13 novembro 2007

MARKETING - Lançamento Adidas

Fonte: Portal da Propaganda

Neste domingo, 11 de novembro, atletas patrocinados pela Adidas, como o inglês Steven Gerrard, do Liverpool, estiveram presentes no lançamento da nova Predator Power Swerve, em Paris. Na ação, uma caixa gigante da chuteira, com 11 metros de altura, localizada próxima à Torre Eiffel, foi aberta pelos atletas para apresentar o novo produto. Dentro da embalagem, eles encontraram uma réplica da nova geração da linha Predator, com sete metros de altura. Durante o evento, Gerrard e outros jogadores, como Reina e Voronin, também do Liverpool, receberam exemplares do lançamento e escreveram, na grande caixa, conselhos para os futuros jogadores. As frases estarão presentes também nas caixas das novas Predator, que chegam ao Brasil em março.





13/11/2007


CONSTRUÇÃO CIVIL - Lançamentos residenciais poderão chegar a R$ 50 bilhões em 2008

Fonte: Zero Hora

O mercado imobiliário brasileiro deverá bater recorde em 2008. O valor de lançamentos residenciais no país poderá chegar a R$ 50 bilhões, conforme previsões da Cyrela, uma das maiores empresas do setor. O número é 40% superior a este ano.
É dinheiro suficiente para erguer uma cidade com 2 mil torres de edifícios de classe média ou despejar 600 mil apartamentos populares de uma vez só. Neste ano, 14 empresas do ramo residencial lançaram ações em bolsa. Depois de se capitalizarem, agora elas têm pressa para fazer esse dinheiro girar rápido e dar retorno ao investidor. As empresas de capital aberto prevêem vendas de, pelo menos, R$ 30 bilhões para 2008.
E existe demanda para tudo isso, segundo análises do mercado. Os financiamentos imobiliários representam 2% do Produto Interno Bruto no Brasil, contra 12% no México e 100% nos Estados Unidos. Com a queda dos juros e a disposição dos bancos em alongar os prazos, o brasileiro deve acompanhar o ritmo. Esse percentual pode ficar entre 10% a 15% em cinco anos, estimam as empresas.
13/11/2007

TECNOLOGIA - Falta preparo de empresas para mídias digitais

Fonte: Infomoney

Levantamento da Accenture, consultoria global de gestão, tecnologia e tercerização, mostrou que, apesar das empresas reconhecerem a força da mídia digital, elas não estão prontas para lidar com os internautas. De acordo com a pesquisa, realizada com 70 CEOs mundiais de empresas ligadas às áreas de mídia, sobre o papel de novos canais de comunicação para a promoção de seus produtos e serviços, 97% dos empresários acreditam que a propaganda do futuro está nas mãos dos consumidores que, cada vez mais, preferem utilizar mídias como a TV de banda larga, a internet e os celulares, informou o site InfoMoney.
O estudo apontou que 43% dos entrevistados acreditam que os modelos de anúncio feitos atualmente devem sofrer alterações drásticas nos próximos anos, em referência ao crescimento da publicidade na TV de banda larga (aposta de 22% dos anunciantes), internet (21%) e nos celulares (11%) e à queda das expectativas em relação aos anúncios em televisão aberta (33%) e a cabo (11%).
No entanto, as mesmas empresas que votam nas mudanças estão pouco preparadas para lidar com o cenário. O levantamento apurou que apenas 13% dos entrevistados responderam que estavam preparados. "Neste contexto, e para ganhar espaço no mercado, as empresas esperam gerar receitas ao oferecer uma experiência rica em vídeos e conteúdo", explica o executivo responsável pela área de mídia e tecnologia da Accenture, Petronio Nogueira.
Os empresários entrevistados disseram estar preocupados em contar com pessoas que estejam dispostas a atuar neste novo cenário de negócios (25%), que sejam competentes (22%) e comprometidas (11%). "As empresas têm buscado novas maneiras de interagir com seus clientes."
12/11/2007

CONSTRUÇÃO CIVIL - Retrofit aparece como solução para empreendimentos antigos em áreas nobres.

Fonte: Construção mercado 76 - novembro 2007



O aquecimento do mercado imobiliário e a capitalização de muitas empresas fizeram com que terrenos se tornassem um item disputado em áreas com alto índice de edificações. A carência já é sentida nas regiões metropolitanas das cidades de São Paulo e também do Rio de Janeiro. Um dos possíveis caminhos para áreas com terrenos inflacionados é o retrofit.

