30 novembro 2007

TECNOLOGIA - Websense: gerentes de TI pouco seguros

Fonte: Baguete

A Websense divulga novos resultados de sua pesquisa anual Web@Work 2007, realizada no Brasil, Chile, Colômbia e México, pelo terceiro ano consecutivo. O estudo revela não apenas os hábitos de navegação, mas também problemas e vulnerabilidades de segurança no comportamento e procedimentos dos usuários com relação às informações internas da empresa, compartilhamento de recursos corporativos e grau de percepção de segurança sobre redes corporativas.
A pesquisa descobriu que 56% dos funcionários realizam outras atividades potencialmente perigosas a partir do PC do escritório. A mais comum é enviar documentos de trabalho a suas contas pessoais de e-mail para trabalhar em casa (34%). Cerca de 15% clicou em anúncios publicitários que aparecem em sites da web, enquanto outros 15% enviaram e-mails corporativos a endereços incorretos.
Além disso, 8% dos entrevistados admitiram ter permitido a amigos ou familiares usarem o computador de sua empresa, tanto no escritório como na residência. A mesma porcentagem dos colaboradores disse ter acessado - de forma acidental ou deliberada - material para adultos enquanto trabalhava com o computador da empresa.
Ainda conforme o estudo, os funcionários da Colômbia e México são os mais propensos a realizar atividades indesejáveis. Destes, 60% visitam sites adultos, em comparação com 42% de colaboradores chilenos. Já 60% de todos os entrevistados utilizam sistemas de mensagens instantâneas durante o expediente, embora muitas vezes para propósitos de trabalho. Enquanto isso, 10% admitem utilizá-los para fins pessoais. Para 12%, os objetivos são ambos.
Ainda, 67% dos funcionários utilizam um notebook concedido pela empresa. Entre estes, 80% já usou o equipamento para conectar-se a uma rede sem fio em um cibercafé ou hotel ao viajar ou trabalhar de forma remota.
As maiores ameaças à segurança de TI
Para os gerentes de tecnologia entrevistados, são três ao maiores riscos para a segurança das informações corporativas:
1. Quando os funcionários clicam em um anúncio publicitário (64%). Dos colaboradores, 15% admitiram fazer isso.
2. Quando o funcionário permite que um familiar ou amigo use o computador da empresa (56%). 8% admitiram.
3. Para 41% dos gerentes, a ameaça maior se dá quando os funcionários enviam documentos corporativos a suas contas de e-mail pessoais. Entre os trabalhadores, 34% disseram fazer isso.
Níveis de proteção
Apesar das ameaças, 82% dos funcionários entrevistados estão seguros de que seu departamento de informática os protege dos riscos da Internet. Por isso, não crêem que devam modificar sua conduta. Já 18% pensam que não estão totalmente protegidos.
Gerentes seguros
Além disso, todos os gerentes de IT entrevistados revelaram que sentem que sua companhia está protegida até certo ponto. Nestes sentido, os brasileiros são os mais confiantes: 28% relataram que estão 100 % seguros. Em contraste, para os quatro países, a pesquisa revelou que apenas 15% dos gerentes sentem-se protegidos, o que significa que 85% não percebe esta segurança. Entre os menos seguros, aparecem os gerentes do México (88%) e Colômbia (92%).
Gerentes Frustrados
Já para 93% dos gestores de TI entrevistados, frustração é a palavra de ordem quando o assunto são aplicações de segurança na web. Os três elementos mais citados pelos insatisfeitos são:
1. A conduta dos funcionários (54%).
2. Os orçamentos limitados (33%).
3. A segurança TI não é prioritária nos objetivos corporativos (18%).
29/11/2007

