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06 novembro 2013

MARCA: As marcas que controlam quase tudo que você consome

Um gráfico divulgado pelo site PolicyMic, chamado "The Illusion of Choice", mostra que muitas das marcas mais consumidas no mundo são controladas pelas mesmas empresas. Desde produtos de limpeza, passando pelo segmento de beleza e higiene pessoal, até alimentos para pessoas e animais: dez mega corporações fornecem quase tudo que as pessoas consomem em todo o mundo.  Confira abaixo o gráfico ou clique aqui para visualizá-lo em maior resolução.


Fonte: Infomoney

19 junho 2012

MARKETING - Top 10 ações de marketing e propaganda

E a número 5 da lista é de Seoul!


O Emart é uma rede de supermercados que tinha um ponto fraco: o movimento no horário de almoço (entre meio dia e uma da tarde) era muito baixo. Para resolver este probleminha eles fizeram a campanha Sunny Sale: um QR Code que só poderia ser utilizado durante este horário. Mas calma, não tão simples assim. 




O local para escanear o código fica a céu aberto e está desenhado para ficar fechadinho apenas nesse horário - pela luz solar.




Com isso, além de realmente aumentarem as vendas, a rede ganhou um buzz gigante na mídia.


@INEX
/INEX

11 abril 2012

VAREJO - Vendas de marcas próprias disparam no Brasil

Esse é o título da matéria escrita por Roberto Nascimento A. De Oliveir para HSM.


E a razão beira a obviedade: 15% mais baratos que os produtos equivalentes, essas marcas próprias ganham espaço na prateleira e na escolha do consumidor.






Um bom exemplo é do atacado-distribuidor Makro, que tem apresentado uma forte expansão nas vendas de suas próprias marcas e que começou a desenvolver novos produtos na década de 1970. Seu maior foco é no cliente denominado HoReCa (hotéis, restaurantes, cafeterias).


Os processos para desenvolver e gerenciar suas marcas e entender o comportamento do consumidor estão cada vez mais profissionais e o foco atual do varejo está em assumir o papel de gestor de marcas (que sempre foi exclusivo da indústria), deixando de ser apenas uma "ponte" entre indústria e cliente, com o intuito de obter o conhecimento no que diz respeito ao controle de qualidade, design, branding, pricing e merchandising.


Uma tendência apresentada pelas empresas que vendem suas próprias marcas é investir fortemente em controle de qualidade, precificação e design (tríplice que acaba sendo a principal vantagem para o consumidor), já que controlam um número chave do marketing mix: preço, comunicação e apresentação do produto.




Com isso, as suas marcas lhes ajudam a se beneficiar do controle dessas variáveis e a conquistar o mercado, o consumidor e a enfrentar a concorrência cada vez mais acirrada no segmento.

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No Brasil, as marcas próprias, que nasceram no setor supermercadista, atualmente já podem ser encontradas em várias empresas de brinquedos, confecções, calçados, material de construção, farmácias e eletroeletrônicos. O preço de venda 15% mais barato e o amplo movimento dos consumidores em busca de novidades e variedade de produtos faz com que o varejo brasileiro concentre sua estratégia em criar e desenvolver marcas.
"
Roberto Nascimento A. De Oliveir

Alguns dados Brasil:
-12,71% dos produtos lançados no 3º trimestre de 2011 foram de marca própria (um aumento de 28,63% em relação ao mesmo período de 2010)
-eles são 15% mais baratos que os concorrentes
-tende a crescer 10% em vendas em 2012

Fonte: Portal HSM


14 outubro 2011

EMPREENDEDORISMO - Negócio móvel, literalmente.

A localização do negócio é um item a ser estudado para abertura ou sucesso de um negócio. Algumas empresas, no entanto, escolheram por estar em locais diferentes, com uma estrutura condizente com o seu negócio.
Dá uma olhada nos exemplos:




BOLSAS DE RETALHOS > MARIA BERENICE
Produz e vende bolsas de tecido
Fundação: 2006
Investimento inicial: um micro-ônibus, restos de tinta e R$ 100 para tecidos
Por onde roda: ruas de Brasília
Faturamento: não divulgado
Funcionários: uma ajudante para a produção no ateliê




CACHORROS A BORDO > PETSHOP MÓVEL
A Pet vai até a casa do cliente para tratar o animal.
Fundação: 1998
Investimento inicial: R$ 100 mil
Por onde roda: ruas de São Paulo
Faturamento: R$ 15 mil (mensal)
Funcionários: 2


