31 outubro 2008

COMPORTAMENTO - Estudo revela comportamento do consumidor

Fonte: Meio&Mensagem

Limo Inc. apresenta novo perfil do consumidor brasileiro por meio do documentário "Breakonsumers.
O desenvolvimento econômico do País nos últimos dez anos não modificou apenas os negócios das empresas e a renda das famílias como também os hábitos e comportamento das pessoas, e não só na hora da compra. Os consumidores passaram a ter novas conquistas e anseios por produtos que antes não imaginavam ter a possibilidade de adquirir, e esse novo cenário obriga o mercado a se adaptar a essa nova realidade, seja com novos produtos ou com uma comunicação diferente. Esse perfil do consumidor brasileiro foi o foco do estudo realizado pela Limo Inc. e apresentado ao mercado através do documentário "Breakonsumers".
"Queríamos realizar um trabalho que mostrasse o próximo passo do consumidor e que fosse além de uma abordagem sobre o desenvolvimento sócio-econômico no Brasil ou que revelasse a nova classe C", afirma Laura Chiavone, diretora-geral da Limo. A pesquisa revelou que a melhora econômica do País nos últimos anos aproximou o comportamento das pessoas que integram as classes A, B e C, e também aumentou o poder de escolha das marcas para 85% das pessoas entrevistadas - seja pelo maior poder aquisitivo ou pelo maior número de opções presentes nas prateleiras.
Através dos resultados obtidos no estudo, a empresa classificou o consumidor brasileiro em três níveis: estáveis, que são os que buscam a manutenção do seu status quo e do seu emprego a qualquer custo e não procuram grandes mudanças de vida; emergentes, são as pessoas insatisfeitas, que estão se beneficiando do atual momento do Brasil para crescerem e que creditam o sucesso a um esforço próprio; e o engajados, que enxergam o momento atual como um fator importante para a transformação pessoal e coletiva, e que possuem mais afinidade com consumo cultural e responsabilidade sócio-ambiental. "As pessoas têm mais consciência do que podem ter acesso, o consumo não é mais novidade para eles", diz Laura.
Desafios para o mercado
O estudo da Limo detectou ainda que o aumento no consumo aliado ao boom de novos produtos colocados no mercado provocou um anseio por parte dos consumidores por mais orientação daqui pra frente. "Com o desenvolvimento econômico houve um crescimento desenfreado em compras, e agora as pessoas querem informações sobre tudo aquilo que ela adquire", afirma a diretora-geral, ao comentar sobre as mudanças na comunicação das empresas nesse novo cenário.
Para realizar o estudo, a empresa realizou uma pesquisa qualitativa que reuniu 30 entrevistas etnográficas e com especialistas na cidade de São Paulo, além de uma pesquisa quantitativa com 2.016 pessoas das classes A, B e C com idades entre 15 e 50 anos de seis grandes capitais do País. O trabalho contou ainda com parceria das empresas Lado B Digital Films, Atakk, Ginga Brasilis, Jump e Livraria Cultura.
Você acha que se tornou uma pessoa mais exigente nos últimos anos?
SIM - 80%
NÃO - 20%
Comparando hoje com 10 anos atrás, você acha que no mercado existem mais opções de compra?
SIM - 85%
NÃO - 15%
A que você credita questões como alcoolismo, obesidade e anorexia:
Falta de informação - 32%
Fraqueza - 27%
Falta de uma família ou um lar - 25%
Falta da presença de Deus - 25%
Mídia e Propaganda - 19%
Problemas de cada uma - 19%
Desemprego - 15%
Falta do que fazer - 12%
31/10/2008

30 outubro 2008

MARKETING - Produtos demoram a deslanchar no Brasil.