Esse é um processo de modernização do imóvel existente por meio de atualizações das antigas e implantação de novas estruturas - solução comum nas edificações européias. "As pessoas estão voltando a falar disso", afirma Carmem Wallerstein, gerente-geral de condomínios do Grupo Hubert. Entretanto, Ricardo Guedes Teixeira, diretor da unidade de edificações imobiliárias da Método Engenharia, afirma que algumas vezes a complementação com construções novas é intensa e pode descaracterizar esse processo e transformar o local em um produto imobiliário novo. "Você precisa respeitar a área. Se não fizer isso, ficará caro", diz Teixeira.

Esse processo inverte o paradigma de trabalho da engenharia convencional ao partir de um elemento já construído e que impõe limitações aos executores. Um galpão com pé-direito alto pode ser utilizado para um auditório, por exemplo. Entre os projetos da Método, há o retrofit de uma fábrica em Barueri (Grande São Paulo) da falida Engesa (empresa do setor de defesa) para abrigar o Head Office da rede de supermercados Wal-Mart.

O baixo índice de vacância em bairros renomados das metrópoles não inibe o consumidor que deseja adquirir um imóvel na área. Em muitas dessas regiões, há diversos empreendimentos antigos que viabilizam o retrofit. "É necessário ter um valor de venda compatível com um bairro nobre, um valor diferenciado para poder caber na equação, pois o investimento é alto", adverte Teixeira. Apesar disso, o diretor constata que anteriormente havia uma consulta ao ano para esse processo, hoje, ele recebe de duas a três por mês. Carmem revela que o Grupo Hubert foi recentemente consultado por uma incorporadora para uma ação semelhante e que há grande possibilidade de concretizar o negócio. Na cidade de São Paulo, os bairros Itaim, Jardins, Moema e Vila Nova Conceição são apontados como os mais interessantes.

O edifício Panorama é um exemplo. Por meio de investimentos da SPE (Sociedade de Propósito Específico) Panorama, a Método adquiriu um imóvel comercial no nobre e disputado bairro paulistano Vila Nova Conceição. O edifício não se adaptava ao fim almejado e, após estudos, executou-se o retrofit. A atualização também modificou a função do local de comercial para residencial. "Hoje são apartamentos residenciais com pelo menos 360 m2 e vista para o parque do Ibirapuera em uma área Z1", diz Teixeira.

No Rio de Janeiro, há um movimento de aquisição de edifícios antigos e deteriorados na região central - dominada pelo mercado financeiro. Ainda que de forma tímida, muitos deverão ser retrofitados.
13/11/2007

08 novembro 2007

BUSINESS - Pedidos de falências registram queda de 23% no ano

Fonte: InfoMoney


O número de falências decretadas também registrou diminuição no período analisado, de 23,7%, passando de 1.690 nos dez primeiros meses de 2006 para 1.289 em 2007. Já os pedidos de falências no país registrou queda de 43% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2006. Os dados foram divulgados pela Serasa nesta quarta-feira (7), informou o site InfoMoney.
Conforme o levantamento, houve um total de 215 requerimentos, contra 377 em igual período do ano passado. As falências decretadas também registraram recuo (5%) no período analisado: foram 114, contra 120 decretos no décimo mês de 2006.

Em outubro, os pedidos de recuperação judicial ficaram em 25 eventos, o que representa um acréscimo de 38,9% em relação aos 18 requerimentos do ano anterior. Com relação às recuperações deferidas, foram 20 em outubro, contra 16 no mesmo mês de 2006, o que representa aumento de 25%.

Quanto às falências requeridas, foram registrados 2.356 eventos, de janeiro a outubro de 2007, o que corresponde a uma queda 34,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado, quando esse número foi de 3.582.

Segundos os técnicos da Serasa, os fatores que proporcionaram a queda das falências e o aumento das recuperações no período foram o crescimento da atividade econômica, em razão das melhores condições do mercado de trabalho (renda e emprego) e de crédito (maior volume de recursos e prazos mais longos).

A Nova Lei de Falências também influenciou o indicador, já que as empresas que passam por dificuldades financeiras, ao invés de pedirem falência, entram com o processo de recuperação judicial, garantindo a continuidade dos negócios.
07/11/2007

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