15 janeiro 2009

COMUNICAÇÃO - Search marketing lidera investimentos

Fonte: HSM Online

Em 2009, o search marketing (ou links patrocinados) vai liderar os investimentos na internet, com melhorias como o refinamento da busca e novas tecnologias para identificar o comportamento de navegação do usuário. Segundo o eMarketer, está previsto um investimento de US$ 10,4 bilhões em anúncios de buscas no mundo - praticamente o dobro do que será investido em banners.
Raul Órfão, diretor geral da Tribo Interactive, ressalta que nos próximos anos as buscas devem se tornar mais pertinentes e focadas. "Há um movimento grande para oferecer às pessoas o que procuram de maneira mais rápida e conhecer melhor seus hábitos de atitudes, para que a mensagem seja mais focada", observa.
O mercado de busca é responsável, conforme Marcelo Sant'Iago, diretor geral da MídiaClick, pela retomada do crescimento da publicidade on-line no mundo todo. "Nos Estados Unidos e Inglaterra, o search marketing é maior do que a soma de todos os formatos de mídia display juntos (banner, vídeo, patrocínio, e-mail e rich media). É nos sites de busca que a batalha final pelo cliente é travada", diz Sant'Iago.
Outra expectativa do mercado é emplacar a publicidade em game. Segundo Raul Órfão, novas tecnologias para games vão proporcionar maior imersão e diversão com a marca. "Há estudos que apontam que determinados conteúdos são mais eficientes dentro de uma linguagem de game, do que na forma de um texto", fala ele.
A Tectoy, que no final do ano passado lançou o videogame Zeebo, aposta que a publicidade será uma das principais fontes de receita do novo console. "Enxergamos um potencial muito grande para advertising nesta plataforma. Vamos comercializar espaço, sim", afirmou Fernando Fischer, diretor-presidente da Tectoy.
Tendências
Independente do formato de anúncio, criar engajamento com o consumidor continuará sendo a principal estratégia para a publicidade na internet. Outra tática será a contextualização da mensagem. "É necessário conseguir engajar o usuário de tal maneira que ele fique entretido com a peça. A publicidade não pode ser intrusiva, tem de ser contextualizada, de acordo com o comportamento de navegação do usuário", diz Peter Gerzai, gerente geral da RealMedia.
De acordo com João Muniz, sócio-presidente da LOV, as ações para celular representam a maior tendência do mercado internacional e também no Brasil. "É um aparelho que acompanha as pessoas em todos os lugares. Por isso é um instrumento muito poderoso e há uma infinidade de comunicações que podem ser realizadas via celular", diz Muniz.
Mas graças à globalização da informação, o Brasil não fica atrás dos países desenvolvidos no que se refere às novas tecnologias. "Não há uma grande tendência lá fora que não tenha aqui. Mensuração, análise de dados, ROI, convergência de dados... tudo isso nós temos", diz Renato de Paula, diretor regional da OgilvyOne na América Latina e diretor geral da OgilvyOne Brasil.
QR Code
Outra ferramenta que promete fazer sucesso e tornar-se mais presente na vida dos consumidores brasileiros é o QR Code, a nova versão do código de barras no qual o consumidor manda um SMS do celular com o código impresso no anúncio e faz o download do arquivo QR Code. A partir daí, basta tirar foto do QR Code do anúncio, que o leva para o site WAP do produto/campanha. "Talvez neste ano isso [QR Code] pegue. A Ásia já se utiliza do QR Code nos PDVs, em outdoors e embalagens", comenta Renato de Paula.
14/01/2009

13 janeiro 2009

CONSTRUÇÃO CIVIL - Investimentos em imóveis devem crescer em 2009

Fonte: Portal Exame

NOVA YORK (Reuters) - Investidores estrangeiros em imóveis devem ampliar os gastos em 2009 acima do volume despendido em 2008, segundo um relatório anual que acompanha o interesse dos investidores institucionais. O Brasil foi apontado como o segundo melhor país em termos de valorização de capital, atrás dos Estados Unidos.

Tanto financiadores internacionais como investidores em ativos planejam aumentar os investimentos globalmente e nos Estados Unidos, alvo favorito, afirmaram membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (AFIRE, na sigla em inglês).