Fonte: Meio&Mensagem

Segundo estudo, Japão, Noruega e Suécia são os países onde os produtos se popularizam mais rápido. A China foi a última colocada e o Brasil o 23º entre os 31 pesquisados.
O melhor lugar para se lançar um novo produto é o Japão, onde ele leva 5,4 anos em média para 'pegar'. O pior é a China. Essas são algumas das conclusões da edição setembro/outubro do estudo 'Global Takeoff of New Products: Culture, Wealth or Vanishing Differences', que se diz o primeiro de alcance global para este tipo de dado. Os autores analisaram lançamentos em 16 categorias de produtos em 31 países.
O Brasil ficou na 23ª posição, atrás também de três países latino-americanos: México, Chile e Venezuela (confira o ranking na tabela abaixo). Para um dos co-autores do estudo, Deepa Chandrasekaran, da Universidade de Lehigh, a velocidade com que os países abraçam os novos produtos são um indicativo do grau de inovação de cada um.
Alguns países acabaram ficando fora do estudo, por não oferecem dados suficientes em pelo menos 10 categorias de produto. Dentre eles estão Argentina, Austrália, Colômbia, Hong Kong, Malásia, Nova Zelândia, Cingapura, África do Sul e Turquia.
Para o estudo, o ponto onde ocorre o deslanche é na fronteira do ciclo de vida do produto entre a introdução e o estágio de forte crescimento e popularização.
Além de apontar os países mais propícios para os produtos, o estudo indicou quesitos que podem fazer a diferença para que o produto 'pegue' de maneira mais rápida. As duas questões principais consideradas foram a econômica, já que os países oferecem diferentes oportunidades de riqueza, o que pode limitar a possibilidade de compra de novos produtos; e a cultural, pois as atitudes e inclinações variam de lugar para lugar, acelerando ou freando a aceitação por esses produtos.
O estudo se aprofunda em diversas questões que podem causar variações, sendo que uma delas é a religião, com a conclusão de que em lugares com religiosidade maior os produtos podem demorar mais para pegar.
Outro detalhe interessante do estudo é que o tempo para a explosão das vendas é menor para produtos categorizados como de diversão, o que pode ser telefone móvel, MP3 Players, câmeras digitais e serviço de internet banda larga, com sete anos em média nos países pesquisados; e maior para produtos de trabalho, como forno microondas, limpadores de prato, freezers e máquinas de lavar, com 12.
Gerard J. Tellis, professor de marketing na Universidade do Sul da Califórnia e líder do estudo, diz que os produtos 'divertidos' são mais glamourosos e visíveis, por isso brilham mais depressa. 'Nós não andamos casa a casa perguntando sobre os limpadores a vácuo, mas fazemos isso com os celulares', disse ele.
Com informações do AdAge.
Segue o ranking:
Posição País
1 Japão
2 Noruega
3 Suécia
4 Holanda
5 Dinamarca
6 Estados Unidos
7 Suiça
8 Áustria
9 Bélgica
10 Canadá
11 Finlândia
12 Alemanha
13 Coréia do Sul
14 Venezuela
15 Reino Unido
16 França
17 Itália
18 Espanha
19 Chile
20 México
21 Portugal
22 Grécia
23 Brasil
24 Tailândia
25 Egito
26 Marrocos
27 Índia
28 Filipinas
29 Indonésia
30 Vietnã
31 China

28 outubro 2008

CONSTRUÇÃO CIVIL - Mercado imobiliário brasileiro está longe de abismo visto nos EUA, diz economista

Fonte: Folha de São Paulo

O mercado imobiliário brasileiro está longe de cair no abismo criado pela crise financeira dos Estados Unidos, na avaliação do economista Eduardo Gianetti da Fonseca. Segundo ele, o único perigo aqui é uma parada súbita de capital de giro em projetos já em andamento.
Para Gianetti da Fonseca, a situação do mercado imobiliário no Brasil é "totalmente diferente" dos EUA, em que o setor esteve na raiz da crise financeira.
"O setor imobiliário está apenas começando o ciclo de expansão do crédito. Não existe bolha e inadimplência de mutuários. As empresas estão de modo geral capitalizadas. O quadro aqui é totalmente diferente", disse o economista, no 4º Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção, em São Paulo.
Ele advertiu, porém, para a dificuldade de empresas em ter capital de giro para projetos em execução. "Aqui, o único perigo é uma parada súbita de capital de giro em projetos em finalização. Mas é perfeitamente administrável. Até mesmo com algumas ações de bancos estatais. Não vejo ameaça de crise emergencial."
Entre as medidas governamentais possíveis, ele apontou a criação de oferta de seguro de crédito imobiliário e a redução do compulsório que incide sobre a caderneta de poupança, que compensaria as dificuldade de captação de recursos das empresas, como no lançamento de ações.
Segundo informou o secretário extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, ao colunista Guilherme Barros na Folha desta segunda-feira, o governo --assim como o setor privado-- já estuda a criação de seguro de crédito imobiliário. Conforme Appy, os estudos sobre o tema indicam para uma forma de garantir recursos para o crédito habitacional. A nova modalidade de seguro daria mais proteção ao credor contra a inadimplência. Desta forma, os financiadores poderiam reduzir juros e elevar o valor financiado dos imóveis.
Em entrevista para a Folha no último fim de semana, o ministro Guido Mantega (Fazenda) descartou problemas imediatos da construção civil, mas admitiu a necessidade de injeção de recursos para capital de giro no ano que vem. Segundo Mantega, serão mais R$ 3 bilhões além dos R$ 20 bilhões disponíveis para a Caixa Econômica Federal.
Para 2009, com a perspectiva de ritmo menor da expansão da economia brasileira, Gianetti da Fonseca afirmou que o setor da construção deverá passar por algum ajuste, como a revisão de programas muito agressivos de investimento.
"Em vez de crescer espetacularmente, provavelmente vamos crescer moderadamente. O setor precisa se preparar para isso. Não é o melhor dos mundos, mas é um cenário razoável"'
Neste novo cenário, Gianetti da Fonseca vê o encarecimento do crédito e prazos menores de financiamento. "As empresas vão ter mais dificuldade de levantar recursos, por exemplo, lançando ações. Todo acesso a capital do Brasil vai ficar durante um tempo um pouco mais restrito. Não vai sumir, mas vai encarecer. Mas o quadro ainda é positivo", acrescentou.
28/10/2008

