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30 março 2016

TENDÊNCIA: Tendências criativas no Shutterstock

O Shutterstock lançou um infográfico interativo com tendências criativas identificadas a partir dos downloads feitos no site.

A maior tendência global é a FLAT LAY, isso significa apresentar objetos em uma superfície plana com bastante contraste, minimalista e direta. Em seguida tem o BOHO, estilo vintage que utiliza muito florais suaves, estampas minuciosas e uma paleta de cores neutras. Também tem a GEOMETRIA SAGRADA, formas geométricas normalmente utilizadas em questões religiosas. E por fim, os METÁLICOS com todas suas nuances, do vintage ao indústria, do glamoroso ao futurístico.

No Brasil, uma tendência que destoa do resto do mundo é a tendência de FOLHAGENS, com muitas folhas verdes do verão e amarronzadas do outono.

As tendências culturais brincam com os opostos: de um lado, um mundo cada vez mais conectado, mais tecnológico, mais corrido, onde tudo está na palma de sua mão; e do outro lado, a busca pelas raízes na natureza, numa vida mais desapegada e calma.

Nas tendência sociais, isto é, imagens usadas principalmente em redes sociais, essa dualidade entre CONTECTADO e DESCONTECTADO se encontram. O que a maioria das pessoas quer ver em seus smartphones são imagens das CORES DA NATUREZA e da ESCALA HUMANA na natureza.

Infographic: Shutterstock’s 2016 Creative Trends

shutterstock-2016-creative-trends-infographic

O infográfico interativo completo pode ser encontrado em seu hotsite.

Fonte: Shutterstock

23 janeiro 2015

TECNOLOGIA: A experiência de realidade aumentada agora é da Microsoft

Foi a vez da Microsoft anunciar seu novo dispositivo de realidade aumentada: os óculos HoloLens. Na última quarta-feira, no evento do Windows 10, a empresa revelou essa tecnologia incrível.

Alguns podem explicar a HoloLens da Microsoft comparando com o Google Glass. Afinal, ambos são praticamente computadores bizarros na sua cara. Porém, é fácil provar que esses dois dispositivos não são similares. O objetivo final de criar uma computação mais visual e contextual pode ser igual para ambos, mas a experiência e o posicionamento dos produtos são bem diferentes.

No projeto inicial, o Google Glass foi desenvolvido para ser usado o tempo inteiro. É uma espécie de "companhia inteligente", com um display que mostra informações como direção, mensagem de texto, fotos e alertas. A ideia por trás do aparelho da Google foi colocar todas as informações relevantes do smartphone bem na nossa frente.

Com a HoloLens, a experiência é outra. A Microsoft posicionou seu produto como algo que a pessoa usaria em alguns momentos do dia (pensando na estética do óculos, isso é bom). Além disso, as informações que aparecem no display são para outros fins. No vídeo conceito, a Microsoft mostra o potencial em usar a HoloLens como uma maneira de obter instruções de forma aumentada e rápida, como consertar um cano ou ampliar visualmente uma estação de trabalho do computador. No palco, no dia do evento, a empresa apresentou um usuário que, usando a HoloLens, conseguiu criar um modelo 3D de drone. Mais do que isso, o dispositivo "entende" não apenas com nossas vozes, mas com nossos gestos - a la Microsoft Kinect - o que torna todo o conceito mais maleável e mais futurístico.




E finalmente, a outra diferença entre o Google Glass e as HoloLens é que esse último foi feito pra você usar de vez em quando. Esse fato pode ser incrivelmente importante para a Microsoft quando a empresa precisa posicionar seu produto ao público. Tendo a HoloLens como um dispositivo que você não usa sempre, a Microsoft tem a oportunidade de vender uma experiência que você eventualmente vai querer ter em todo o lugar.



Fonte: Mashable

15 dezembro 2014

DESIGN: A cor para 2015

Tradicionalmente, todo o ano, a Pantone divulga uma cor para representar o ano que está por vir. 

Para 2015, a cor escolhida é inspirada na sofisticação do vinho: Marsala:
"Naturalmente robusta e terrena do vinho tinto, a Marsala enriquece nossas mentes, corpos e almas".