 
BALADA EM TRÂNSITO > BUS PARTY
Faz festas fechadas dentro de um veículo, que anda pelos pontos turísticos da cidade por uma hora.
Fundação: 2010
Investimento inicial: R$ 300 mil
Por onde roda: ruas de São Paulo
Faturamento: não fornecido. Realiza 20 eventos por mês, com preços entre R$ 750 e R$ 950 por hora (DJ, petiscos e bebidas são cobrados à parte)
Funcionários: 5


 
MAGRELAS BEM CUIDADAS > BIKE CARE
Visita condomínios e hotéis, monta tendas e aluga, conserta bikes para as pessoas.
Fundação: 2010
Investimento inicial: R$ 33 mil
Por onde roda: ruas do Rio de Janeiro
Faturamento: R$ 40 mil (mensal)
Funcionários: 5
 


ESPAGUETE ON THE ROAD > ROLANDO MASSINHA
Cozinha e vende massas em uma kombi, que anda pela cidade.
Fundação: 2007
Investimento inicial: R$ 20 mil
Por onde roda: no bairro de Sumaré, São Paulo
Faturamento: R$ 25 mil (mensal)
Funcionários: 4 (dois para a produção das massas, dois para atendimento na Kombi)
 


SACOLEIRA NUNCA MAIS > BOUTIQUE DE RUA
Vende roupas compradas em São Paulo.
Fundação: 2009
Investimento inicial: R$ 120 mil
Por onde roda: ruas de Curitiba
Faturamento: R$ 20 mil (mensal)
Funcionários: 1
 
Se quiser ver os detalhes da história de cada um deles, clica aqui, quem sabe você se inspira.


Fonte: PEGN


@InexMarketing
Facebook/InexMarketing

29 setembro 2011

VAREJO - O não uso das vitrines como estratégia

As vitrines são primordialmente utilizadas para apresentar produtos com o intuito de despertar o interesse no consumidor e fazê-lo entrar na loja. Pois alguns clientes acabam ficando intimidados com as vitrines.


Pois que, agora, algumas lojas têm usado uma estratégia diferente: não possuem vitrines!


A grife de joias Barbara Strauss, por exemplo, adotou esse modelo em 2009. Vinícius Leal, gerente de marketing da empresa, classifica a nova arquitetura da rede como "convidativa". 


"
O cliente se sente mais à vontade para entrar na loja.
"
Vinícius Leal, gerente de marketing da Barbara Strauss






O conceito foi criado pela Marton&Marton, especializada em soluções de arquitetura para o varejo. Para eles, as lojas sem vitrine podem ser comparadas à internet.


"
Hoje, não há mais espaço para barreiras. Qualquer tipo de acesso ao consumo de ser livre. Tirar o vidro torna uma loja mais simpática, receptiva e democrática, aumentando as vendas.
"
José Marton, fundador da Marton&Marton


Para a mudança, os colaboradores passaram por um treinamento, para entenderem o novo conceito. Com isso, foram criadas as estratégias de decoração e abordagem dos clientes.


A My Shoes também se utiliza dessa estratégia. Eles queriam dar o ar de "aconchego" a suas lojas.




Romano Pansera, presidente da POPAI Brasil, associação global de marketing no varejo, afirma que tais estratégias são válidas, mas precisam estar interligadas à proposta de valor e ao posicionamento da marca. Segundo ele, a tática de não usar vidros se aproxima do público mais jovem e descontraído, com vendedores mais comunicativos.


Fonte: PEGN


@InexMarketing
Facebook/InexMarketing

15 setembro 2011

COMUNICAÇÃO - A eficácia dos outdoors, literalmente

Não se pode negar que a produção de material de comunicação online é crescente e criativa. Mas a inovação em comunicação outdoor e interativa também. Não só inventiva, mas eficaz.


Esse infográfico, da BuySellAds, mostra que 49% dos consumidores para e interage com o anúncio e 70% falam do anúncio em até 72 horas (pra conferir o info em tamanho maior, clica aqui).




Claro, são anúncios que utilizam tecnologia e criatividade, como interativos através do movimento, multisensorial (como através do som ou cheiro) e pelo contexto (já imaginou estar numa parada de ônibus e, quando começa a chover, eis que surge um anúncio de guarda chuva?).


É esperado que o investimento nesse tipo de anúncio cresça 8,3% em 2011. Mais precisamente, o crescimento para investimento em outdoors digitais irá dobrar de $2,6 para $5,2 bilhões até 2015. 