TI - O desafio de lidar com as expectativas em projetos de TI.

Fonte: HSM Online

Quem trabalha com prestação de serviços sabe quanto é difícil corresponder às expectativas dos clientes. Por outro lado, quem contrata serviços sabe quanto é duro ter suas expectativas compreendidas e atendidas. Se falarmos em expectativas, adentramos a esfera das relações humanas. Quando o assunto são projetos na área de Tecnologia da Informação (TI), a questão do relacionamento é mais delicada que na maioria dos serviços: os investimentos são altos, os contratantes desconhecem as nuances técnicas do trabalho e os usuários dos serviços são diversos e diversificados. Tudo isso somado e mal gerido pode levar um projeto ao fracasso.

A fim de estudar esse ambiente, a Dynamic Markets e a Tata Consultancy Services realizaram uma pesquisa com 800 executivos de oito países: Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Índia, Japão, Singapura e Suécia. O levantamento mostrou que um em cada três projetos de TI não atinge as expectativas dos contratantes. Além disso, o estudo aponta que 43% dos gestores de TI dizem que os demais gestores de suas organizações vêem os problemas nos projetos como um mal necessário.

Gerando e gerindo expectativas – Muitas expectativas são germinadas nos clientes por meio de ações de marketing e de vendas. Se o cliente perceber uma lacuna negativa entre as promessas de vendas e o que lhe é entregue, a frustração virá. Ana Carla Ferreira, uma brasileira que atua na Espanha como analista de suporte da empresa SSA Global España y Portugal, afirma que tal situação não é incomum. Acrescenta, porém, outro fator gerador de expectativas: a comparação com um sistema que já exista na empresa. “Os contratantes esperam que o novo sistema seja bem melhor do que o atual, mas nem sempre isso ocorre. Para evitar tal frustração, a análise cuidadosa de ambos os produtos deve ser feita. Sobre o sistema proposto, pode-se pedir referências dos clientes que o contratam”, explica Ana Carla.

Para evitar frustrações, é recomendável que se registre o que é combinado durante a venda. À parte do que é a praxe de qualquer contrato –objeto, preço e prazo, especialistas recomendam que seja elaborado um Acordo de Nível de Serviço (ANS ou Service Level Agreement –SLA), que contemple as expectativas do cliente e do prestador de serviços, bem como meios de medir o serviço que é entregue.

Combinar é preciso. Planejar também – Oswaldo Alves, sócio responsável pela FREGEL Corretora de Seguros, tem larga experiência em contratação de projetos. Para ele, o principal no desenvolvimento de um projeto de TI é a definição correta do que se espera ao final dele. Ele conta que já se sentiu frustrado com projetos do qual fez parte, quando ainda era executivo: “Quando eu trabalhava para uma multinacional, tive oportunidade de acompanhar um projeto, voltado a controlar vendas, que nunca terminou, porque surgiam infindáveis necessidades durante o seu desenvolvimento”. Para Alves, planejamento adequado e simulações do sistema são cruciais ao sucesso da empreitada.

Ao comparar o ambiente espanhol com o brasileiro, Ana Carla considera que o comportamento dos clientes e dos fornecedores é muito similar. A especialista considera que a falta de planejamento, principalmente em relação ao prazo de entrega, é freqüente. A pesquisa realizada pela Dynamic Markets e pela Tata Consultancy Services confirma a constatação de Ana Carla: 62% dos entrevistados apontaram a entrega fora do prazo como um problema que enfrentam com a área de TI. Além disso, 49% citaram problemas no orçamento, 47% citaram a manutenção e os custos acima da expectativa e 25% disseram que os usuários relutam em adotar os novos sistemas.

Vendendo o projeto em todos os níveis – A respeito dessa relutância, um dos motivos apontados por Ana Carla é a falta de participação dos usuários no planejamento do projeto: “Deveria ser feito um trabalho de incentivo, no qual os futuros usuários fossem ouvidos e se sentissem parte do projeto”. Ela também aponta que o treinamento precário dado aos usuários, que começam a utilizar os sistemas sem saber o que estão fazendo, leva à desmotivação. Gera, também, uma alta demanda sobre o pessoal de suporte, onerando e desgastando contratante e contratado.

