25 setembro 2008

MARCA - Com crise, bancos perdem US$ 63 bi em valor de marca

Fonte: exame

Além de reduzir drasticamente o valor de mercado das maiores instituições financeiras mundiais, a crise do crédito também arranhou a imagem dos bancos.
Os maiores bancos americanos e europeus já perderam neste ano 63 bilhões de dólares em valor de marca com a crise financeira que sacode os mercados no mundo todo. A informação é da Brand Finance, consultoria independente de avaliação de ativos intangíveis, que estudou o impacto da crise global nas marcas das empresas.

O cálculo da perda toma como base o valor das marcas em sua avaliação mais recente, feita em dezembro de 2007, e a revisão das condições econômicas do cenário global. A partir desses elementos, é projetada a nova perspectiva de resultado financeiro das empresas para os próximos cinco anos.

As perdas foram concentradas nos bancos diretamente envolvidos na crise. Em dezembro de 2007, a consultoria acreditava que as marcas AIG, Merrill Lynch, Lehman Brothers e HBOS valiam 29 bilhões de dólares. Após a quebra do Lehman Brothers, a venda da Merrill Lynch e do HBOS e a da operação de socorro da AIG, essas quatro marcas passaram a valer menos de 6 bilhões de dólares.
24/09/2008

COMPORTAMENTO - MTV revela que jovem de Porto Alegre lidera em experiências com drogas

Fonte: Coletiva.net

A MTV de Porto Alegre exibiu, na noite desta terça-feira, 23, para convidados, o Dossiê Universo Jovem 4- Sustentabilidade, que teve por pergunta-tema O Que o Jovem Brasileiro Pensa e Sabe sobre Sustentabilidade? O evento foi realizado no Teatro do Bourbon Country e abordou os mesmo temas já pesquisados nas edições anteriores – família, religião, educação, sexo, poder de consumo e hábitos de mídia – com uma novidade: a preservação do planeta.
O estudo foi realizado com jovens pertencentes às classes ABC com idade entre 12 e 30 anos, entre abril e maio últimos. O universo pesquisado representa 8 milhões de jovens nas cidades pesquisadas (São Paulo capital, São Paulo interior, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Manaus), e 49 milhões de jovens no Brasil. Na fase qualitativa, coordenada e com análise final da Aartedamarca, foram realizadas 12 discussões em grupo e 52 entrevistas em profundidade com jovens, pais, educadores, escritores e formadores de opinião em diferentes áreas profissionais. Na fase quantitativa foram feitas 2.579 entrevistas, pelo Datafolha.
Em Porto Alegre, ficou evidente o maior consumo de drogas: 80% dos jovens já experimentaram algum tipo de droga em Porto Alegre contra 61% considerando todas as cidades pesquisadas. As principais preocupações dos jovens da capital gaúcha são as mesmas registradas nas outras cidades pesquisadas abril e maio deste ano) mas em menor proporção do que a média das cidades estudadas nos quesitos violência (38% contra 43% nas demais), desemprego (23% contra 39% idem) e drogas (22% contra 32% idem).
O recall de fatos e acontecimentos relacionados ao meio ambiente varia um pouco nas cidades pesquisadas. O Fórum Social Mundial é lembrado por 82% dos jovens de Porto Alegre contra 27% dos jovens das cidades pesquisadas.
Segundo o documento, o tema meio ambiente já aparece espontaneamente como preferido e de interesse para 9% dos jovens e que gera preocupação para, pelo menos, dois em cada dez deles. Para 36% destes jovens, o Brasil vai ser um centro de interesses, por ser o país que tem a maior quantidade de recursos naturais e 34% concordam totalmente que os países de primeiro mundo vão se apropriar da Amazônia e dos recursos naturais do Brasil. Isso porque 54% acreditam que os brasileiros não se esforçam para garantir a preservação da Amazônia e de outros patrimônios naturais do Brasil.
No entanto, alerta a pesquisa, apesar dos investimentos em comunicação, a maioria dos jovens sabe pouco sobre o que as empresas têm feito pelo meio ambiente e pela sociedade e avaliam a atuação das empresas como sendo pior do que a atuação do governo. Embora não mencionem o termo “greenwash”, os jovens mostram saber que esta é a prática de algumas empresas: quatro em cada dez dos pesquisados concordam que algumas empresas fazem propaganda dizendo que preservam o meio-ambiente, mas, na prática, poluem e não reciclam e que muitas usam os temas sustentabilidade e desenvolvimento sustentável na propaganda apenas porque está na moda.
No que se refere à preservação do meio ambiente, os jovens esperam mais das marcas: investimento em projetos que façam a diferença para a comunidade; que convidem a comunidade para participar de suas ações, ensinando a população a agir; investimento em processos de produção e produtos com responsabilidade socioambiental. Quanto à comunicação, esperam que as marcas “façam e só depois divulguem” e que utilizem uma linguagem mais jovem e simples nas ações publicitárias.
24/09/2008

23 setembro 2008

INTERNET - Com a grife do Google

Fonte: INFO Exame

SÃO PAULO - Ainda são poucos (mas disputadíssimos) os profissionais com o certificado GAP.