Fonte: Resultson, Buysellads


@InexMarketing
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27 abril 2011

VAREJO - Shirt Bar, uma loja de camisas, na Austrália, que é bar

Ficou confuso com o título?

Bom, pensando assim: se clientes podem tomar um café ou até comer uma pizza enquanto compram livros (exemplo da Pizzateca, em Madri), por que não deixá-los beber um whiskey enquanto escolhem uma camisa?


Pois é justamente essa a premissa do Shirt Bar, um empreendimento autraliano que oferece uma variedade de destilados e espressos que completam o "prazer" dos visitantes à loja.

São 17 marcas de whiskey e mais uma gama de bebidas, incluindo runs, vinhos, champagnes e coquetéis assinados pelo bar. Além disso, servem cafés da marca australiana FAT. Tudo isso como "a cereja" da loja de camisas (prontas e sob-medida), que são basicamente orientadas ao público masculino.

No site da Springwise, ainda completam dizendo ser uma boa forma para os alfaiates, por exemplo, que tentam inventar maneiras de manter seus clientes.

Fonte: Springwise

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18 abril 2011

SUSTENTABILIDADE - Lixo que dá lucro!

Já imaginou um mundo sem lixo, onde tudo que fosse descartado ganhasse nova função e fosse reaproveitado? A natureza e todos nós sairíamos ganhando. Essa é a proposta da empresa catarinense Novociclo, que presta consultoria em gestão de resíduos e sustentabilidade para condomínios, associações, empresas e prefeituras.


Criada em 2008, a Novociclo também implementa programas de coleta seletiva e promove cursos focados no conceito de “lixo zero”, alcançado quando o descarte é eliminado do processo produtivo.

No ano passado, a Novociclo assumiu a administração do Espaço Recicle, um contêiner localizado em Florianópolis que coleta recicláveis. Os usuários levam o lixo e acumulam pontos, que podem ser trocados por artigos ecossustentáveis. A iniciativa é um sucesso e já atraiu cerca de seis mil pessoas. Por volta de 15 toneladas de resíduos são recolhidos mensalmente.


A proposta inovadora e os bons resultados despertaram a atenção do fundo Harpia Sustainable Ventures, que injetou R$ 1 milhão na empresa. O diretor Rodrigo Sabatini se mostra otimista com os rumos do negócio. “A gente recebe boa resposta da população, que tem demonstrado uma consciência ambiental bem desenvolvida”, diz ele.

O grosso da receita da Novociclo vem da consultoria ambiental, que custa a partir de R$ 3 mil e é proporcional ao tamanho do cliente — pode chegar a R$ 50 mil. Em 2010, o faturamento atingiu R$ 350 mil. A perspectiva para este ano é boa e a empresa estima faturar R$ 1,5 milhão com seu trabalho em prol da conservação do planeta.

Fonte: PEGN

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15 abril 2011

INOVAÇÃO - Que tal comprar uma oportunidade?

Especificando a oportunidade: que tal comprar a oportunidade de usar da mais alta tecnologia para modelar e construir o seu protótipo?

Já ouviu falar da Tech Shop?

A Tech Shop loja já tem três sedes nos EUA e mais três em vista. E o que ela oferece? Mais ou menos a mesma coisa que uma academia, por exemplo, mas ao invés de criar músculos, através dos equipamentos lá oferecido, você cria protótipos!


Pagando uma taxa mensal, os clientes têm acesso às ferramentes e equipamentos, instruções, grupos criativos e de suporte. E o espaço é grande para tudo isso: a Tech Shop tem mais de 1500 m², um espaço plano com grandes mesas de trabalho, 115 saídas de luz e uma loja de conveniência oferecendo materiais possivelmente necessários. Estoque e construção "particular" também são possíveis, além de impressões 3D, prototipagem personalizada e várias aulas de treinamento em como usar os equipamentos. O custo? Aproximadamente U$125, por mês.

Segundo a Tech Shop, a missão deles é encorajar a todos - inventores, estudantes, artistas, etc - oferecendo recursos a eles. Assim, diminuem as barreiras à criatividade, já que o acesso a essas ferramentas acabava ficando limitada às grandes empresas.

E eles pretendem espalhar-se ao mundo.

E, ainda, se pensarmos um pouco, a proposta não deixa de ser uma forma de Consumo Colaborativo, algumas vezes comentada aqui no blog (conceito, iPhone, Crowdfunding). O mesmo recurso, utilizado por várias pessoas, diminuindo custo e desperdício, para todos.