Alves tem um conselho que pode ser útil para estimular a aceitação dos novos sistemas, além de contribuir para o bom relacionamento: “Recomendo que não se inicie um projeto de TI sem que seja designado um usuário muito experiente, para ficar disponível em tempo integral para atender e acompanhar o profissional de desenvolvimento”.

Abrangência do ANS - O ANS deve prever quando o serviço estará disponível para os clientes; que volume de serviços será oferecido; os procedimentos de acompanhamento e controle; limitações do projeto; a forma de comunicação de problemas ou sugestões e as revisões periódicas. Durante a fase pós-venda, as referências constantes no ANS facilitarão ao prestador do serviço acompanhar as expectativas do cliente e lidar com elas, na hipótese de haver discrepâncias entre o combinado e o esperado. O ANS pode ser utilizado, inclusive, se os fornecedores do serviço são internos, isto é, se há um departamento de TI na própria empresa.

Se o tema é pós-venda, contudo, fala-se em atendimento ao cliente. Nesse ponto, o perfil mais técnico e racional dos profissionais de tecnologia tende a revelar alguns déficits. Nada que não possa ser contornado com bons treinamentos e bons exemplos por parte dos seus líderes. Afinal de contas, o cliente quase sempre tem razão. E, quando não tem, deve ser tratado com igual interesse e consideração.

28/10/2008

23 outubro 2008

GESTÃO - Governança corporativa é vantagem competitiva

Fonte: Administradores

As empresas que querem se perenizar, participarem do crescimento brasileiro e se inserirem no mercado global estão aderindo cada vez mais aos conceitos e práticas de excelência em gestão voltados à governança corporativa. Existem várias opiniões sobre isso. Porém, todos possuem suas semelhanças. Estudiosos como Shleifer e Vishny (1997), acreditam que é o "conjunto de mecanismos pelos quais os fornecedores de recursos garantem que obterão para si o retorno sobre seu investimento". Para o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC/2005), "é o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre acionistas/cotistas, conselho de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal". No caso da Comissão de Valores Mobiliários (CVM/2005), trata-se do "conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital".
A governança corporativa teve início na Inglaterra, em 1992, com a edição do relatório Cadbury. No Brasil, o primeiro referencial foi com a criação do IBGC, em 1995, que tem como objetivo fomentar esta prática nas empresas. Outros fatores também foram benéficos para a governança corporativa no país, como a aprovação da Lei n° 10.303, de 31/10/01, conhecida como a nova lei das S.As; a aprovação da Lei n° 11.638, de 29/12/2007; a criação dos níveis 1 e 2 de governança corporativa e do novo mercado pela Bovespa; e a definição, pelo BNDES, da adoção de práticas de boa governança corporativa como um dos requisitos para a concessão de financiamentos.
Sabemos que uma estrutura de governança corporativa ajuda a empresa a conquistar uma vantagem competitiva em um ambiente com muitos e complexos desafios, como manter o crescimento e melhorar a rentabilidade; otimizar a estrutura e o custo de capital; promover as capacitações necessárias para enfrentar a concorrência; aumentar os ativos intangíveis e o estoque de capital humano; identificar novas oportunidades de atuação nos mercados nacional e internacional; e incentivar a inovação e estratégias de competição.
Por um outro viés, a governança corporativa assegura direitos de todos dentro de uma empresa, dando tratamento equânime aos acionistas, inclusive minoritários e estrangeiros. Dos stakeholders, deve-se reconhecer os direitos das partes interessadas, conforme previsto em lei. O incentivo a cooperação ativa entre empresas e partes interessadas na criação das riquezas, empregos e na sustentação de empresas economicamente sólidas é imprescindível na aplicação do conceito.
A estrutura de governança corporativa deve também assegurar a divulgação oportuna e precisa de todos os fatos relevantes referentes à empresa, inclusive situação financeira, desempenho, participação acionária e governança da empresa. O Conselho da empresa deve garantir a orientação estratégica da organização, fiscalização efetiva dos membros e a prestação de contas. Algumas organizações, para evoluírem mais rapidamente para os patamares de boa governança, buscam apoio de consultorias especializadas que por serem externos, têm maior êxito na análise, planejamento e implementação dos processos necessários, dando suporte à mudança da cultura organizacional com eficácia.
Por fim, uma boa estrutura de governança corporativa contempla disciplina, transparência, independência, accountability, responsabilidade, eqüidade e responsabilidade social. Ela é fundamental para estimar e reduzir riscos de investimentos e o custo de capital, itens fundamentais hoje de crescimento de qualquer empresa.
22/10/2008

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