Mais detalhes no release.


















24 novembro 2014

REFLEXÃO: Quando a senha do Wi-Fi é mais importante do que o cardápio do restaurante

Pedir a senha do Wi-Fi, fazer check-in, mandar mensagem, tirar foto do prato e postar nas redes sociais muitas vezes é mais importante em um restaurante do que escolher uma boa mesa, olhar para o cardápio com calma, apreciar a comida e prestar a atenção no lugar (e na companhia).

Um gerente de um "lotado e famoso restaurante de Nova Iorque" recebeu algumas críticas sobre a agilidade do seu atendimento. Antes de culpar o trabalho dos garçons sobre a demora do serviço, ele resolveu comparar as câmeras do sistema de vigilância que grava tudo o que acontece ali há mais de 10 anos. 

O interessante é que o gerente comparou um vídeo de 2004 com 2014. 10 anos de muita mudança, não no número de clientes do restaurante, mas no comportamento das pessoas. Abaixo está uma transcrição divulgada pelo estabelecimento após a descoberta.









Fonte: Awebic

09 outubro 2014

TECNOLOGIA: Uma em cada três crianças do Reino Unido possuem um tablet

Uma pesquisa realizada em outubro de 2013, solicitada pela reguladora de telecomunicações do Reino Unido, a Ofcom, destacou o aumento do uso de tablets entre as crianças. Não é novidade que essa tendência continuou neste ano, e vai continuar nos próximos. Agora, em 2014, a Ofcom descobriu que 1 em cada 3 crianças do Reino Unido são donas do seu próprio dispositivo de acesso à internet.

Dentre as crianças da faixa etária de 5 a 15 anos, a Ofcom descobriu que um terço (34%) agora possuem seus próprios tablets, em vez de utilizarem os aparelhos de seus pais ou das escolas. Um crescimento de 19% em comparação a 2013.

Os menores também estão nessa tendência. Entre crianças de 3 a 4 anos, aproximadamente 1 em cada 10 (11%) possuem seus próprios aparelhos, um crescimento de 3% comparado ao ano passado. Nesse relatório de 2014, também consta uma nota que o dobro das crianças entre 5 e 15 anos usam o tablet para acessar a internet (42% contra 23% de 2013).

O relatório argumenta que esses fatores podem implicar no futuro dos notebooks e PCs. De acordo com a Ofcom, desde o início de suas pesquisas anuais (2005), o uso desses outros dispositivos cai, ano a ano, em 3%. Enquanto isso, o número de smartphones nas mãos das crianças permanece estável - 20% entre 8 a 11 anos possuem, e 65% entre 12 a 15 anos.

Os tablets estão substituindo as TV's nos quartos das crianças, de acordo com o relatório da Ofcom. Em 2009, 66% das crianças do Reino Unido possuíam TV em seus quartos, e agora em 2014, esse número caiu para 46%. Ao mesmo tempo, a proporção de crianças assistindo programas de TV nos seus tablets está crescendo - 15% em 2013 para 20% em 2014.





Uso das mídias sociais pelas crianças:

O relatório de 2014 da Ofcom também explora as mídias sociais que as crianças do Reino Unido utilizam, e dá uma luz sobre a popularidade das diversas ferramentas digitais que existem hoje e que atraem esse público. 

* O Facebook é o mais popular entre as crianças. 96% do público possui um perfil no site (proporção que se manteve praticamente inalterada desde 2011).

Enquanto isso, outras redes sociais estão virando febre entre os pequenos: Instagram, SnapChap e WhatsApp estão se tornando cada vez mais populares, de acordo com a pesquisa - mesmo que a proporção seja menor se comparada ao Facebook. Dentre essas mídias, o Instagram conquistou recentemente o maior nicho de usuários no Reino Unido, logo atrás do Facebook. 

26% das crianças utilizam SnapChat e 20% o WhatsApp. O Instagram e o WhatsApp são propriedades do Facebook, enquanto que o SnapChat é um aplicativo independente, e pretende ficar assim.

