05 junho 2008

COMPORTAMENTO - Estudo retrata hábitos de consumo dos brasileiros.

Fonte: Meio&Mensagem

Em sua 9ª edição, o estudo do Ibope Mídia, que também identifica os planos dos brasileiros para os próximos anos, revelou que para o consumidor o que motiva a compra são as experiências anteriores.
A 9ª edição do Target Group Index - estudo do Ibope Mídia realizado a cada seis meses que traz um retrato do comportamento e dos hábitos de consumo da população - analisou diversas categorias de produtos junto a indivíduos na faixa etária entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, com o intuito de acompanhar as tendências de consumo dos brasileiros.
Os resultados obtidos este ano mostram que as maiores fontes de informação para decisões de compra são, em primeiro lugar, as experiências anteriores e, logo na seqüência, opinião da família e de amigos.
Quando perguntados sobre as principais fontes para pesquisas de produtos, internet e jornal apotam como seus destaques as categorias carros e eletrônicos. Entre as revistas, o destaque está nos produtos e serviços que remetem à vida saudável, como exercícios e alimentos, por exemplo. O meio que mais se destaca como fonte de informação para a compra de eletrônicos, produtos para casa e alimentos continua sendo a TV.
Uma das novidades que apareceram na pesquisa foi em relação à influência do ponto-de-venda no momento da compra, que se mostrou eficiente principalmente em relação aos jovens na hora de escolherem um roupa. A 9ª edição também incluiu perguntas sobre eventos marcantes na vida das pessoas, como casamento, nascimento do primeiro filho e ingresso na universidade, entre outras. Identificou-se, tomando como base as classes sociais brasileiras, que para brasileiros de 20 a 54 anos, o plano mais importante para os próximos 12 meses é comprar uma casa, e que entre as pessoas que planejam adquiri-la, 47% pertencem à classe C, 28% às classes AB e 25% DE.
Desenvolvido na Inglaterra, em 1968, o Target Group Index é atualmente realizado em 59 países, e chegou ao Brasil em 1999, fruto de uma parceria entre a americana Kantar Media Research (KMR) e o Ibope Mídia. As entrevistas foram realizadas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste.
05/06/2008

COMUNICAÇÃO - RS não faz propaganda.

Fonte: Baguete

Estudo da QualiData, realizado em parceria com a ESPM, revela que 37% das empresas gaúchas não fazem qualquer tipo de propaganda, informa a Gazeta Mercatil. O relatório divulgado nesta quarta-feira, 04, aponta ainda que das 63% que usam a publicidade regularmente, 52% não possuem agência.
O nível de satisfação, para o grupo que utiliza agências, subiu de 7,5% para 8%, no período de um ano. Apesar de 93% declarar satisfação com os serviços prestados, 27% se mostram dispostos a buscar novas opções no mercado neste ano.
Os dados foram coletados no começo do ano em 46 municípios, abrangendo 63% do estado. A margem de erro é de 4,7%, para mais e para menos.
04/06/2008

04 junho 2008

BUSINESS - PMEs aceitam possibilidade de fusão ou aquisição

Fonte: Portal PEGN

As fusões e as aquisições não fazem parte somente da rotina de grandes empresas. A maioria dos proprietários ou sócios de empresas de pequeno porte já aceita negociá-las com investidores. Trata-se de constatação de um estudo da RCS Brasil realizado com 250 pequenas e médias empresas, informou o site InfoMoney.

Segundo a pesquisa, 93% dos empreendedores não descartam a possibilidade de negociar sua companhia ou de participar de um processo de fusão, mesmo que seja ao lado de um concorrente.
O sócio da divisão de corporate finance da RCS Brasil, Mauro Johashi, explica que, se ainda há uma resistência por parte das pequenas empresas no que se refere à venda do negócio ou à sociedade com uma concorrente, os motivos são dois. Em primeiro lugar, muitas dessas organizações são familiares.

Em segundo, há um grande valor sentimental por parte do dono. "Por conta desses fatores, era muito difícil que os pequenos e médios aceitassem vender ou fundir o seu negócio, mas vemos que a cultura está mudando e isso já é observado como estratégia importante de crescimento", diz Johashi.

Na opinião do consultor, o que mais atrai empreendedores, no caso das fusões, é a possibilidade de aumentar o market share e crescer muito, em um curto espaço de tempo. "Já no caso das aquisições, a tentação de receber uma grande quantia pelo negócio e poder até investir os recursos em um novo empreendimento é o que mais seduz os empresários".