Fonte: SpringWise

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05 abril 2011

TENDÊNCIA - As 8 tendências do varejo, 2011

Já fizemos um post, "Vitrines Incríveis", que falava justamente da entrada digital e virtual nos PDV* físicos.
Agora apareceram alguns dos assuntos mais comentados no Retail´s Big Show de 2011.




Mas primeiro, já conhecia o NRF Retail´s Big Show?
Se você trabalha com varejo e, principalmente, se faz parte de uma grande rede varejista, provavelmente já ouviu falar. Pois foi no NRF deste ano, o principal evento mundial sobre varejo, que salientaram 8 tendências na área. Quer conhecer??
Antes de conferir essas tendências, vale relembrar o cenário hoje:

"O consumidor ganhou superpoderes. Pesquisa e localiza o que quer levar para casa, escolhe e paga em um clique, partilha experiências e promoções e até cria produtos e serviços. (...)"
Trecho da matéria da PEGN

E foi deste mesmo artigo que retiramos as oito tendências do NRF:


1º: Mistura de Canais. Mais precisamente, canais virtuais e físicos. São telas touchscreen gigantes nas lojas, equipamentos interativos, espaços para compartilhar experiências. Um belo exemplo disso é a Virtual Footwear Wall (uma prateleira virtual), da Addidas. Já até falamos dela em um outro post: o cliente pode conferir mais de 8 mil pares, tocando na parede, mudando ângulos, cores e conferindo todas informações do produto (tem um vídeo no YouTube bem legal, explicando).



2º: Varejo Móvel. São as ferramentas para celular. Os consumidores vão preferir empresas que facilitem sua vida. Por isso, aplicativos de descontos, localização e pesquisa de produtos por códigos de barras são algumas das funções que estão por vir. A rede de supermercados Asda já oferece um aplicativo que garante o menor preço nas compras (através do MySupermarket, o cliente pode receber a diferença de preço, se houver, em forma de vouchers virtuais).


3º: O Cliente no Centro. Ele quer colaborar, cocriar, participar e palpitar. Se não, simplesmente procura outro. A M&Ms, por exemplo, em suas lojas conceito, permite que os consumidores criem seu próprio design.

4º: Experiência do Consumo. Marcelo Cherto, do Grupo Cherto, ressaltou que a maioria dos cases apresentados no NRF mostra o PDV como um evento. Até a figura do vendedor mudou: nos EUA, já é comum que o vendedor tenha salário fixo e receba bônus pelo desempenho geral da empresa. Um exemplo é a Disney Store, na Times Square, NY: piso que acende com a caminhada do cliente, árvores que mudam de cor, espelho mágico que conversa com os clientes (pode conferir o vídeo de inauguração).


5º: Informação Personalizada. Com banco de dados de clientes, as empresas podem aperfeiçoar o atendimento, sugerindo produtos que se encaixem no histórico daquele cliente. O Grupo Casino, por exemplo, criou um aplicativo que, depois de baixado pelo cliente, possibilita que a loja indique ofertas personalizadas assim que o cliente entra na loja, via SMS.

6º: Mídias Sociais. Essas são sócias aqui do blog já (Coca e Pepsi, por exemplo...). É fundamental ter um canal aberto com os clientes.

7º: Tecnologia Divertida. É usar a tecnologia (de preferência digital) para facilitar e simplicar a vida do consumidor. Uma bela ideia foi da Lego, nas suas lojas especializadas: ali, o cliente pode se divertir com o brinquedinho antes mesmo de abrir a caixa, através de projeções em 3D.


8º: Sustentabilidade Total. Apesar de assunto antigo, hoje, a sustentabilidade tem que estar no modelo de negócios de qualquer empresa. A Walmart, inclusive, estabeleceu metas de sustentabilidade que tornaram-se referência no setor, como a pretensão de usar somente energia de fontes renováveis e edifícios verdes da rede.


No site da PEGN, ainda estão quatro perspectivas diferentes, de quem esteve no NRF. Se quiser conferir, só clicar aqui!

Em resumo, fica claro o investimento em tecnologias digitais, com propostas de, principalmente, interações do cliente, sejam elas entre pessoas (com troca de experiências), ou com o produto.


*Ponto de Venda


Fonte: PEGN

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28 fevereiro 2011

INOVAÇÃO - Vitrines incríveis!

Temos ouvido bastante sobre o cliente "viver uma experiência" em um ponto de venda. Pois é exatamente do que se trata essa matéria no site da PEGN.
Quanto mais o cliente interagir e, mais importante, estimular os cinco sentidos (provado por estudos que estimulam a compra), melhor para o varejista! São os provadores virtuais, vitrines holográficas entre muitas outras novidades. Seguem algumas:

VITRINE ELETRÔNICA - Ice interactive
O próprio vidro da vitrine é touchscreen, permitindo que os cliente mais "tímidos" possam conferir produtos disponíveis, preços e cores em um toque!