BUSINESS - Quase metade das pequenas não chega ao 8º ano

Fonte: Portal PEGN


Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)mostra que 48,4% das empresas brasileiras não chegam ao oitavo ano de vida. O estudo 'Demografia das empresas', feito com base no Cadastro Geral de Empresas, acompanhou a sobrevivência das quase 738 mil empresas criadas em 1997 no país, informou o G1.
As pequenas empresas são as que mais sofrem com a passagem do tempo: entre as empresas com até quatro pessoas criadas em 1997, pouco mais de 50% continuavam ativas em 2005. Já entre as que possuem cem ou mais funcionários, esse percentual era superior a 65%.
Só em 2005, 529 mil empresas com até quatro funcionários foram extintas – 97,2% do total de empresas que deixaram de existir naquele ano. Por outro lado, as pequenas representaram 94,4% das empresas criadas em 2005. De acordo com o IBGE, as taxas de entrada e saída das empresas no mercado têm relação inversa com o porte das mesmas – o que significa que há mais empresas pequenas entrando e saindo do mercado do que companhias de grande porte.
Com as altas taxas de criação e extinção, as empresas com até quatro pessoas representavam 83% do número total de companhias existentes no país em 2005. Somadas às empresas com cinco a 19 trabalhadores, as pequenas representavam 96,9% do total, segundo o IBGE.
Mortalidade
A alta 'mortalidade' de empresas faz com que apenas 2,9% delas tenham 30 anos de vida ou mais. Entre as empresas existentes em 2005, 65% não tinham mais que nove anos de vida – entre elas 42,1% tinham no máximo cinco anos.
Na análise por regiões, o levantamento do IBGE apontou que as empresas das regiões Sul e Sudeste têm as melhores taxas de sobrevivência. Nos estados da região sul, 53,8% das empresas criadas em 1997 permaneciam em atividade em 2005. No sudeste, esse percentual recuava para 51,8%. Já a menor taxa foi registrada na região Norte, de 46,5%.
Estados
Entre os estados, as maiores taxas de saída (relação entre o número de empresas extintas no ano e as existentes no ano anterior) e entrada (relação entre o número de empresas criadas no ano e as existentes no ano anterior) em 2005 foram registradas em quatro estados da região norte: Amapá, Amazonas, Roraima e Acre, estados com números pequenos de empresas estabelecidas.
Já os estados das regiões sul e sudeste apresentam elevadas variações no número de empresas. No entanto, como o número de empresas já estabelecidas é grande, a variação é pequena, relativamente às demais regiões.
Isso faz com que São Paulo, estado onde foram criadas 252 mil empresas em 2006, tenha uma taxa de entrada de 15,8%, enquanto o Amapá, com 2,2 mil empresas criadas no mesmo ano, tenha taxa de 19,9%.
29/11/2007

29 novembro 2007

COMPORTAMENTO - Marcas próprias são mais compradas em SP e no Sul.

Fonte: Portal PEGN

Consumidores da Grande São Paulo e da região Sul do País são os maiores consumidores de produtos de marcas próprias no País, revela o levantamento 'Hábitos e comportamento do consumidor de marca própria', da LatinPanel, que tem como base a pesquisa semanal realizada em todo o país para acompanhar o comportamento de compra das famílias brasileiras.

De acordo com o estudo, divulgado recentemente, 14% dos entrevistados da GSP afirmam sempre comprar MP e 36% admitem adquirir o produto esporadicamente. No sul do País, 14% também disseram que sempre consomem MP e 38% confirmaram que optam pelo produto de vez em quando. O Centro-Oeste é onde há menor penetração de MP. Somente 5% dos consumidores afirmam adquirir com freqüência o produto.

Os consumidores de São Paulo também fizeram uma avaliação positiva das marcas próprias em termos de qualidade. Pelo levantamento, 9% acham que o produto é muito bom e 64% afirmam que marcas próprias são um bom produto. O nível de satisfação dos sulistas também foi elevado nesse quesito. Na região, 16% consideram muito bom e 65%, bom. O preço também agrada em ambas as regiões. No sul, 67% acham o valor do produto bom. Já em São Paulo esse número atinge 59%.

A pesquisa da LatinPanel demonstrou, de modo geral, uma tendência do consumidor brasileiro, que cada vez mais opta pelos produtos de marca própria. Houve um aumento - de 58%, em 2005, para 67%, em 2007 - do número de domicílios em que os moradores manifestaram ter comprado mercadorias com o nome do próprio estabelecimento ou de uma marca mantida pelo varejista. O aumento de nove pontos porcentuais em apenas dois anos significa que, nesse período, 3,8 milhões de famílias passaram a consumir marca própria em algum momento, alcançando 29,4 milhões de lares.

Para Neide Montesano, presidente da Abmapro - Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização - (www.abmapro.com.br), essa elevação do consumo é um reflexo do empenho dos fabricantes e varejistas com o compromisso centrado no consumidor. 'As empresas estão focadas em cada vez mais atender às necessidades dos consumidores com produtos de qualidade. Este crescimento está intimamente ligado a esse esforço e os resultados começam a aparecer, com importantes centros consumidores avaliando positivamente os produtos de marcas próprias', analisa a presidente da Abmapro.