Os concessores de financiamento devem ampliar o investimento em 54 por cento globalmente e em 58 por cento nos Estados Unidos, enquanto investidores em ativos preveem aumentos de 40 por cento globalmente e 73 por cento nos EUA.

Os Estados Unidos têm mais apelo este ano, mesmo depois do tumulto econômico de 2008, e apesar do doloroso impacto da crise de crédito sobre os imóveis comerciais, afirmou Jim Fetgatter, presidente-executivo da AFIRE.

As vendas nos EUA de propriedades comerciais caíram 73 por cento, para 139,43 bilhões de dólares em 2008 ante 2007, segundo a empresa de pesquisa de mercado Real Capital Analytics.

Mas o apetite dos investidores por imóveis nos EUA apenas ficou mais acentuado diante dessas dificuldades porque os problemas são um fenômeno global. Os Estados Unidos continuam a maior economia do mundo e os membros da AFIRE consideram o país o mais seguro para o mercado imobiliário, disse Fetgatter.

"Se você vai ser um investidor internacional vai querer ter uma parte significativa do seu portfólio no maior mercado", acrescentou.

Por ampla margem, os consultados pela pesquisa consideram os EUA o país que fornece os investimentos em imóveis mais seguros e estáveis, com 53 por cento considerando o país como o número um nessa categoria.

Enquanto isso, cerca de 37 por cento dos membros da AFIRE consideram os EUA como o país que tem as melhores oportunidades de valorização de capital. O Brasil aparece em segundo, com 16 por cento, superando a China, que caiu para a terceira posição. O Reino Unido saltou da nona para a quarta colocação depois que os preços dos ativos do país caíram. A Índia caiu da terceira para a quinta posição.

Cerca de metade dos 200 membros da AFIRE, sediada em Washington, respondeu a 17a pesquisa anual da entidade. Os membros da associação são de 21 países e controlam cerca de 1 trilhão de dólares em imóveis, incluindo 371 bilhões de dólares nos EUA.
12/01/2009

12 janeiro 2009

TECNOLOGIA - CES: as principais novidades

Fonte: meio & mensagem

Maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Eletronics Show 2009 traz as tendências para os próximos anos.
Depois da apresentação do Windows 7, novo sistema operacional da Microsoft, a Consumer Eletronics Show 2009, que está sendo realizado em Las Vegas até o próximo domingo, 11, trouxe outras novidades que demonstram as tendências de eletrônicos para os próximos anos. Confira as atrações de cada fabricante:
Lenovo: está trazendo para o mundo dos laptops a tecnologia do Nintendo Wii, já que seu novo aparelho pode ser comandado por controle remoto que tem sensor de movimento;
LG: a fabricante monstrou na feira o celular 3G embutido em um relógio de pulso, o LG Watchphone;
Motorola: trouxe ao mercado o "celular verde" Moto V223 Renew, baseado em plástico reciclado de garrafas. A novidade sustentável gasta 20% a menos de energia para ser produzida;
Palm: lançou o seu concorrente para o iPhone, o Pre, com tela sensível ao toque, suporte a redes 3G, Wi-fi e Bluetooth, além de 8Gb de armazenamento, câmera de 3 megapixels com flash e um teclado que se fica embaixo do aparelho. O aparelho será vendido somente pela operadora Sprint, nos EUA;
Samsung: a mania desta edição do CES sem dúvida foram as televisões com espessura minúscula. Pois o recorde acabou sendo atingido por esta fabricante, que mostrou um aparelho de somente 6,5 mm. A Samsung trouxe também a tela semi-transparente AMOLED, que pode ser usada em carros;
Sony: apresentou a Cyber-shot G3, primeira câmera Wi-fi com navegador embutido que, por enquanto, vale apenas para pontos da operadora AT&T nos EUA. O acesso é gratuito apenas a Sony Easy Upload Home Page (que oferece acesso a sites como Picasa e YouTube.) O seu presidente Howard Stringer disse que até 2011 90% dos produtos da empresa estarão conectados à internet. Outra novidade da Sony são os óculos que projetam imagens 3D na lente, ao mesmo tempo em que possibilitam visualizar através delas. A comercialização deve começar em alguns anos, segundo o Guardian.
Com informações de IDG Now, AP e Terra.
12/01/2009

BUSINESS - O modelo slow de produção.