Junho foi um mês corrido para a carioca Louise Martins. Contratada pela agência de publicidade online 10 Minutos, ela se mudou para São Paulo logo após o fim do período de três meses necessário para ganhar um título profissional cobiçado: o GAP (Google Advertising Professional). “Só por já estar apta para obter o certificado, meu preço da hora de consultoria aumentou 60%.”

Aos 22 anos, Lou é uma das profissionais mais disputadas do agitado mercado da publicidade online. Os anunciantes investem mais em links patrocinados e para aparecer no topo dos sites de busca. O cliente quer que a agência garanta que o profissional encarregado de sua conta administre bem sua verba e que seja fera nas ferramentas Google Adsense e Google Adwords. Nada melhor para comprovar isso do que um certificado emitido pelo próprio Google.


“É uma exigência dos clientes. Eles dizem: ‘Como você prova que isso funciona?’, porque querem ter certeza do retorno”, diz Lou. Há um ano, trabalhando na criação do portal de vídeos WeShow, ela começou a usar o Adwords. “Não selecionamos os sites onde colocamos anúncios. O Google Adwords faz isso, com as palavras-chave.” Ela virou referência na área, com seu blog Mbox (www.mbox.blog.br), onde discute publicidade online como veterana.



Só se for GAP
Algumas agências brasileiras começam a exigir o GAP de seus funcionários, principalmente aquelas com o mundo online em seu DNA. É o caso da Media Click. O próprio fundador e diretor de novos negócios da agência, Marcelo Sant’Iago, é um profissional certificado GAP — e demanda o mesmo de seus funcionários. “Obter o certificado nos três meses de experiência é pré-requisito para continuar na empresa.” A agência tem hoje oito profissionais GAP e quatro recém-contratados que já buscam o selo.


Para obter o GAP, o profissional precisa dominar o Google Adwords, cuja base de conhecimento é aberta a qualquer internauta. Lou disse que passou dois meses internada em casa estudando. “No começo, foi punk. Tenho sérios problemas para dormir, não saía de fim de semana. Fiquei meio alienada do mundo.” A recompensa veio na forma de uma enxurrada de indicações de trabalho.


A prova de certificação do GAP custa 50 dólares e vale por dois anos. São 100 questões online para responder em 90 minutos. A aprovação vem com 75% de acerto. Para ajudar os candidatos, o Google lançou em maio o curso Google Fundamentals, primeiro no Brasil, na Argentina e no México. “Temos 50 pessoas na fila. Esperamos lançar o curso de Google Adwords até o fim do ano”, diz João Bortone, diretor de marketing e parcerias do Google na América Latina.


A publicitária Ligia Kanegae Ishida, de 24 anos, gerente de relacionamento com agências do Google Brasil, nunca tinha planejado trabalhar com links patrocinados antes de entrar na empresa, em maio. Então, recebeu um treinamento intenso. “Nós temos que acertar 85% das questões. Mas não foi nenhum bicho-de-sete-cabeças.”

No cartão de visitas
A Media Click põe o selo GAP nos cartões de visita de seus profissionais porque eles venceram um caminho duro. Ter dois profissionais certificados dá à agência o direito de pleitear o selo Google Qualified Company. O Google exige de empresas e candidatos provas de que eles sabem fazer dinheiro com suas ferramentas. Uma empresa deve faturar 50 mil dólares em 90 dias com suas contas de publicidade online. O profissional precisa fazer 2 500 reais em três meses.

Ricardo Reis, presidente da Media Contacts para a América Latina, não valoriza tanto o GAP. “Nosso foco é beneficiar os clientes com as últimas novidades em tecnologia. Contratar unicamente quem tem o certificado Google não é nosso critério.” Sylvio Lindenberg, diretor da agência que possui GAP e estudou Excel a fundo, diz que o aprendizado técnico somou-se à sua formação publicitária. “Quem tem esses dois lados se destaca.”


Adriano Caramello, 25, e João Paulo Martins, 21 anos, ambos da PictureWeb, têm formação técnica e enveredaram pela publicidade online. Neste mês, farão a prova do GAP. “Sempre quis juntar a computação ao marketing”, diz Martins, graduando em sistemas de informação pela Universidade Mackenzie. “Hoje é preciso saber falar com as pessoas e os mecanismos de busca ajudam a fazer isso”, diz Caramello, formado pela Unicid.