HOLOGRAFIA - Angraksus
Com um projetor, uma película especial e um computador, é possível ter o produto em tamanho e dimensões reais - mas virtualmente.


PISO INTERATIVO - FMG Produções
O chão se transforma em uma tela touchscreen, basicamente, que reage ao toque dos pés.


VÍDEO NO VIDRO - Mídia Ativa
O vidro funciona como um projetor, passando vídeos. O interessante é que ele muda de vídeo quando detectada a presença do cliente.

DIFUSOR DE FRAGÂNCIAS - Croma
Esse, provavelmente, todo mundo já sentiu. Mas o equipamente não solta líquido no ar: na verdade são microcápsulas secas, que duram mais tempo.

PAREDE DE LED - Linha IcolorFlex Phillips
São rolos de lâmpadas, rente à parede, que, combinados, podem formar uma bela tela de luz e desenhos, que podem transmitir anúncios.

Ainda tem algumas tecnologia que foram usadas em lojas nos EUA, como o código inintelígível da Calvin Klein, que, ao colocar em frente à tela do celular, por exemplo, apresentava um anúncio. Além dele, existem os provadores virtuais e o uso de SMS, como Daffy´s de Nova Iorque, em que o cliente enviava uma mensagem com o produto e um modelo experimentava na vitrine.


 E aí, conseguiu entender? 

Fonte: PEGN

29 outubro 2010

CRIATIVIDADE - Como uma pequena livraria sai da crise com ajuda da internet?


A Broadway Books, em Portland, estava prestes a fechar as portas, vítima da crise econômica americana. Até que o Twitter e a blogosfera surgiram em seu socorro, provando que as novas tecnologias podem, sim, resgatar velhos modelos de negócio

Robbie McClaran
Encontro de gerações | Roberta Dyer contou com a ajuda do filho, Aaron Durand, e do seu blog para impedir o fechamento da livraria Broadway Books

Em janeiro de 2009, a crise econômica mostrava sua face mais opressiva. Por toda parte, o que se via eram negócios fechando as portas e funcionários antigos perdendo seus empregos. Era um fim de tarde quando parei na livraria do meu bairro em Portland, estado de Oregon, para pegar alguns livros que minha mulher precisava para um curso. Eu era o único cliente. O silêncio parecia assustador. "Como vão as coisas?", perguntei à proprietária, Roberta Dyer, enquanto ela recebia o meu pagamento. Eu era um cliente habitual da Broadway Books havia mais de uma década, mas há meses não entrava na loja. Roberta fez uma pausa antes de responder, e imaginei o pior. "Nosso ano foi péssimo", admitiu. "Mas, em dezembro, aconteceu um milagre."