Fonte: portal PEGN

Na Itália, um grupo de empresários descobriu que ser pequeno pode ser a alma do negócio.
"Não tenha pressa. Mas não perca tempo." Quando o escritor português José Saramago escreveu esta frase, provavelmente não se referia ao mundo empresarial. Mas hoje já existem empreendedores que pensam assim e têm como foco não mais o crescimento contínuo e a alta produtividade e sim a qualidade de todo o processo produtivo, das matérias-primas ao produto final. São empresas que adotam um novo modelo de trabalho inspirado na filosofia slow. Para entender como funcionam esses negócios é preciso voltar no tempo e ir até a Itália, onde tudo começou.

Em 1986, o italiano Carlo Petrini criou o Slow Food, uma associação cujo objetivo é valorizar culturalmente os alimentos e o prazer de comer bem e, desse jeito, fazer frente à dominação do fast-food. Mais do que se opor ao paradigma da velocidade, o Slow Food defende um novo conceito de qualidade, que leva em conta não apenas o sabor, mas também como e por quem o alimento foi produzido. A partir daí surgiu a definição de que um produto deve ser "bom para o consumidor, limpo para preservar o meio ambiente e justo ao respeitar os trabalhadores."

O Slow Food cresceu. Hoje são 100.000 sócios em mais de 130 países. A palavra slow ganhou autonomia e virou tendência. Do Japão à Noruega, dos Estados Unidos à Holanda, surgiram movimentos como slow città, slow design, slow home, slow money, slow manager, slow Europe, slow life. Até que a filosofia slow começou a inspirar também o modo de produzir de algumas empresas. "Hoje já existem empreendimentos que podemos definir como slow, no sentido de que têm o foco não apenas na qualidade sustentável dos produtos, mas também na qualidade dos processos produtivos", afirma Anna Meroni, professora da Faculdade de Design do Politecnico di Milano, que estuda a aproximação do conceito slow do design. Quando aplicado ao mundo empresarial, o modelo ensina que produtos de qualidade não podem ser reproduzidos ao infinito: a produção será limitada pelas matérias-primas, pelo uso de recursos naturais e pela mão-de-obra. Além do novo conceito de qualidade, a valorização dos saberes e tradições locais é outro princípio respeitado pelos empreendedores que produzem de um jeito slow.

Essas empresas encontram um crescente mercado consumidor não mais formado pelos "caçadores de pechinchas", descritos pelo economista Fritz Schumacher, no livro O Negócio é ser Pequeno, como consumidores que não estão interessados na origem dos bens ou nas condições em que foram produzidos, e sim em conseguir o máximo com seu dinheiro. "O consumidor moderno está disposto a pagar um pouco mais por um produto com uma qualidade 'holística' que contempla processo produtivo, embalagem, história, território, ambiente e ética", afirma Danielle Borra, professora de Marketing dos Produtos de Qualidade da Università degli Studi di Scienze Gastronomiche. "Ele tende a conter os consumos em termos quantitativos e a reorientá-los no sentido da qualidade, mesmo em tempos de crise."

Nos Estados Unidos, país com maior número de adeptos do Slow Food depois da Itália, os consumidores em busca de produtos saudáveis e sustentáveis já movimentam cerca de US$ 209 bilhões. Um mercado e tanto para os produtos das "empresas slow", que se diferenciam por suas qualidades e valores intangíveis. De acordo com a professora Danielle, hoje os componentes de qualidade menos tradicionais, como os éticos e os sociais, são cada vez mais vistos como fatores de competitividade. E devem ser usados para criar uma diferença de percepção dos consumidores e determinar as suas escolhas. "O que se busca em um produto de qualidade são, principalmente, componentes emotivos", afirma a estudiosa. "É preciso criar uma emoção que pode nascer de diferentes fatores, como o território de origem, a tipicidade, o respeito ao meio ambiente, o bem-estar dos animais e a ética. Tudo isso pode ser usado para comunicar o produto." É o que fazem, por exemplo, três pequenas empresas italianas, a Antica Dolceria Bonajuto, a torrefação Caffè Mokarico e a Loison Pasticceri.