E quanto ao Twitter, a pesquisa da Ofcom detectou que, entre as crianças do Reino Unido, seu uso caiu depois de três anos de crescimento. De 37% de uso no ano passado, caiu para 28% em 2014. Da mesma forma, o YouTube, comandado pelo Google, também caiu um pouco no uso, de 26% para 22%.

O relatório da Ofcom salienta que os novos aplicativos enxergam oportunidade e conseguem espaço no uso diário dessa nova geração de internautas.





Fonte: TechCrunch

06 outubro 2014

TEDx: O futuro da moeda de marca

Paul Kemp-Robertson é um publicitário que nos apresenta e nos faz refletir sobre uma nova geração do dinheiro, sustentada pelo comércio mas em nome de uma marca privada.

Companhias aéreas, Starbucks, Nike e P&G são exemplos de empresas que estão alavancando o futuro "sem bancos" do dinheiro. Paul questiona: Será que a história está se repetindo?

Palestra interessante e polêmica do TEDxGlobal 2013 sobre o quanto os consumidores confiam nas marcas.







05 setembro 2014

INOVAÇÃO: Disney quer usar drones nos parques

Se a Disney ainda não é o lugar mais mágico do mundo, em breve ela será, sem dúvidas. O mega parque de diversões fez três diferentes pedidos de patentes para usar os DRONES dentro dos parques. (Para saber mais sobre essa tecnologia: TechTudo).

Nesse pedido, a Disney listou três diferentes casos de uso dos drones. O primeiro seria para articular e sustentar os marionetes dos personagens da Disney. No desenho, é mostrado algo semelhante aos flutuadores infláveis em um deslife suspensos por drones.



O segundo caso de uso dos drones seria para substituir os fogos de artifício que a Disney sempre utiliza para as atrações nos parques. Esses drones estão sendo chamados de "fixels", que seriam "floating pixels" (pixels flutuantes).



No terceiro pedido, a Disney descreve sobre grandes projetores aéreos. De acordo com a patente, os drones voariam juntos como uma frota carregando telas de projeção, também com o propósito de mostrar show de imagens, cores e luzes!


A Disney explica no pedido que os drones proporcionariam uma melhoria significativa nas suas ofertas de entretenimento. Ela se justifica considerando que, atualmente, os marionetes aerotransportados têm pouco ou nenhum movimento de articulação, enquanto que os fogos de artifício são difíceis de reproduzir, além de claro, serem perigosos.

Os drones se tornaram muito mais do que armas usadas no serviço militar. Agora, as pessoas podem comprar seus próprios mini-drones e as empresas, como a Amazon e, em breve, a Disney, estão usando para melhorar sua eficiência.


Fonte: Techcrunch

22 agosto 2014

TENDÊNCIA: Tenha uma miniatura sua impressa em 3D

R$ 150 a R$ 899 é a faixa de preço que você pode pagar para ter uma miniatura sua feita em uma impressora 3D. No momento, pelo menos duas empresas já estão oferecendo esse serviço, a MiniYou e a Avatoys.

A Avatoys abriu um quiosque no Shopping Morumbi, em São Paulo,  na última quinta-feira (21 de agosto). Ao chegar no local, o interessado é escaneado por 15 segundos na pose desejada. Depois, as imagens registradas são enviadas a um computador que precisa de 50 minutos para processá-las. Uma impressora 3D imprime a miniatura em até 4 horas, feita de um pó composto de gesso, plástico e outros materiais. Após a aplicação de resina protetora, o objeto está pronto para ser retirado! O prazo de entrega é de até 5 dias úteis.

"Já estamos pensando em abrir lojas em outras partes de São Paulo e no resto do país", afirmou Caio Alegre, fundador e diretor-geral da Avatoys, em entrevista a EXAME.com. A empresa oferece miniaturas de 10, 12 e 14 centímetros.

Além da Avatoys, podemos encontrar no Brasil a empresa MiniYou, que está em funcionamento há um mês em um estúdio em Santana, na zona Norte de São Paulo. Ela usa esse serviço de impressoras 3D com uma tecnologia parecida e planeja abrir três espaços em shoppings paulistanos até o fim do ano. "Já vendemos mais de 100 miniaturas" afirmou Raquel Topgian, uma das diretoras da MiniYou, em entrevista à EXAME.com.