O estudo da LatinPanel revelou outros dados interessantes sobre o comportamento dos consumidores de marca própria e seus perfis. Por exemplo, quem adquire produtos de marca própria nos supermercados chega a gastar 16% a mais do que os que disseram não comprar esse tipo de produto. Na comparação entre as faixas etárias, quem mais compra são as donas de casa com mais de 50 anos, com um porcentual de 36%. Já entre as mais jovens, até 29 anos, 16%.

Quanto à classe social, em comparação ao total da população brasileira das classes A e B, observa-se uma maior concentração de compradores de marca própria nesse nicho, com 30%. Apesar das classes D e E serem as que menos consomem mercadorias de marca própria são as que as consideram importante em maior número (23%), mas não a compram por não encontrar (51%).
28/11/2007

27 novembro 2007

MARKETING - Ibope apresenta tendências de marketing para 2008

Fonte: Meio&Mensagem

O Ibope Inteligência apresentou nesta segunda-feira, 26, durante o 2º Marketing Round Up - evento promovido pela Câmara Americana de Comércio (AmCham) - uma pesquisa sobre os resultados atingidos pelas empresas neste ano e as perspectivas para o mercado de marketing em 2008.O estudo foi realizado com mais de 140 executivos de empresas associadas à AmCham em todo o país, entre 24 de outubro e 8 de novembro. Segundo a pesquisa, as empresas estão otimistas quanto ao futuro da economia brasileira, com exceção da carga tributária que apareceu como a grande preocupação dos executivos em 2008. 48% dos entrevistados afirmaram estar apreensivos com relação à desaceleração da economia nacional, enquanto 44% apontaram mudanças na legislação/regulamentação como a principal inquietação em relação ao macro-ambiente econômico do País.Quanto às perspectivas para o próximo ano, 90% dos entrevistados acreditam que a receita líquida de suas empresas deverá continuar crescendo em 2008 e 79% afirmam que o lucro também continuará ascendente. Sobre os investimentos, 75% dos executivos dizem que suas empresas continuarão aplicando dinheiro, sobretudo nas três principais estratégias de crescimento: exploração de novos mercados, desenvolvimento de produtos e serviços e novos canais de vendas. A pesquisa aponta que as ferramentas de marketing mais utilizadas em 2007 foram eventos (72%), meios de comunicação dirigida como e-mail marketing e mala direta (68%) e, assessoria de imprensa e relações públicas (46%). Por outro lado, as menos utilizadas foram comunicação de massa (40%), promoções (29%) e merchandising (17%).Dentre as ferramentas que devem crescer em utilização em 2008, estão comunicação dirigida (62%), eventos (55%) e assessoria de imprensa e relações públicas (40%).
27/11/2007

MARKETING - Sua empresa oferece Dominant Design?

Fonte:Amanhã

Foi-se o tempo em que bastava lançar um produto no mercado. A ordem agora é oferecer, junto com o produto, um serviço. Mais: um serviço que se revele imprescindível para o consumidor. É este casamento produto-serviço que prega o professor Jay Lee, da Universidade de Cincinnati (Estados Unidos). Lee discorreu sobre este conceito nesta segunda (26), em Porto Alegre, durante o Seminário Executivo Especial – Dominant Design para Inovação no Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços, realizado na sede da Fiergs. “Levar em conta o serviço agregado ao produto é garantia de sucesso da estratégia de inovação de uma empresa - independente do seu porte”, garante Lee, apontando empresas do porte de Apple, John Deere, General Motors e General Eletrics como algumas que já incorporaram esta visão. A John Deere, exemplificou Lee, desenvolveu um sistema integrado à colheitadeira pelo qual um GPS mapeia e analisa o terreno cultivado. Desta forma, o agricultor recebe informações a respeito do solo e pode saber quanto fertilizante terá de utilizar para manter a qualidade da terra. Assim, a John Deere conseguiu estreitar os laços com seu público – tudo por meio de um serviço. “Já não importa a manufatura, mas sim o valor agregado que os consumidores percebem no produto”, aponta Lee. Por conta desta transformação, encontrar necessidades ainda ocultas é essencial para implantar o conceito. “É preciso olhar para a frente para perceber as lacunas que estão latentes e ainda não são atendidas”, destaca Lee. O consultor prega também que as empresas deverão passar a ter um setor que pense os serviços agregados a seus produtos – e ali, bem junto a este setor, deve ficar o centro de P&D.
27/11/2007

INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br