COMO FAZIAM OS ASTECAS
Na rua principal da pequena cidade de Modica, no sul da Itália, funciona desde 1880 a Antica Dolceria Bonajuto, produtora de doces artesanais e chocolates feitos apenas com cacau, açúcar e especiarias, como canela e baunilha. Ali, a massa do chocolate é trabalhada por cerca de 30 minutos a uma temperatura que não passa dos 45°C, processo que permite que os cristais de açúcar não se desmanchem, garantindo uma textura diferente ao chocolate, e faz com que sejam mantidos os infinitos aromas das sementes de cacau. Chocolate como faziam os astecas, uma herança deixada em Modica pelos espanhóis, quando dominaram a Sicília. "Nós somos o exemplo de como a memória pode se tornar empresa", afirma Franco Ruta, bisneto do fundador da Dolceria, Francesco Bonajuto, e hoje responsável pelo negócio junto com o filho Pierpaolo.

Mas se em Modica o chocolate faz parte da cultura e da alimentação popular, coube a Franco e a Pierpaolo fazer um produto personalizado ultrapassar as fronteiras da cidade e até mesmo do país. Em 1992, quando o pai de Franco ficou doente e resolveu fechar as portas da Dolceria, eles decidiram assumir o negócio. "Nós somos detentores de um patrimônio culinário que não existe em outro lugar do mundo. Eu não poderia deixar isso morrer", afirma Pierpaolo.

Hoje, o seu maior mercado é a Itália, mas a Dolceria também vende para os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha e a Áustria. Apesar do bom desempenho da empresa, os Ruta sabem que, para manter a qualidade e as características particulares do seu chocolate, precisam aceitar certos limites de produtividade. Nada de grandes escalas. "Não vemos isso como uma condenação ou entrave à nossa participação no mercado. Continuamos trabalhando de forma artesanal por escolha", afirma Franco. "É muito fácil automatizar todo o processo produtivo, mas não se podem automatizar as emoções e são elas que queremos despertar nessa e nas próximas gerações. " Em 2008, a Dolceria, que conta com apenas 11 funcionários, faturou 900.000 euros e teve um crescimento de 25% nos últimos dois anos. Mas para Pierpaolo poderia ter sido menos. "Sempre digo que, antes dos números, devemos olhar as emoções. Não acordamos de manhã com o objetivo de fazer crescer o nosso faturamento, mas queremos dizer ao mundo que estamos aqui."

CAFÉ COM SEGREDO
Atrás de uma xícara de café expresso se esconde um longo processo que envolve o tipo de clima e de terreno, a colheita de grãos e o transporte de sacas, além do trabalho de agricultores e vendedores. Um processo invisível que não se percebe em um gole de café. Mas a torrefação italiana Caffè Mokarico começa a mudar essa história. "Para conseguir um espaço no disputado mercado de café decidimos apostar em uma produção correta e transparente", conta Marco Paladini, proprietário da pequena empresa onde trabalham 29 pessoas. E então vieram as certificações. Primeiro a ISO 9001 atestou a qualidade do processo produtivo, depois a ISO 14001 certificou a gestão ambiental da empresa e, por último, a respeitada SA 8000, que implica na inspeção de todo o processo produtivo - do cultivo à colheita, terminando na torra e venda. Essa última fez da Mokarico a primeira e única empresa de torrefação do mundo triplamente certificada.

"Só exibir a certificação, porém, não basta. Elas não são suficientes para fazer uma empresa crescer", diz Paladini. "O segredo está no equilíbrio entre produto e serviço, para agradar ao consumidor." É por isso que, apesar das reconhecidas qualidades éticas e ambientais, Paladini não descuida da excelência do seu produto. Medalha de ouro no concurso International Coffee Tasting 2006, na categoria café expresso, a empresa lutou pela certificação do Cappuccino Italiano e ainda mantém um centro de formação para baristas, de modo que o seu café seja sempre servido da maneira ideal. O preço do quilo do café tipo bar varia entre 17 e 22 euros na Itália, valores, de acordo com o empresário, alinhados com os cobrados pelos produtos do gênero. A torrefação faturou em 2007 cerca de 4 milhões de euros, com previsão de fechar 2008 no mesmo patamar. Hoje, além da Itália, o Caffè Mokarico é servido nos EUA, na Rússia, na Alemanha, na Dinamarca, na Grécia e na Holanda.