Segundo Raquel, o modelo de miniatura mais vendido pela MiniYou é o de 18 centímetros, que custa R$ 699. "Quanto maior é, mais real parece", explica ela. Outros formatos de miniaturas são oferecidos pela empresa: de 10, 14 e 20 centímetros.

E aí, vai querer a sua?





Fonte: EXAME

02 julho 2014

INOVAÇÃO: Impressora 3D sustentável que reutiliza garrafas PET

Uma inovação tecnológica, apoiada pela Coca-Cola e pelo cantor Will.i.am, transforma garrafas PET utilizadas em novos objetos. 

A 3D Systems é uma empresa eco-friendly que, desde 2011, tem dado atenção ao Ekocycle Cube, uma impressora 3D que reutiliza o plástico pós utilizado para compor uma variedade de modelos em três dimensões para impressão.

Esse avanço tecnológico tem capacidade para imprimir objetos de até 15 centímetros e resolução de 0,07 milímetros. O aparelho tem cartuchos que são compostos por aproximadamente 25% de plástico reciclado, equivalente a três garrafas PET reaproveitadas. A impressão é feita com auxílio de um aplicativo de celular que envia as imagens a Ekocycle, que podem ser impressas nas cores natural, vermelho, branco e preto, além de formatos já prontos em desenhos, como anés, palhetas e cases para celular.

A expectativa é que o produto seja lançado no segundo semestre deste ano, no valor de US$ 1.200,00.







Fonte: Hypeness

29 maio 2014

TECNOLOGIA: Mais uma ótima invenção para aprender novas línguas

Dessa vez, o aprendizado de inglês acontece nas nossas "horas de lazer", assistindo nossa série favorita ou o qualquer filme. A invenção agora é da Fleex, uma startup francesa que fornece legendas customizadas para auxiliar no conhecimento do idioma.

A ferramenta disponibiliza diferentes níveis de tradução. Os estudantes começam sempre no primeiro nível e assistam ao programa com duas legendas: uma no idioma em inglês e outra no seu idioma nativo. A ideia dos níveis de dificuldade é selecionar os diálogos mais fáceis, deixando-os para o entendimento do aluno, e quando o diálogo é mais complicado as legendas são disponibilizadas.

Também é possível pausar o vídeo, ver o significado de uma palavra específica e salvar alguns vocábulos ou expressões. 

Para utilizar o Fleex, o usuário paga uma mensalidade de 4,90 euros. Dentre os idiomas, encontramos o português de Portugal. 

Tá ficando cada vez mais fácil e divertido :)





Fonte: B9

15 maio 2014

GASTRONOMIA: Chef Me: para quem gosta de uma boa refeição em boa companhia.

Ligado na tendência do encontro entre amigos para desfrutar de uma boa refeição em boa companhia, o empreendimento IDEA São Vicente criou um projeto de lançamento inédito em Porto Alegre.

O projeto Chef Me é um encontro em casa com 1, 3 ou 5 amigos para cozinhar e curtir uma deliciosa receita de forma muito prática. Os pratos foram criados e estão sendo divulgados por personalidades bacanas da capital. 

A ação acontece através do cadastro no site, onde se pode encontrar um vídeo explicativo. O anfitrião digita seu endereço e seus dados e convida os amigos, e eles ficam sabendo do convite através da sua timeline do Facebook. Basicamente: escolher a data específica e o número de amigos, convidar a turma e selecionar a receita. Com a confirmação de todos, o evento está marcado!

E o papel do Chef Me? Entregar em casa todos os ingredientes da receita, lavados, picados, cortados e embalados na quantidade certa para o número de pessoas: sem desperdício! Os ingredientes frescos chegam prontos para serem preparados pelo chef da casa.

E o melhor de tudo, o Chef Me é 100% gratuito. Confira o site para maiores detalhes e para participar.


07 maio 2014

TECNOLOGIA: Explore o interior dos lugares com o Google

O Google lançou no Brasil na última terça-feira, 06 de maio, mais um serviço online para facilitar nossas vidas. 

