02 outubro 2009

TECNOLOGIA - Campanha de Sony tem até "samba argentino"

Fonte: Meio&Mensagem

Filme viral Soundville testa o som do anunciante "até o limite" em uma pequena e gélida cidade da Islândia, com trilha sonora diversificada.

A parceria Sony e Fallon, que já teve comerciais como Balls e Play-doh, além de uma peça estrelada por Kaká, rendeu mais um fruto. O anunciante transformou por uma semana a pequena e gélida cidade de Seydisfjordur, na Islândia, em um imenso laboratório a céu aberto para testar seu sistema de som, fato retratado no novo comercial viral Soundville, elaborado e dirigido pelo diretor de criação argentino Juan Cabral.

O título do filme é referência a um conceito novo da empresa para sua linha de som, que ressalta a importância de testá-la até o limite.

O comercial mostra cenas bucólicas da pacata cidade localizada diante de motanhas cobertas por gelo, e com uma trilha que contempla diversos ritmos tocados durante aqueles dias, indo desde a música clássica até um improvável samba cantado em espanhol com direito a cavaquinho e cuíca. A peça é assinada com o novo slogan Make.Believe.

O tal "samba argentino" é a canção La Luz, de Fede Cabral (confira seu site), composta especialmente para o comercial. Fede é irmão de Juan Cabral que, após meses de afastamento por questões pessoais, retornou à ativa na Fallon lodrina.

A lista de artistas compreende também Fearless, Mum, Bob Dylan, Toumani Diabate, Roberto Goyeneche, Murcof e Guillemots, dentre outros.

Confira o filme:

01 outubro 2009

O mercado promissor do 3D

Por Guilherme Soares
Fonte: Papo de Empreendedor

Interessante está matéria sobre cinemas 3D, escrita por Rafael Farias Teixeira da seção Papo Empreendedor da Revista PEGN. Eu particularmente não tenho muito apreço pelo cinema 3D, prefiro ainda o modo clássico sem os tais óculos 3D. Mas pelo visto nessa matéria, os números desse negócio demonstram que muita pessoas não concordam com a minha opinião. Leia a matéria abaixo.

No Brasil, a tecnologia foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional, que passou de R$108 milhões em julho de 2008 para R$143 milhões no mesmo período deste ano

O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores que, apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados, o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. Isso mesmo! Os filmes, salas e equipamentos para produzir material 3D estão movimentando a economia – com números que saltam no rosto do espectador.

Segundo matéria da Folha de S. Paulo publicada em setembro deste ano, há em torno de 3 mil cinemas americanos com equipamento para projeção 3D. No Brasil, o número ainda é módico, apenas 75 salas até a data de publicação da reportagem. No país, o cinema 3D foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional — que passou de R$108 milhões para R$143 milhões de julho de 2008 para julho de 2009.

Se os lucros são altos, o gasto para se ter uma sala de cinema 3D também é. A instalação de uma sala normal custa em média R$200 mil, enquanto a 3D, R$500 mil.

E engana-se quem pensa que a técnica ficará restrita apenas às salas de projeção. Atualmente já se pensa em usar o 3D em jogos de vídeo-game e transmissões televisivas. O produtor Jerry Bruckheimer, em entrevista para a revista Galileu de setembro, acredita no incrível potencial do 3D. “Sim, o futuro do negócio do cinema passa pelo 3D”, afirma.

E se levarmos em consideração as empresas que trabalham na manufatura e na criação dos equipamentos para uma projeção desse tipo — a câmera, o filme e o projetor são todos diferentes dos aparelhos usados em uma sessão 2D — podemos colocar mais algumas grandes cifras nessa conta. Não precisa nem dos óculos de lentes coloridas para enxergar que os números só tendem a crescer.

TENDÊNCIAS - 10 tendências na baixa renda

Fonte: Mundo do Marketing

Datafolha e Data Popular apontam 10 tendências na baixa renda
Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras

A Data Popular e Datafolha divulgaram os primeiros resultados da parceria que resultou na ferramenta "Mercados da Maioria", que estuda as classes C, D e E. Motivados por dados que apontam que esse público responde por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado, os dois institutos identificaram dez tendências entre os consumidores de baixa renda.

Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras, inclusive com profissionais que lidam com esse público, como manicure, professores, cobradores de ônibus, ou mesmo antropólogos e economistas. Também foi analisada a cultura popular, através de ditados populares, músicas, novelas e revistas, por exemplo.

