13 agosto 2010

COMPORTAMENTO - Geração Y será 44% da população economicamente ativa em 2025

Fonte: Portal UOL


Consultoria Booz Allen aponta que bancos devem se preparar para atender às peculiaridades desse novo perfil de clientes.

De acordo com números da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes.
A consultoria aponta que o setor financeiro é um dos mais atrasados no atendimento às demandas específicas da geração Y, a qual se destaca pelo uso intensivo de novas tecnologias e das ferramentas colaborativas. Como resultado, o levantamento da Booz aponta que, entre os principais segmentos da economia, os bancos são os que menos investem em novos formatos de comunicação e nas mídias sociais.
Além disso, dos 100 maiores bancos do mundo, apenas 5 deles têm presença consistente nas redes sociais. Uma situação que tende a mudar em breve, pontua a Booz. Para justificar a perspectiva, a entidade aponta que, nos últimos anos, o setor ampliou em 98% os investimentos em ferramentas colaborativas, enquanto incrementou em apenas 13% os gastos com outras iniciativas ligadas à internet.
Além de lidar com mídias sociais, Campos indica que as companhias financeiras têm como desafio a segmentação das ofertas de produtos, além de um extremo cuidado com processos. Essa geração é ansiosa, exigente e mais ágil na busca de alternativas, além de exigir uma personalização dos serviços. Nesse aspecto, o departamento de tecnologia tem um dos papéis mais importantes em adaptar as ofertas a esse novo perfil de clientes.
Para Edson Fregni, da Sciere, a melhor maneira de entender esses jovens clientes é ouvir a própria geração Y. O executivo usa o iPhone como exemplo. Segundo ele, quem desenvolveu o equipamento não foi a Apple, mas os próprios consumidores, por meio de suas escolhas ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os bancos deveriam seguir o exemplo da empresa de Steve Jobs.

11 agosto 2010

INSPIRAÇÃO - Templo budista é feito de garrafas de cerveja reutilizadas


Edificação bicolor erguida por monges tailandeses possui mais de 1 milhão de cascos reciclados de Heineken e de rótulos locais.


O que para alguns é material usado, pronto para ser arremessado na lata de lixo, para outros pode servir de matéria-prima. Dê uma olhada neste templo budista verde e marrom. Construído por monges tailandeses, ele foi erguido graças à ajuda estrutural de mais de um milhão de garrafas de cerveja.

Chamada da Wat Pa Maha Chedi Kaew, e também conhecida como "o Templo de Um Milhão de Garrafas", a edificação fica na província de Sisaket, próxima da fronteira com o Camboja.

Com exceção das vigas de concreto utilizadas para sustentação, toda área de meditação, até a torre (foto abaixo), é construída com garrafas de cerveja. Por se tratar de vidro, a iluminação do local é farta e bicolor. O verde vem dos cascos de Heineken reutilizados. A cor marrom vem da cerveja tailandesa Chang Beer.

Os monges budistas começaram a recolher garrafas vazias em 1984 e depois de juntar centenas, começaram a usá-las como material de construção. Eles conseguiram que as comunidades locais participassem do projeto, mandando mais garrafas, e agora já construíram um complexo de 20 edifícios, que inclui o tempo principal sobre um lago, o crematório, salas de oração, acomodações e até banheiros para os turistas.

E nem os mosaicos de Buda escapam da empreitada verde - eles são criados com as tampinhas das garrafa. De tão curioso, o projeto entrou na lista dos chamados edifícios "eco-friendly" (amigo do amabiente) abertos a turistas na Ásia. No total foram usadas aproximadamente 1,5 milhão de garrafas para construir o complexo, que continua em crescimento.

06 agosto 2010

TENDÊNCIAS - O mundo através dos aplicativos.



Games, notícias, informações de serviços. A maioria dos dados que precisamos pode ser acessada por meio dos milhões de aplicativos usados via celular. A revista Exame de 22/07 traz uma matéria sobre isso. Seguem dados de uma pesquisa da MBA Online com informações detalhadas deste novo mercado, publicadas no site da FastCompany.


Existem seis grandes lojas de aplicativos:
1. App Store – iPhone e iPad
Lançada em 10 de julho de 2006
225 000 aplicativos

2. Android
Lançada em 22 de outubro de 2008
70 000 aplicativos

3. Software Store – Palm
Lançada em 16 de dezembro de 2008
5 000 aplicativos

4. App World – BlackBerry
Lançada em 1 de abril de 2009
2779 aplicativos

5. App Catalog – Palm/HP
Lançada em 6 de junho de 2009
2 000 aplicativos

6. Windows Marketplace Windows Mobile
Lançada em 5 de outubro de 2009
1 083 aplicativos

Até hoje, mais de 4 bilhões de downloads foram feitos, somente na Apple Store. Apesar de a pesquisa dizer que o Android não revela seu número de downloads, notícias informam que seriam mais de 1 bilhão.
A maioria das lojas virtuais para aos desenvolvedores 70% do valor das vendas. Exceção é a RIM, fabricante do Blackberry, que paga 80% do preço de venda para o desenvolvedor.
O gasto médio dos usuários com aplicativos é de 3,10 dólares, mas está caindo. Até agora, desenvolvedores de aplicativos oferecidos na Apple Store arrecadaram 3 bilhões de dólares com a venda de 5 bilhões de programas móveis.
A oferta de aplicativos só sobe. Apenas em maio de 2010, foram oferecidos 9 700 novos sistemas na Apple Store, com 42 400 publicadores ativos. Depois do desenvolvimento do aplicativo, nada garante que sua oferta vai estar (ou permanecer) em exposição. A Apple já retirou 37 500 aplicativos do ar e se reserva o direito de fazer isso sem dar explicação alguma ao desenvolvedor.
O tipo de aplicativo mais lucrativo são os games. Na lista dos 20 mais comprados, 14 são jogos, quatro são da categoria de entretenimento e dois de música. O aplicativo mais baixado na história, segundo a pesquisa, é o Crash Bandicoot Nitro Kart 3D, com 1 milhão de downloads.

04 agosto 2010

INSPIRAÇÃO - China tem projeto de trem que anda por cima de carros.

Fonte: Galileu

Composição é mais barata que metrô e é projetada para ser instalada quatro metros acima da via de circulação.

Para conter o avanço do caos no trânsito sem arcar com os grandes investimentos necessários para a construção do metrô subterrâneo, uma empresa chinesa projetou um trem suspenso com espaço para que os carros passem por baixo. O projeto, batizado de “3D Express Coach” é da Huashi Future Parking Equipment, da cidade chinesa de Shenzhen.

Editora Globo

O trem, movido a energia elétrica e solar, teria velocidade média de 40 km/h, podendo chegar a uma velocidade máxima de 60 km/h. Segundo o projeto, a composição terá 6 metros de largura e será suspensa a cerca de 4 metros de altura para que carros com até 2 metros de altura passem sob o trem. O "3D Express Coach" pode ser aprovado no fim de agosto e deve começar a ser construído ainda no final de 2010 em um distrito de Pequim, segundo o Gizmodo.

Editora Globo

A composição, que tem capacidade para 1.200 passageiros, custa cerca de 10% do valor de um metrô subterrâneo, segundo a empresa chinesa responsável pelo projeto. O trem, diz a empresa, poderia funcionar com trilhos trilhos colocados nas laterais de ruas e avenidas já existentes, sem necessidade de grandes escavações e desapropriações de terrenos.

Assista ao vídeo nesse LINK

INEX
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