05 junho 2009

ARQUITETURA - Construção do edifício mais inclinado do mundo já passa da metade.

Fonte: Ana Paula Rocha, Piniweb

A construção do edifício Capital Gate, Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos já passa dos 100 m de altura. O prédio de 160 m e 35 pavimentos possui uma inclinação de 18 graus a partir do 18º andar, o que o transforma na edificação mais inclinada do mundo (o prédio terá 14 graus a mais de inclinação que a Torre de Pisa, na Itália).

O projeto elaborado pelo escritório RMJM arquitetos, de Nova York, não prevê que os andares se inclinem junto com a edificação. Para isso, o edifício terá um exoesqueleto de aço apoiado em 490 estacas de 30 m de comprimento para reforçar a inclinação. O reforço também tem a função de compensar as ações da gravidade, ventos e atividades sísmicas, causadores da pressão e danificação de estruturas deste tipo.

O edifício Capital Gate abrigará o hotel cinco estrelas Hyatt com capacidade para 200 quartos.

COMUNICAÇÃO - Palestrantes ressaltam a importância do planejamento e pesquisa em tempos de crise.

Fonte: Coletiva.net

O segundo painel do dia, sobre o tema ‘Inovação e Criatividade em Pesquisa, Planejamento e Ações: Perestroika’, contou com a participação do publicitário Rony Rodrigues, fundador e diretor de Projetos Especiais da Box 1824, e do empresário Paulo Secches, da Officina Sophia, que destacaram o planejamento e a pesquisa como um das principais ferramentas da publicidade.

De acordo com Rony, a pesquisa surgiu com um conceito para trazer uma nova estruturação na publicidade, a fim de se chegar a uma tendência. “Para chegarmos a uma tendência de mercado precisamos passar por algumas pesquisas como: a captação de sinais, onde se estuda desde o comportamento até as novas tecnologias e, o estudo do consumidor, onde a observação participativa é um diferencial”, afirma. Segundo ele, o grande diferencial é vivenciar o perfil do público que se pretende atingir. “É necessário identificar como as pessoas reagem frente à pressão da vida moderna, pois as grandes tendências são movimentos lentos”, destaca. O publicitário ressaltou ainda que a internet está contribuindo cada vez mais com o universo da pesquisa, pois possibilita um novo olhar para este universo.

Já o empresário Paulo Secches destacou a pesquisa como uma ferramenta que possibilita estudar o comportamento do indivíduo, a partir da ótica das mais diferentes ciências. “A característica do ser humano é a irracionalidade, então temos que olhar o indivíduo por trás de consumidores, e estudarmos como eles reagem a determinadas situações, oferecendo, por exemplo, oportunidades de mercado em momentos de crise”, explica.

Conforme o empresário, as necessidades dentro de um ambiente de crise podem ser supridas se forem identificados os diferentes segmentos de indivíduos e isto se consegue a partir de uma pesquisa comportamental e individual. “Segmentamos os indivíduos e encontramos cinco grupos que são: ‘A vida é bela’, que possui propensão ao consumo e vive o hoje; o grupo da ‘Vida sob controle’, que é mais racional e se prepara para o futuro; o ‘Ops! Cuidado’, que possui posição otimista para o futuro, mas seu comportamento é cauteloso com os gastos; o ‘Óh, Céus! Óh, Vida!’ que restringe o consumo diante da crise e os ‘Utilitaristas’, que restringe seu consumo total diante de situações de crise”, afirma.

O maior desafio das empresas, conforme Paulo, é repensar o que vão fazer e conhecer quem são as pessoas com as quais elas querem falar, e não como consumidores. “As empresas gastam muitas vezes recursos de mídias falando com segmentos que não trazem retorno, por isto é tão importante uma pesquisa para conhecer o indivíduo”, completa.

COMUNICAÇÃO - Para Neal Davies, falta inovação em planejamento.

Fonte: Coletiva.net

Para o londrino Neal Davies, não há inovação em planejamento. O publicitário e sócio da Naked, de Nova York, criticou o modelo de trabalho ultrapassado das agências e, também, o que chamou de ‘legado da irritação’. “Os planejadores começam a pensar em coisas novas, mas acabam com um comercial em TV”, disse ele durante a palestra ‘Inovação e Vanguarda em Planejamento’. Neal aconselhou a plateia a entender o público do século XXI e a perguntar, sempre: “Para quê, de fato, vocês estão planejando? Qual é a meta do planejamento de vocês?”

Neal comparou o mundo da internet com um grande parque, onde cada um traz alguma coisa e, juntas, essas pessoas fazem um piquenique. Em sua opinião, os ‘marqueteiros’ atuais são as abelhas que surgem para importunar. “Nós tentamos encontrar novos meios, mas repetimos a mesma fórmula: irritar consumidores. Este é o legado da irritação! As agências mantêm o mesmo modelo de negócios desde a invenção da televisão”, afirmou.

Segundo o publicitário, as agências não conseguiram 'se dar bem’ nesse século, que iniciou há quase 10 anos, pois tentam reinventar marcas, sem mudar a forma como elas trabalham. “O que faz uma marca é a forma como ela se comporta. Se os tênis que a empresa produz é feito por crianças na Ásia, seus consumidores saberão disso em um clique. E esse fato fala mais sobre a marca do que um logotipo amplamente divulgado.”