Há 17 anos, Roberta enfrentava com coragem o desafio de manter a loja aberta, mesmo diante da concorrência das franquias e das livrarias on-line. Nunca pensei nela como alguém que acreditasse em milagres. Por isso, ao ouvir sua resposta, imaginei que ela ainda estivesse abalada pelos fatos do ano anterior. Qualquer que fosse o golpe de sorte que havia salvado a livraria - uma herança de família, uma doação de um cliente ou outro fato inesperado - , o mais provável era que ainda estivesse muito emocionada para pensar claramente.
Eu estava enganado. A história que ela me contou a seguir era absolutamente surpreendente. Não é todo dia que as novas tecnologias, consideradas as destruidoras das antigas tradições, colaboram para manter de pé dois pilares da velha cultura - os livros e a tradicional loja de bairro, comandada pelo dono. Mas não era só isso. O que eu ouvi de Roberta Dyer era uma história sobre uma mãe e um filho que se conectaram, apesar de sua diferença de gerações; sobre blogs, burritos e tempestades de neve; e sobre o poder de resistência quase místico das pequenas empresas locais. Só o cético mais insensível não chamaria aquilo de milagre.
Tudo começou na manhã de 8 de dezembro de 2008, durante a temporada de compras de fim de ano, quando a Broadway Books normalmente alcança 25% de suas vendas anuais. Sentada atrás do balcão de sua livraria vazia, cercada de pilhas de livros não vendidos, Roberta percebeu que o seu faturamento estava prestes a desabar. Ela havia aberto a livraria em 1992, depois de passar duas décadas trabalhando para uma loja de departamentos. Quando eu me mudei para o bairro, no ano seguinte, a Broadway Books já estava estabelecida. Era pra lá que os moradores do bairro se dirigiam quando queriam encontrar um bom livro.
Foi assim até setembro do ano passado. Mas aí tudo mudou. "Comecei a ver um olhar triste nas pessoas", lembra Roberta. "Era como se elas tivessem perdido a fé nas coisas mais básicas. Ninguém comprava mais nada nas lojas do bairro." Os meses de outubro e novembro foram igualmente sombrios. Diante dos maus resultados do início de dezembro, Roberta começou a perder a fé: talvez fosse mesmo hora de fechar as portas. Antes de tomar qualquer decisão, porém, decidiu ligar para o filho. Precisava dizer a ele que não encontrara aquele livro de música encomendado havia alguns meses. Mas, acima de tudo, precisava ouvir a voz do único filho. Aaron Durand, de 28 anos, estava em seu trabalho, numa empresa de calçados Birkenstock USA em Novato, na Califórnia, quando recebeu a ligação.
"Não consegui aquele livro para você", disse ela. "Tudo bem", respondeu o filho. "Não tenho pressa." Ela insistiu. "Você não entendeu, eu não posso te ajudar. Meus distribuidores não trabalham com essa editora. Você vai ter de entrar on-line, fuçar um pouco e encomendar o livro." Estranhando o tom desanimado da mãe, Aaron perguntou: "Está tudo bem com você?". Ela disse apenas: "Sinto muito, filho, não posso te ajudar". Encafifado, Aaron mandou um e-mail para o pai. "O que está acontecendo com a mamãe?" Foi David Durand quem deu a notícia ao filho: a Broadway Books ia fechar suas portas.
Aaron ficou atônito. Ele tinha 12 anos quando sua mãe abriu a loja. Roberta era tão dedicada à livraria que a família costumava dizer que ela era sua filha. Perdê-la seria um golpe terrível. Sem pensar, Aaron abriu o laptop, entrou em sua página no Twitter e começou a digitar: "Se você estiver em Portland, pode me fazer um favor? Compre um livro na Broadway Books. Não, espere, compre 3...". Ele costumava entrar no Twitter para contar aos amigos que música estava escutando ou falar sobre minigolfe. Mas, naquele momento, as palavras vieram com mais força. Aaron teve uma inspiração, e completou: "...e eu lhe pagarei um burrito na próxima vez que for à cidade", digitou.
Durand e seus amigos usavam burritos (o famoso prato mexicano) como um código. Era mais simpático dizer: "Eu te pago um burrito", do que: "Eu te devo 5 dólares". Ele não sabia por que havia associado os burritos às dificuldades de sua mãe, mas gostou do resultado final. Depois, decidiu que seu blog, chamado Everydaydude, também precisava entrar nessa batalha. O site recebia pouco mais de 20 acessos por mês, mas ainda era a melhor ferramenta que ele tinha à disposição. Naquele dia, escreveu: "A loucura que é a nossa situação econômica não estava me incomodando. O dono da empresa onde eu trabalho havia dito que não ia demitir ninguém. Não tenho ações, nem sequer sei como comprá-las. Vivo um dia de cada vez e gosto que seja assim. Então, foi preciso levar um tapa na cara para acordar. Isso aconteceu comigo ontem, e eu despertei."
Aaron continuou digitando, contando a história da mãe e explicando a importância da Broadway Books, tanto para a comunidade de Portland quanto para Roberta. Contou como havia descoberto que a loja estava em dificuldade. Confessou que quase havia chorado, mas disse que o desespero havia sido substituído pela raiva, e finalmente por uma decisão. "Então, vai ser assim. Vou estar em Portland de 15 a 19 de janeiro de 2009. Encontrem-me no Cha Cha Cha, no dia 16 de janeiro, às seis da tarde. Se você tiver um recibo da Broadway Books de mais de US$ 50, eu te pagarei um burrito. Passe isto adiante. Ganhe um burrito grátis! Apoie as empresas locais! Saia da internet!" Aaron fez uma pausa. Ele não era um escritor, mas sabia que seu texto precisava de um final atraente. "As dificuldades econômicas vão desaparecer. Se você acha isso impossível, tente ver as coisas com mais otimismo. Essa é uma virtude que aprendi com a minha mãe."
Depois de postar a mensagem, Aaron voltou ao Twitter a fim de colocar um link para o seu texto no blog. Seu raciocínio era simples: mesmo que apenas algumas pessoas comprassem na livraria, pelo menos seria um reforço psicológico para sua mãe. Ao entrar no Twitter, viu que sua mensagem havia sido retransmitida por um amigo de Portland. Depois disso, outros amigos "retwitaram" o texto. No total, a mensagem foi repassada 30 vezes.