OS PANETONES DE 72 HORAS
Manteiga fresca, ovos de galinha caipira, farinha especial, mel e açúcar de beterraba. Mais 72 horas de trabalho e descanso. Para aromatizar, amêndoas de Avola, cascas de laranjas sicilianas, avelãs da região de Langhe. É assim, respeitando os limites do tempo e da fermentação natural que são produzidos, um a um, os panetones da Loison Pasticceri, sediada em Costabissara, no nordeste da Itália. Enquanto a empresa de Dario Loison produz cerca de 5.000 panetones por dia, uma indústria convencional fabrica até 180.000 unidades. "Como somos pequenos, jamais poderíamos competir em quantidade e preço com os grandes fabricantes, apenas com o produto e o serviço", diz Loison. "Então apostamos na criação de um panetone único, envolto em embalagens especiais, feitas à mão."

O empresário, que assumiu a empresa familiar em 1993, resolveu focar na produção de alta qualidade e na exportação. Hoje seus produtos são vendidos em mais de 30 países, entre eles, o Brasil. Além dos panetones, a pasticceri produz colombas de Páscoa e biscoitos finos. Os produtos são embalados em latas decorativas ou em caixas que combinam fitas e cores. Embrulhos preciosos desenvolvidos por Sonia, mulher de Loison. O conceito de produção, que privilegia a qualidade e não a quantidade, é comunicado aos consumidores em um libreto que acompanha cada embalagem e conta a história do produto - da origem dos ingredientes às diferentes etapas de fabricação. Mas o empresário admite que comunicar o "valor slow" e a qualidade superior dos ingredientes que utiliza não é tarefa fácil. "Só experimentando um dos nossos perfumados panetones para sentir a diferença. No nosso caso é preciso provar", afirma. Por isso, de acordo com Loison, a participação em feiras especializadas é muito importante.

A empresa fatura cerca de 5 milhões de euros por ano, 50% com vendas ao exterior. E anualmente seus panetones artesanais ganham mais e mais prêmios de excelência. Mas Loison não está sozinho nesse mercado. No país do panetone, são muitas as empresas que apostam na alta qualidade artesanal. Para conseguir destaque, a pasticceri se concentrou na escolha das matérias-primas. Além dos ingredientes de base, utiliza produtos de origem controlada e tutelados pelo Slow Food, como pistaches do Bronte, favas de baunilha mananara, de Madagascar, e tangerinas tardias de Ciaculli. Todo esse cuidado, porém, tem um preço: enquanto um panetone industrial de 1 quilo custa, em média, entre 2 e 5 euros nos supermercados, o mais simples panetone Loison é vendido, na Itália, entre 15 e 18 euros. Preços que, para o empresário, estão de acordo com a qualidade do produto. De preferência, a ser degustado bem devagar.
12/01/2009

TECNOLOGIA - Motorola lança celular "ecológico"

Fonte: Meio&Mensagem

Fabricante apresenta o W233 Renew, feito com garrafas de água descartáveis; inovação será apresentada durante toda a semana, na feira de tecnologia Consumer Electronics Show, em Las Vegas.

08/01/2009 - 09:41
Na tentativa de lucrar com o modismo dos produtos ecologicamente corretos, a Motorola apresentou, nessa última quarta-feira, 7, o seu primeiro aparelho de celular ecológico, feito com garrafas de água recicladas. A inovação será exibida durante toda essa semana na Consumer Electronics Show (CES), a maior feira de tecnologia do mundo, que acontece na cidade norte-americana de Las Vegas.O novo telefone, chamado W233 Renew, será comercializado pela T-Mobile USA, ainda neste trimestre, a princípio, somente nos Estados Unidos. A fabricante não revelou o valor de mercado do celular ecológico.A Motorola garante que o aparelho é neutro em carbono e que o seu "casco" é todo produzido com matéria-prima reciclável. Além da estrutura ecológica, a companhia garante que sua missão ambiental no W233 Renew irá um pouco mais além, com projetos de investimentos em fontes de energia renovável e em reflorestamento, a fim de compensar o dióxido de carbono usado no processo de fabricação do aparelho.
Com informações da Reuters.
08/01/2009

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