Entre brincadeiras com o público sobre futebol, Neal defendeu a ideia de que o ‘não-sexy’ gera dinheiro. “Para fazer com que os resultados sejam atingidos, é necessário ser criativo nos canais certos. Na Naked, nós ganhamos dinheiro fazendo a coisa certa e isso é ser inovador”, finalizou. A Naked foi eleita pela revista FastCompany como uma das agências mais inovadoras.

Participaram da palestra como debatedores Daniel Skowronsky, Eduardo Melzer, Arthur Bender e Orlando Marques.

Os 10 pensamentos-chaves de Neal Davies:

1°) Planejamento inovador evita irritação. Consumidores mudaram, mas nós não mudamos.
2°) Planejamento inovador é planejamento integrado.
3°) Planejamento inovador não vive em silos, ou seja, não evita a comunicação com outros setores.
4°) Planejamento inovador nunca se compromete com as atividades da agência.
5°) Planejamento inovador nunca vai atrás de coisas totalmente novas.
6°) Planejamento inovador não é tão sexy.
7°) Planejamento inovador é entender a audiência.
8°) Planejamento inovador não tem memória. Agências não mudaram, desde a invenção da TV.
9°) Planejamento inovador é reconhecido.
10°) Planejamento inovador é sucesso.

04 junho 2009

ESTRATÉGIA - Você está se tornando irrelevante?

Fonte: Portal Amanhã

O consultor Kip Garland diz que para inovar é importante que as empresas parem de tentar responder velhas perguntas. Para ele, deve-se eleger novos questionamentos - que trarão novas respostas

Sustentar uma organização, seja ela uma indústria ou um negócio, exige a habilidade de se reinventar e de criar alternativas para o crescimento. Quando organizações param de crescer, elas perdem sustentação e relevância. Estudos econômicos mostram que garantir a expansão em setores produtivos é cada vez mais difícil. Assim, podemos concluir que ou a empresa encontra novas formas de crescer, ou ela se torna irrelevante.

Em vez de lutar contra essas forças, podemos aprender sobre as circunstâncias que afetam as situações não-lineares. De fato, lidar com a complexidade do crescimento em muitos casos representa ir contra práticas de gestão enraizadas como, por exemplo, ouvir o cliente; aperfeiçoar produtos, ou ter uma administração financeira robusta.

Uma abordagem poderosa para decifrar essas circunstâncias é examinar as questões fundamentais que as organizações buscam responder desde a sua criação. Na tentativa de gerar novas respostas às perguntas-chave, algumas vezes perdemos a noção de qual era o problema original e qual a sua relevância para o futuro.

A Whirlpool, empresa por trás de marcas poderosas, entre elas as brasileiras Brastemp e Consul, durante 100 anos se preocupou em encontrar respostas para a questão de como construir melhores produtos para auxiliar nas tarefas domésticas diárias (cozinhar e limpar).

Apesar de a Whirlpool ser capaz de chegar a novas e melhores respostas, a necessidade de um novo crescimento trouxe consigo novas questões e não apenas novas respostas. Algumas dessas novas questões poderiam se tornar ainda mais relevantes para o futuro da empresa - como entregar bem-estar para o lar? Responder a essa nova pergunta levou fundamentalmente a diferentes aprendizados para a Whirlpool, que acabaram direcionando a companhia ao novo crescimento. Ou seja, essa nova questão permitiu a criação de diferentes respostas, mais abrangentes e originais, que não poderiam ser dadas à premissa inicial.

Diante de tal contexto, restam-nos duas opções: aceitar a probabilidade de que as questões que instigam as empresas desde sua criação (e às quais essas companhias preocupam-se ainda em responder) são cada vez menos relevantes. A outra opção é desenhar oportunidades para novas formas de crescimento, a partir de novas questões-chave (e não apenas da tentativa de encontrar novas respostas).

Infelizmente, as estatísticas mostram que a maioria das melhores empresas escolheu a segunda opção. Mas não é demasiado tarde... a escolha pela segunda hipótese, de se fazer novas questões, é ainda possível. É ela quem permitirá ir além de um esquema reducionista, no qual apenas as perguntas já formuladas são tidas como válidas e que, por consequência, mantém as empresas vítimas das forças "invisíveis". As conseqüências podem ser diferentes, basta que façamos escolhas também diferentes.

*Kip Garland, fundador da consultoria de inovação Innovation Seed, será um dos palestrantes da IX Conferência ANPEI - Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras -, que acontece na Fiergs, em Porto Alegre, de 8 a 10 de junho.

03 junho 2009

COMUNICAÇÃO - Uma árvore feita de lenços de papel divulgando produto da Kleenex.

Fonte: www.bluebus.com.br

Uma árvore com flores feitas de lenços de papel, instalada perto do Museu de Arte Contemporanea de Sydney, na Australia. A instalaçao foi criada para divulgar os lenços Silk Touch, da Kleenex. O publico era incentivado a tocar e puxar as 700 flores de papel na árvore. Clique na imagem abaixo para ver um video sobre a açao.


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