Com todo esse desafio, há poucos GAPs no Brasil — o Google não informa quantos são eles. Resultado: as agências roubam profissionais dos concorrentes. A Media Click perdeu dois deles entre janeiro e junho. “É o preço que pagamos por sermos pioneiros”, diz Sant’Iago. Os profissionais certificados é que estão se dando bem.


Como se preparar


CURSO: GOOBEC (Google Business Educational Center)
CONTEÚDO: Educação sobre fundamentos de Adwords
DURAÇÃO: 24 horas/aula
PREÇO: 850 reais (básico)
MAIS INFORMAÇÕES: www.goobec.com/por

18/09/2008

VAREJO - Consumidores já podem sacar dinheiro nas lojas

Fonte: Diário do Grande ABC

Agora é possível fazer compras, de no mínimo R$ 20, e sacar até R$ 100 na mesma transação no caixa de alguns estabelecimentos. Essa é a proposta da Visa electron e da Mastercard que oferecem os serviços ‘troco fácil' e o ‘compre e saque', respectivamente. Segundo as operadoras o número de estabelecimentos que tem aderido a estes produtos tem aumentado com a proposta de fidelizar o cliente.

Segundo a Redecard - principal credenciadora da bandeira Mastercad, a adesão está acima das expectativas. Hoje são mais de 400 estabelecimentos comerciais já cadastrados em todo o País para a oferta do novo serviço, representando aproximadamente 30 redes varejistas de médio e grande portes. Segundo a Redecard, em breve, o serviço também estará disponível na Pizza Hut do Shopping ABC, em Santo André, e na Rede Drogão, localizadas no Shopping ABC e no Shopping ABC Plaza.

Segundo Erick Luiz, vice- presidente de produtos do mercado massivo da Mastercard, a empresa fez uma pesquisa para dar o nome a esse novo sistema. A Mastercard, que lançou o projeto piloto em outubro de 2007, lançou o novo serviço depois de três meses de testes. Segundo Luiz, o objetivo da empresa é possibilitar aos clientes um novo tipo de transação. "Vimos durante a pesquisa que os clientes já fazem isso formalmente, o que muitas vezes acarreta um custo na transação para o estabelecimento", explica. A intenção da Mastercard é aumentar a ativação de débito, já que muitas pessoas ainda sacam para realizar pagamentos. "O público de baixa renda não tem cultura de fazer compras com cartão de débitos", diz.

A transação terá o mesmo custo que o estabelecimento já tem com o débito. Segundo Luiz, o cliente não terá nenhum custo ao sacar.

O Visa Electron Troco Fácil já alcança 600 lojistas de todo o país. O serviço é aceito em estabelecimentos como o D'Avó Supermercados, Droga Verde e Drogaria Iguatemi em São Paulo, Drogaria Viva Mais.

Para Eduardo Gouveia, diretor executivo Comercial e Marketing da VisaNet Brasil, o Visa Electron Troco Fácil garante benefícios aos estabelecimentos comerciais, pois com menos dinheiro em caixa o lojista terá mais segurança. ""Queremos também incentivar o uso de cartões de débito no País. Em outros Países como Peru, México e Estados Unidos esse serviço já é um sucesso", finaliza.
23/09/2008

22 setembro 2008

GESTÃO - Pesquisa revela 10 principais riscos de negócios

Fonte: B2B Magazine

Gerenciar riscos de negócios de modo eficaz é uma das prioridades das companhias. Para orientar o mercado, a Protiviti, empresa de consultoria especializada em governança corporativa, gerenciamento de riscos e auditoria interna, divulgou o US Risk Barometer, estudo anual que busca identificar os principais riscos e apontar tendências mundiais.

Para o levantamento, foram entrevistados 150 executivos das maiores companhias norte-americanas. “Identificamos que os dez riscos que mais preocupam os executivos são: a concorrência, a satisfação do cliente, o ambiente regulatório, a segurança de informações, as mudanças no mercado, o mercado financeiro, a preocupação com reputação e a marca, os aspectos legais, a inovação tecnológica e os recursos humanos”, destaca o diretor da Protiviti Brasil, Waldemir Bulla.

O estudo aponta que 53% das companhias acreditam que possuem um processo eficiente de gerenciamento dos riscos de negócios e apresentam infra-estrutura que possibilita a compreensão e a transparência na gestão dos riscos. Uma das tendências reveladas foi a disponibilidade das empresas em lidar com um nível de “apetite” aos riscos menos elevados.

Companhias que aumentam o “apetite” investem mais em mecanismos robustos de gerenciamento de riscos como: políticas formais, funções e responsabilidades definidas e, um processo metodológico e estruturado de avaliação e gerenciamento de riscos. “Se comparado ao Brasil observa-se que os riscos destacados no estudo também se aplicam, em maior ou menor grau, à nossa realidade em função do contexto globalizado em que estamos inseridos”, destaca Bulla.
18/09/2008

INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br