JOGADA DE MESTRE
A PROMESSA...
No dia 10 de dezembro, Aaron Durand prometeu pagar um burrito a todas as pessoas que comparecessem ao restaurante Cha Cha Cha, em Portland, no dia 16 de janeiro, com um recibo da livraria Broadway Books de mais de US$ 50

A COBRANÇA...
No dia 16 de janeiro, diante de uma equipe de televisão local, Aaron e sua mãe pagaram 80 burritos e o restaurante bancou mais 40 para todos que compareceram. Algumas pessoas, porém, fizeram questão de pagar a própria conta

Nos três dias seguintes, o Everydaydude recebeu três vezes mais visitantes do que o total dos dois meses anteriores. Amigos contaram a Aaron que haviam recebido e-mails de estranhos com um link para o seu blog. Nos escritórios da Nike e da Adidas em Portland, o texto de Aaron foi parar no e-mail de alguns funcionários, que o retransmitiram para toda a empresa. Na agência de publicidade Wieden+Kennedy, em Portland, Jeff Selis, um antigo cliente da Broadway Books, recebeu um e-mail com um link para o blog de Aaron. Selis repassou a mensagem para toda a empresa. Em resumo: o pedido sincero de Aaron havia se tornado viral. Quem não estava colocando nenhuma fé nessa história era sua mãe. "Eu não sabia se era a favor daquilo tudo", diz Roberta. "Fiquei comovida com a atitude do meu filho, mas estava muito abalada com a situação da loja."
Um dia depois da publicação do texto no blog, a Broadway Books teve 12 vendas a mais que na mesma data no ano anterior. O crescimento se manteve nos cinco dias seguintes. Em vez dos clientes habituais da loja, geralmente de meia-idade, os novos clientes tinham 20 ou 30 anos: eram jovens desenhistas de calçados da Nike e da Adidas; pessoas que usavam gorros, fones de ouvido, bicicletas. Todas compraram pelo menos três ou quatro livros - ou seja, estavam atendendo ao apelo de Aaron. Roberta assistia àquilo tudo com surpresa e gratidão, mas não tinha esperança de que as coisas fossem realmente mudar. Assim que a neve chegar, pensou, os clientes vão desaparecer de novo. A primeira tempestade de neve do ano aconteceu na segunda-feira, 15 de dezembro. O ar adquiriu um tom cinza, um vento ártico soprou e o gelo quebrou galhos de árvores e derrubou cabos de eletricidade. Ao ver as ruas cobertas de neve, Roberta teve certeza de que a festa havia acabado. Mal sabia ela que estava apenas começando.

OS TWEETS QUE SALVARAM A LIVRARIA

Se você estiver em Portland, pode me fazer um favor? Compre um livro na Broadway Books. Não, espere, compre três e eu lhe pagarei um burrito
10:42 AM, Dec 10th, 2008 from web

Apoie a sua livraria local. Em Portland, isso significa Broadway Books
12:54 PM Dec 10th, 2008 from web

@betsywhim Uau! Muito obrigado. As respostas que tive para esse post foram muitas e incríveis. Nunca esperei tudo isso
7:45 PM Dec 11th, 2008 from web in reply to portlandmercury

Leia no meu blog: A loucura que é a nossa atual situação econômica… http://tinyurl.com/5vs5oz
7:18 AM December 12th, 2008 from web

"Eu pensei que meus amigos leriam o blog e comprariam alguns livros. Não imaginava essa reação"
Aaron Durand, filho de Roberta Dyer, dona da Broadway Books