O Google Indoor Maps é uma ferramenta que mostra a planta baixa de 15 aeroportos, 11 estádios de futebol e mais de cem shopping centers, explorando o interior desses estabelecimentos em mais de 50 cidades do país. Ao navegar no recurso, podemos identificar onde fica determinadas lojas, restaurantes, escadas, elevadores e saídas para o estacionamento.

O acesso ao novo recurso é a partir do Google Maps e pode ser feito pelo site ou pelo aplicativo no smartphone. Mais facilidade ainda é que em lugares com mais de um andar é possível ver o que há em cada piso. Para visualizar a planta do local, é preciso estar na opção "Mapa" do serviço. 

O Google Indoor Maps já é sucesso em 19 países. 



Fonte: G1

14 fevereiro 2014

FOTOGRAFIA: Russos corajosos no clique

A onda da fotografia arriscada dos russos continua. Dessa vez, o fotógrafo Kirill Oreshkin , de Moscou, escalou prédios altíssimos sem nenhum equipamento e procurou lugares distantes do chão para conseguir seus melhores cliques. Apenas pelo prazer de estar nas alturas.

As #selfies mais corajosas!

Confira. Quem sabe se não vai servir de inspiração?








Fonte: Megacurioso

17 dezembro 2013

DESIGN: A cor de 2014


Radiant Orchid 18-3224 (Orquídea Radiante) será a cor de 2014, um tom de roxo cativante, mágico, enigmático. Segundo a diretora executiva do Pantone Color Institute, Leatrice Eiseman, a cor é um convite para a inovação, estimulando a criatividade e a originalidade expandida, que é cada vez mais valorizada na sociedade atualmente. 







Curtiram a cor de 2014?
E para relembrar as cores dos anos anteriores, segue a tabela e a imagem abaixo:

PANTONE 17-5641 Emerald (2013)
PANTONE 17-1463 Tangerine Tango (2012)
PANTONE 18-2120 Honeysuckle (2011)
PANTONE 15-5519 Turquoise (2010)
PANTONE 14-0848 Mimosa (2009)
PANTONE 18-3943 Blue Iris (2008)
PANTONE 19-1557 Chili Pepper (2007)
PANTONE 13-1106 Sand Dollar (2006)
PANTONE 15-5217 Blue Turquoise (2005)
PANTONE 17-1456 Tigerlily (2004)
PANTONE 14-4811 Aqua Sky (2003)
PANTONE 19-1664 True Red (2002)
PANTONE 17-2031 Fuchsia Rose (2001)
PANTONE 15-4020 Cerulean (2000)




Fonte: Comunicadores

05 dezembro 2013

TENDÊNCIAS: 7 tendências de consumo para aplicar em 2014

Não importa o mercado ou o setor em que você atue, se a sua obsessão for atender a necessidades, desejos e expectativas sempre em evolução dos consumidores, você irá prosperar até no meio dos distúrbios globais mais malucos, sejam quais forem eles. Isso vale para 2014, 2015, 2016 e todos os anos seguintes.
Mas, como o começo do ano é o momento em que muitos profissionais estão fazendo um esforço extra para imaginar, planejar e criar, o site Trend Watching decidiu apresentar um punhado de tendências de consumo que estão implorando para serem aplicadas nos próximos 12 meses.


1. GUILT - FREE STATUS
Por que, em 2014, "não sentir culpa" é o novo símbolo de status.

Um número crescente de consumidores já não pode mais fugir da consciência dos danos causados por seu consumo: ao planeta, à sociedade, ou a si mesmos. Mas uma mistura de indulgência, vício e condicionamento significa que a maior parte das pessoas ainda não é capaz de mudar substancialmente seus hábitos de consumo. O resultado? Uma espiral de culpa sem fim.

E isso cria oportunidades emocionantes para marcas que combinem o enfrentamento a esta espiral de culpa com a busca infinita por status por parte dos consumidores (busca essa que continua sendo a maior força motora por trás de todos os comportamentos de consumo).

De fato, o GUILT-FREE STATUS vai ser o máximo da indulgência em 2014. É hora de criar produtos e serviços que forneçam uma dose de status sem culpa, da seguinte forma:

Conhecido por todos. Produtos GUILT-FREE emblemáticos e bem conhecidos como o Tesla Model S vão agir como sinais de alta sustentabilidade instantaneamente identificáveis.