10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE R$ 760 BILHÕES

1 – CONSUMO DE INCLUSÃO
Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E

“Agora, eu escolho”

2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA

A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.

“Agora, eu tenho orgulho”

3 – ACESSO E QUALIDADE

Com maior poder de consumo exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que se souberem conjugar a melhor relação custo-benefício será recompensado com sua fidelidade.

“Agora, eu Posso”

4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO

As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.

“Agora, eu sei, faço e aconteço”

5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C

Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã terá mais as características dos jovens da atual baixa renda.

“Agora, tudo é do meu jeito”

6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO

Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas as novas tendências dessa maioria.

“Agora, eu sou mais eu.”

7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA

Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.

“Agora eu não dependo de ninguém”

8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA

As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.

“Agora, eu tenho mais meus amigos.”

9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO

A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda, exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.

“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”

10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO

A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira

“Agora, eu me conecto.”

INTERNET - Qual o tempo de interação dos consumidores com anúncios na internet?

Fonte: marketingdigitalsp.blogspot.com

Uma pesquisa mundial, feita pela Eyeblaster, analisa o tempo de interação dos consumidores com anúncios na internet.

No intuito de analisar o interesse dos internautas por mensagens publicitárias na internet, a Eyeblaster realizou a pesquisa "A Atenção do Consumidor", com amostra isolada de 42 bilhões de interações veiculadas em todo o mundo. O levantamento mensura o grau de interatividade dos internautas com as peças no período compreendido entre setembro de 2008 e março deste ano.

Ele apontou que o consumidor gasta intencionalmente, em média, um minuto por dia na interação com publicidade online. De acordo com os resultados, pela manhã os internautas estão mais abertos a esse tipo de comunicação, sendo que o pico acontece às 9 horas. "Há também evidências de que no horário do almoço as interações são mais duradouras", acrescenta Carlos Medina, diretor geral da Eyeblaster no Brasil. As peças criadas em formato de vídeo são as que mais repercutem, e chegam a conquistar cerca de 70 segundos da atenção do usuário, o dobro do impacto causado pelas peças não munidas dessa ferramenta. Quando isolada a América Latina, os anúncios em geral registram perto de 51 segundos de interação, sendo que os baseados em vídeo acumulam quase 73 segundos, contra 31 dos que não têm.

Na escala de formatos com melhor desempenho, os que contemplam as peças inseridas nos programas de mensagem instantânea ficaram em primeiro lugar, com 83 segundos de atenção, seguidos dos baseados em rich media (73 segundos) e dos banners (59 segundos). As medições foram feitas por meio da métrica Dwell Time, que consegue justamente fazer essa análise de interação e tempo dela. "Podemos saber quanto tempo o mouse ficou sobre o anúncio, qual a duração do vídeo que o internauta iniciou e o tempo gasto pelo usuário com a publicidade", conta Medina.


Índices de Interatividade
Tempo de interação sem vídeo
Tempo de interaçãocom vídeo


Globalmente
37.37 segundos
71.51 segundos

América Latina
31.02 segundos
72.33 segundos

Estados Unidos e Canadá
32.73 segundos
85.16 segundos

Ásia e Pacífico
33.51 segundos
59.94 segundos

28 setembro 2009

INTERNET - 6 dicas para utilização de redes sociais para empresas

Por Guilherme Soares
Fonte: Meio&Mensagem

Em um artigo do site Meio&Mensagem encontramos algumas dicas para quem tem vontade de inserir sua empresa em redes sociais. Sabe-se que a prática de comunicação pela internet está evoluindo muito ultimamente e por natureza o homem tem medo do que é novo. No entanto, nesse caso o medo não é algo negativo e sim algo que deve ser entendido e superado.
As empresas ainda têm medo de se engajar nas redes sociais, apresentando justificativas como a de que elas fazem os funcionários perder tempo e que as pessoas que odeiam as marcas delas poderão causar danos. O estrategista de marketing e palestrante B. L. Ochman apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo.
Abaixo temos 6 medos frequentes que surgem nas "empresas" na hora de entrar em redes sociais. Cada um é analisado pelo especialista e comentado.

Os empregados perderão tempo com redes sociais:

Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.

Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.

O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.

Os "odiadores" irão causar dano à marca:

"E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?", é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.

Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.

Perderemos o controle da marca:

Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.

Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.

Redes sociais demandam dinheiro:

Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.

Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.

Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: "Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro".

Estamos com medo de processos jurídicos:

Essa não. Próxima por favor!

Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:

Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.

INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br