Em busca de histórias com clima de Natal, a mídia de Portland decidiu apostar na história emocionante que envolvia livros, blogs e burritos. Um artigo sobre a batalha quixotesca de Aaron para salvar a livraria da mãe foi publicado na edição on-line de um jornal semanal. Uma afiliada de uma rede de TV produziu uma matéria para o noticiário noturno. Enquanto isso, a neve cada vez mais alta impedia que os caminhões entregassem as encomendas da Amazon e de outras livrarias on-line. Dirigir era impossível, mas o Natal se aproximava e as pessoas precisavam comprar. Foi aí que caiu a ficha dos habitantes de Portland: por que não fazer a coisa certa e ir até a livraria do bairro?
Enquanto tudo isso acontecia, Aaron Durand, o autor da mágica, acompanhava o movimento de longe. "Fiquei surpreso com a reação das pessoas", diz. "Achei que meus amigos leriam meu blog, e talvez uns poucos comprassem alguns livros. Jamais imaginei que minha mensagem atingiria tantas pessoas." Ao fechar as contas de dezembro, Roberta percebeu que o impossível havia acontecido: ela havia vendido 7% a mais do que no ano anterior. Mais do que isso: dezembro de 2008 ficaria para a história como o melhor mês de vendas da Broadway Books de todos os tempos. "Ganhei o ano", diz Roberta. "Paguei todas as contas e ainda entrei no ano novo com folga para respirar."
Agora, só faltava Aaron cumprir o acordo que havia feito com a blogosfera e pagar um número desconhecido de burritos para todo mundo que aparecesse no Cha Cha Cha, em Portland. No dia 16 de janeiro, uma equipe de televisão compareceu ao local para registrar o grande evento. Aaron e sua mãe pagaram 80 burritos e o restaurante preparou mais 40. O comparecimento foi pequeno, mas entusiástico: eram principalmente amigos de Aaron e de seus pais. A maioria dos convidados não fez questão de comer de graça, apenas participou da festa. E a equipe de TV conseguiu sua matéria comovente para o jornal da noite.
Terminadas as férias, o filho de Roberta Dyer voltou para São Francisco, na Califórnia, e retomou seu trabalho na Birkenstock USA, em Novato. Em sua primeira manhã de volta, Aaron foi chamado ao escritório do presidente da empresa. "Pensei que ele fosse me despedir, porque eu havia gasto tempo demais no projeto da Broadway Books quando deveria estar trabalhando", diz Aaron. "Em vez disso, ele me deu parabéns e disse que tinha ficado impressionado com a maneira criativa como usei as redes sociais. Depois, me deu um aumento e me promoveu para o departamento de marketing da companhia."
Um mês depois da minha primeira visita, em fevereiro de 2009, retornei à Broadway Books. A livraria estava silenciosa. Um casal de meia-idade parou para fofocar e examinar os lançamentos, mas saiu sem comprar nada. "É assim que são as manhãs", disse-me Roberta. "Os negócios melhoram à tarde e durante o fim de semana. Domingo é nosso dia mais movimentado." Depois de uma breve pausa, ela continuou: "É claro que o que aconteceu em dezembro não salvou a livraria a longo prazo. A reação do público ao blog de Aaron foi uma coisa isolada, e só funcionou porque não foi forçada ou premeditada. Mas serviu para lembrar às pessoas a importância das lojas de bairro. Serviu para lembrar que o lugar onde você compra seus livros é importante. Por falar nisso, o que você está lendo?". Infelizmente, tudo o que havia lido nos últimos meses era a seção de esportes do jornal, respondi. "Venha comigo", ela disse, com um brilho nos olhos. "Acho que tenho uma coisinha aqui que você vai gostar."

MILAGRE NA RUA PORTLAND
A QUEDA...
Entre setembro e novembro de 2008, Roberta Dyer viu o seu negócio chegar ao fundo do poço. Com as vendas em baixa e a livraria deserta, só restava à empresária fechar a Broadway Books

O SALTO...
Depois que a livraria virou notícia na internet, os clientes voltaram com força total. Em dezembro de 2008, vendeu 7% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Foi o melhor mês de vendas na história da loja

15 outubro 2010

VAREJO - Kaiser: Supermercado para a 3ª idade


Atenta à tendência de envelhecimento da população e as oportunidades que ela traz, a rede de supermercado Kaiser implementou uma série de inovações em suas lojas para melhorar a experiência de compra desse público. Eles não apenas criaram ferramentas para auxiliar seus compradores da 3ª idade como alteraram o design das lojas.

Carrinhos customizados: além de pegadores ergonômicos, os carrinhos possuem assentos para que o comprador possa descansar durante a compra, consequentemente ampliando o tempo potencial que o consumidor passará na loja.


Lentes de aumento foram colocadas nas gôndolas para que eles possam ler as informações. Notem que há uma área vermelha com um botão que pode ser acionado para pedir auxílio.


Ilhas mais baixas e corredores mais largos para facilitar a navegação pela loja. Além disso, toda a sinalização é simples e com tipologia grande.


Degraus para que os produtos possam ser alcançados com mais facilidade.


Ofertas de porções individuais para evitar desperdícios.
Amplo sortimento de produtos funcionais, orgânicos e dietéticos.


Marketing segmentado para o público de 3ª idade.


INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br