Visivelmente sem culpa. Produtos de alto status, chiques ou na moda que apresentam sustentabilidade, ética ou saúde visível vão oferecer uma dose instantânea de GUILT-FREE STATUS. Busque inspiração nos tapetes da Nudie, feitos com jeans reciclados.

Com história. Se um produto ou serviço não for conhecido nem visível, vai precisar de uma boa história GUILT-FREE que seu proprietário possa contar aos outros (e impressioná-los).

Atenção: esta tendência NÃO tem nada a ver com GUILTWASHING (OU FALSO GUIL-FREE). Reais benefícios para as pessoas e o planeta são o âmago dos SÍMBOLOS DE GUILT-FREE STATUS, e não um papinho de marketing ou brincadeira com as ansiedades das pessoas.

2.CROWD SHAPED
A multidão conectada chega à maioridade em 2014.

Em 2014, mais gente vai reunir seus dados, perfis e preferências em grupos (pequenos e grandes) para dar forma a novos bens e serviços.Por meio de mídias sociais, históricos de internet, comércio eletrônico, listas de leituras/seriados/filmes e músicas, serviços de GPS dos smartphones, além de outras coisas, consumidores conectados estão criando amplos perfis e deixando para trás rastros de dados que dizem respeito a tudo: de suas preferências musicais a seus deslocamentos diários. Até aí, nenhuma novidade.

Agora, 2014 verá duas certezas:

As tecnologias que facilitam a criação e o compartilhamento passivo dos fluxos de dados que vão se tornar cada vez mais onipresentes (sim, nós vamos dizer: Google Glass).

As expectativas dos consumidores se ampliam – mais uma vez – por meio dessa onipresença.

Isso significa que o pessoal conectado chegou à maioridade, por meio do CROWDSHAPING: novos produtos e serviços adaptados de acordo com as preferências ou comportamentos agregados de grupos (grandes e pequenos) de consumidores, da maneira como são expressados por meio de seus dados.

Dois tipos de CROWDSHAPING para observar (e aproveitar):

CROWDSHAPING DE PEQUENO PORTE: Formatação (e reformatação) em tempo real de um serviço, de acordo com as preferências das pessoas em um escritório, em um restaurante, em um avião: em qualquer lugar, neste exato momento. Os consumidores podem não se importar com a tecnologia que faz com que o CROWDSHAPING seja possível, mas irão sim se importar com a relevância proporcionada por isso – por meio da acomodação de suas próprias preferências – e por um modo novo de descoberta por meio das preferências recém-experimentadas por pessoas como eles. Veja como o CheckinDJ (abaixo) atende a estas duas premissas.

CROWDSHAPING DE GRANDE PORTE: Serviços redesenhados a partir da inteligência gerada pelos dados agregados sobre as preferências ou comportamento de grandes números de consumidores. Um próximo passo para o bom e velho crowdsourcing. Os consumidores obtêm um serviço mais funcional e eficiente, formatado não pelas opiniões da multidão, mas pela maneira como as pessoas de fato se comportam. E – diferentemente de várias soluções de crowdsourcing existentes hoje em dia – isso acontece sem esforço, por meio do compartilhamento passivo de seus dados. Foi isso que a IBM fez quando promoveu melhorias nas rotas de ônibus na África, fazendo uso do CROWDSHAPED.

Certo, nós sabemos: privacidade! Mas faça com que a coleta e o uso dos dados seja transparente, e muita gente vai receber os benefícios de bom grado*.

Uma alternativa é mergulhar na contra-tendência NO DATA, que também está implorando para ser aplicada em 2014.

3.MADE GREENER BY/FOR CHINA
Por que, em 2014, as ações de inovação ecológicas estarão na China.

Em 2014, as percepções da China darão mais uma guinada importante, na medida em que os consumidores se derem conta de que o país está se transformando, com rapidez, no epicentro de inovações ecológicas verdadeiramente inovadoras e superiores*.

