu, pensou e sentiu até aqui e a inegável vontade de se questionar sobre o futuro.
Pensando mundialmente, fomos marcados por catástrofes da natureza, manifestações e revoluções de uma sociedade inquieta em busca de um mundo com mais sentido.
Modelos econômicos-financeiros revelaram-se insustentáveis (alguns caíram) e outros se demonstraram fortes perante turbulências e questionamentos infindáveis.
Entretanto, vimos também exemplos de solidariedade, organização e bondade, renovando a certeza de que um caminho diferente pode ser trilhado.
Tudo isto, nos leva a um pensar: ‘o que queremos de 2012?’
A ânsia por evolução nos leva a desejar adições constantes em nossas vidas, de forma que possamos aproveitá-la cada vez com mais intensidade, plenitude e felicidade.
Mas qual o caminho para isto? Existe somente um? Precisamos perseguir a adição de algo ou a subtração de alguns comportamentos já nos encaminhariam automaticamente a uma evolução?
É isso que lhe desejamos para 2012.
BOAS FESTAS E UM GRANDE ANO
@INEXmarketing
Facebook.com/INEXmarketing
Com ele, o sempre presente momento de reflexão intensa sobre uma retrospectiva do que se viveu, pensou e sentiu até aqui e a inegável vontade de se questionar sobre o futuro.
Pensando mundialmente, fomos marcados por catástrofes da natureza, manifestações e revoluções de uma sociedade inquieta em busca de um mundo com mais sentido.
Modelos econômicos-financeiros revelaram-se insustentáveis (alguns caíram) e outros se demonstraram fortes perante turbulências e questionamentos infindáveis.
Entretanto, vimos também exemplos de solidariedade, organização e bondade, renovando a certeza de que um caminho diferente pode ser trilhado.
Tudo isto, nos leva a um pensar: ‘o que queremos de 2012?’
A ânsia por evolução nos leva a desejar adições constantes em nossas vidas, de forma que possamos aproveitá-la cada vez com mais intensidade, plenitude e felicidade.
Mas qual o caminho para isto? Existe somente um? Precisamos perseguir a adição de algo ou a subtração de alguns comportamentos já nos encaminhariam automaticamente a uma evolução?
É isso que lhe desejamos para 2012.
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