"Outro incremento aos processos de fusões e aquisições é a qualificação do Brasil para Investment Grade, que irá ampliar a entrada de investimentos diretos no País, os quais, com certeza, também serão direcionados para pequenas e médias empresas", completa.
04/06/2008

CONSTRUÇÃO CIVIL - Projeto de Lei propõe indenização por obras em atraso

Fonte: Construção & Mercado

Sinduscon-SP declara preocupação já que muitos fatores de atraso independem das construtoras.
Se aprovado, o Projeto de Lei 3.019 vai causar grande preocupação às construtoras. De autoria do deputado Antônio Bulhões (PMDB - SP), o texto propõe que as empresas indenizem seus clientes por atraso na entrega dos empreendimentos.

Bulhões defende o acréscimo de um parágrafo ao artigo 43 da Lei n° 4.591, decretada em 1964, que estabelece, no caso de atraso na entrega da obra, o pagamento de aluguel mensal pelo incorporador ao adquirente do apartamento.

O deputado afirma que o atraso na entrega de um imóvel em construção significa prejuízo para o comprador. O não cumprimento do cronograma acarreta, por exemplo, pagamentos de aluguéis não planejados por parte do cliente. Outro ponto destacado pelo representante é que o comprador é obrigado a cumprir os compromissos assumidos e que não deveria ser prejudicado por atrasos injustificados.

Apesar disso, o texto original publicado em 17 de março não restringe que fatores externos às incorporadoras sejam passíveis de sanções. O relator da CDU (Comissão de Desenvolvimento Urbano), Dep. Carlos Brandão (PSDB-MA), ofereceu parecer favorável à alteração na lei no dia 21 de maio, entretanto, salientou que é necessário efetuar uma emenda para sanar essa questão.

O assessor jurídico do SindusCon-SP (Sindicato da Construção do Estado de São Paulo), Renato Romano, demonstra preocupação com o Projeto de Lei. "As maiores discussões sobre atrasos em obras estão relacionadas a fatores externos como chuva, greves e problemas de entrega de materiais", disse. Romano é categórico ao afirmar que uma indenização seria coerente se não houver justificativa para o atraso. "Se há prejuízo causado de forma deliberada, os consumidores devem ser reparados. Eles não são responsáveis por problemas administrativos, por exemplo".

Outra questão que preocupa o assessor jurídico é o nquadramento das justificativas. "Dependendo da situação, será difícil atribuir a culpa, o que gerará diversas injustiças". Segundo Romano, o SindusCon-SP está monitorando o questão na Câmara dos Deputados.

03/06/2008

02 junho 2008

COMUNICAÇÃO - Comercial da Honda no ar, ao vivo

Fonte: Meio&Mensagem

Exibido na TV inglesa na noite da quinta-feira, 29, a peça exibiu um exercício de pára-quedistas que formaram o nome do anunciante nos ares.
A TV britânica exibiu na noite desta quinta-feira, 29, um comercial ao vivo, que exibiu por três minutos o trabalho de pára-quedistas nos céus da Espanha que se formaram de modo a exibir as letras que formam a palavra Honda.
O anunciante investiu cerca de £500 mil, entre mídia no canal 4, durante o programa Come Dine With Me, além de cachês e até lanches para os profissionais e combustível para o avião. A audiência média foi de 2,2 milhões de telespectadores, considerada um sucesso.
O anunciante teve de lidar com riscos como o fator tempo e a própria execução do delicado movimento, que chegou a ser treinado por 20 vezes, com sucesso.
A idéia foi da agência de mídia da Honda, a Starcom. A ação foi elaborada pela house agency do Channel 4, e não pela agência oficial do anunciante, a Wieden + Kennedy, embora ela seja responsável pela campanha 'Difficult is worth doing', cujo conceito foi utilizado no comercial.
Antes da ação, a Honda lançou uma série de comerciais sobre o skydiving, sem exibir a marca da empresa. As peças falavam sobre as habilidades necessárias para se criar formações nos céus e fazem referência ao site www.difficultisworthdoing.com, que trazia informações sobre o esporte, mas nada sobre a campanha. 'Dar conhecimento sobre o que aconteceria antes, e não depois, da ação, dá substância e autenticidade para o que a Honda queria dizer', afirmou Jonathan Tapper, diretor para a conta da Honda na W&K.

Confira o vídeo no link:
30/05/2008

INEX
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