* Junto com marcas chinesas líderes de mercado em setores como tecnologia móvel, luxo e moda (de WeChat a Bosideng, de Shang Xia a Xiaomi e outras) que são simplesmente MADE BETTER IN CHINA (FEITAS MELHOR NA CHINA).

Essa mudança será impulsionada pelas iniciativas incansáveis e em larga escala da China para tratar de enormes desafios ambientais como energia, transporte, construção e outros.
Na verdade, a ideia entre muitos consumidores no mundo todo de que as marcas chinesas ficam para trás no quesito do pensamento ecológico talvez seja uma das últimas grandes vantagens competitivas de que as marcas "ocidentais" ainda desfrutam.

Quando esse preconceito for derrubado, em 2014, uma das últimas barreiras que afasta as marcas chinesas dos consumidores globais cairá por terra. Este é apenas mais um pequeno, porém fundamental, momento no re-mapeamento do consumo global.

4. MYCHIATRY
Por que, em 2014, a mente será o novo corpo

Em 2014, o interesse dos consumidores por produtos e serviços "Quantified Self" vai continuar a crescer na medida em que relógios inteligentes e outros produtos poderosos de tecnologia para vestir (de preço acessível) chegam ao mercado.

Até agora, boa parte da atenção do setor tem se voltado à saúde física. O próximo passo? Os consumidores vão cada vez mais ver seus smartphones como aparelhos que fornecem assistência total a seu estilo de vida. Técnicas aprimoradas de "auto-tratamento", desenvolvimento em tecnologias de detecção de estresse e a penetração quase total dos smartphones em vários mercados significa que os consumidores vão cair de boca em inovações que ajudem a acompanhar e melhorar o bem-estar mental também.

Dois tipos de consumidores que alimentam esta tendência:

Aqueles para quem a saúde mental (assim como a forma física, o progresso da carreira e as conquistas acadêmicas) é uma nova marca de sucesso, mais uma área em que podem superar seus colegas e amigos.

Os consumidores sem tempo, com trabalho demais, estressados e tomados pela ansiedade, para quem as inovações MYCHIATRY oferecerão o alívio tão necessário das pressões da vida moderna.

E não importa o setor em que você atua, a tendência MYCHIATRY deve suscitar muita conversa a respeito dos rumos futuros da megatendência de fortalecimento do consumidor e do autosserviço por meio da tecnologia.

Seja lá qual for o desfecho, os consumidores estão apenas uma "app store" de distância de dar um gás em sua felicidade cotidiana.

Observação: Claro, não estamos sugerindo que a MYCHIATRY seja uma solução adequada às necessidades de saúde mental de todos, nem que deve substituir o aconselhamento médico.

5. NO DATA
Por que, em 2014, oferecer ótimos serviços sem coleta excessiva de dados vai garantir
a confiança dos consumidores e os lucros não vão demorar a vir na sequência.

No ano passado, ao apresentar o DATA MYNING, nós avisamos:

“A fronteira entre marcas que oferecem serviços válidos (e idealmente quase invisíveis) e aquelas que sufocam consumidores com ofertas agressivas de serviços assustadores é uma linha muito tênue. Sim, compradores gostam de se sentir servidos, mas não querem se sentir observados.”

Bom, como 2013 testemunhou uma enxurrada aparentemente sem fim de marcas que sofreram “quebras de privacidade” e revelaram assim informações sobre os seus consumidores, além das ações que vazaram de uma agência do governo (que provavelmente está lendo isto por cima do seu ombro agora mesmo); hoje não é apenas uma minoria paranóica que está tendo chilique. Destacamos o fato de que dois dos maiores provedores de comunicação criptografada do mundo (Lavabit e Silent Circle) tiveram de encerrar seus serviços de e-mail porque já não se sentiam mais capazes de garantir a privacidade em relação às agências governamentais. Eles (infelizmente) perceberam que, uma vez que os dados eram coletados, estes poderiam ser acessados. Isto tudo leva a oportunidades em 2014 para marcas SEM DADOS: marcas que simplesmente oferecem ótimos serviços ao mesmo tempo em que orgulhosamente deixam de coletar dados pessoais (e fazem muito alarde deste fato).

Algumas estatísticas:

82% dos consumidores globais acreditam que as empresas coletam informações demais sobre eles.
(Adobe, junho de 2013)

86% dos usuários de internet dos EUA tentaram remover ou mascarar suas atividades online, apesar de apenas 37% deles acreditarem que é possível permanecer completamente anônimos online.
(Pew Research Center, setembro de 2013)

93% dos usuários de email acreditam que deveria ser possível optar por não ter o conteúdo de suas mensagens escaneadas para oferecimento de propaganda personalizada.
(GfK & Microsoft, novembro de 2013)

O desafio das empresas vai ser encontrar equilíbrio entre os benefícios muito reais da coleta e utilização de dados (recomendações, vendas cruzadas, personalização, renda de anúncios acentuada e mais) e conquistar a confiança de consumidores cada vez mais HACKEADOS. 

Por que não colocamos exemplos nesta tendência? Porque o SEM DADOS é tão contra as estratégias de dados que sejam "GRANDES, MAIORES, ENORMES" que atualmente dominam o mundo dos negócios, que simplesmente não encontramos ninguém fazendo isto bem... por enquanto!

Então, qual será a grande marca B2C que vai fazer do SEM DADOS uma promessa central em 2014 e simplesmente oferecer "Ótimo serviço para todos, o tempo todo – sem que você precise compartilhar seus dados"?


6. THE INTERNET OF CARING THINGS
Como os objetos conectados vão se centrar nas pessoas em 2014.

Na mídia (e em incontáveis laboratórios de inovações por todo o mundo), a Internet das Coisas em 2014 vai continuar tratando das mesmas coisas que em 2013: enormes números e, bem, coisas.

E quando falamos “enormes”, queremos dizer:

A Internet das Coisas vai agregar USD 1,9 trilhão de valor econômico à economia global em 2020.
(Gartner, outubro de 2013)

Em 2009, havia 2,5 bilhões de aparelhos conectados, em sua maior parte, eletrônicos pessoais como celulares e PCs. Em 2020, haverá até 30 bilhões de aparelhos conectados, sendo que a maior parte será de produtos.
(Gartner, outubro de 2013)

Mas algo a mais também vai acontecer: você vai ver inovações pipocarem a torto e a direito, centradas ao redor da Internet das Coisas que CUIDAM.

Tudo que for excepcional que os "objetos conectados" possam fazer pelos consumidores, seja monitorar ou aprimorar a saúde, ajudá-los a economizar dinheiro ou a executar tarefas, será recebido com alegria no ano que vem e nos anos que estão por vir.

Ah, e caso você queira dar início à sua própria tendência, nada o impede de cunhar seus próprios sufixos para a Internet das Coisas em 2014. Internet das Coisas Móveis? Internet das Coisas Seguras? Internet das Coisas Urbanas? Internet das Coisas Adoradas e Caras? O espaço é todo seu!

7. GLOBAL BRAIN
Por que os nossos novos Trend Bulletins grátis e "locais" vão manter você
totalmente informado, a respeito do que é "glocal".

Em 2014, a arena de consumo vai ficar ainda mais global, local, plana, cosmopolita e assim por diante. E isso significa que, todos os dias, você pode esperar uma orgia de inovações atraentes para os consumidores, surgindo de todos os cantos do globo.

Por isso, além deste Trend Briefing Mensal, o site Trend Watching tem o prazer de anunciar os novos Trend Bulletins feitos pela e para Ásia, África e Américas do Sul & Central. Abaixo, apresentamos apenas um punhado das tendências que aparecem exclusivamente nas edições que estão por vir:

CIVICSUMERS: Por que os consumidores das Américas do Sul & Central vão se mexer por mudanças sociais em 2014. 


FABA - For Africa, By Africa: Soluções africanas para desafios africanos, feitas do jeito africano. 


FAITHFACTURING: Como práticas centenárias ligadas à fé vão se adaptar para refletir o estilo de vida dos asiáticos de hoje. 



E isto nos leva ao ponto mais importante… Observar tendências tem tudo a ver com sua aplicação. Se você não usar as tendências de consumo para inspirar inovações lucrativas, elas passam a ser apenas coisas que "são legais de saber".



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