20 outubro 2010

INTERNET - A Revolução da "Social Media"

Por Guilherme Soares

Ótimo vídeo sobre o impacto das redes sociais online na vida moderna e sobre tendências. Claro que deve ser levado em conta alguns, vamo dizer "sensacionalismos", mas mesmo assim o vídeo é muito interessante. Vale a pena.

Confira:

CONSUMO - Fácil acesso a serviços bancários gera endividamento de jovens.

Fonte: Agência Namosca

Pesquisa da Namosca aponta forte poder consumidor desta faixa etária

Nunca os jovens tiveram tanto acesso a serviços bancários e também nunca estiveram tão endividados. Estas conclusões são parte de um estudo realizado pela agência Namosca, especialista no universo jovem.
A consulta feita a estudantes de ensino superior das sete principais cidades do país mostrou que 86% possuem conta-corrente, 77,3% conta-poupança, 76,4% cartão de crédito, 84,9% cartão de débito e 62,3% cartão de lojas.
“Ao mesmo tempo em que existe mais estímulo ao consumo, existe também maior endividamento. Os jovens atribuem muita importância à diferenciação por suas posses e as empresas aproveitam isso, viabilizando um consumo intenso através da facilidade de crédito para gente cada vez mais nova”, aponta Marcos Calliari, sócio-proprietário da Namosca. “Em grande parte das categorias de bem de consumo, quanto mais cedo você conquistar seus clientes, mais chances terá de mantê-lo. É por isto que todos os grandes bancos, por exemplo, oferecem produtos específicos para universitários”, completa.

Os produtos bancários também aparecem na lista de itens que os jovens pretendem adquirir. Cerca de 10% querem um novo cartão de crédito, 7,1% pensam em conta-poupança e 6,9% desejam um cartão de loja. Já 6,4% almejam uma conta-corrente e 3,4% cartão de débito.
A forte presença de produtos financeiros entre este público viabiliza a compra de bens. A pesquisa da agência Namosca aponta que 41% desses jovens universitários das principais capitais do país têm carro. O item, aliás, foi apontado como sonho de consumo por 35,3% dos entrevistados.
A diversidade de bens possuída pelos jovens também é grande e, além de veículos como carros e motos (16%), incluem também equipamentos de lazer ou transporte como bicicleta (46%) e skate (22%). A quantidade de alguns bens também é destacada. A maior parte dos jovens tem, em média, quatro pares de tênis e seis calças jeans. Destaque para os aparelhos celulares: 96% possuem ao menos um celular e 32% mais de um.
Outros produtos que os jovens pretendem adquirir são itens de vestuário e informática: 35,1% dos jovens desejam comprar calças jeans de marcas famosos, 34,8% laptops e 28,7% pares de tênis.
Os dados foram obtidos por meio de uma pesquisa realizada pela agência Namosca com 729 estudantes das principais universidades do país nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.

18 outubro 2010

CRIATIVIDADE - Propaganda "bem bolada" do remédio para dor de cabeça Anador

Por Guilherme Soares, da Inex Marketing

Muito interessante a nova campanha do Anador, para reforçar o novo posicionamento da marca que é “Ação rápida contra a dor de cabeça”, aproximando-se de um público mais jovem. Foi criado um pseudo-concorrente que se diz melhor que Anador, os capacetes Blockpain. Veja o site AQUI e o video a seguir.  



Em resposta às promessas do novo “concorrente” a Anador reafirma-se como a solução simples e confiável no alívio da dor de cabeça para que as pessoas possam manter seu ritmo: "Para dor de cabeça, não inventa. Anador!".

15 outubro 2010

VAREJO - Kaiser: Supermercado para a 3ª idade


Atenta à tendência de envelhecimento da população e as oportunidades que ela traz, a rede de supermercado Kaiser implementou uma série de inovações em suas lojas para melhorar a experiência de compra desse público. Eles não apenas criaram ferramentas para auxiliar seus compradores da 3ª idade como alteraram o design das lojas.

Carrinhos customizados: além de pegadores ergonômicos, os carrinhos possuem assentos para que o comprador possa descansar durante a compra, consequentemente ampliando o tempo potencial que o consumidor passará na loja.


Lentes de aumento foram colocadas nas gôndolas para que eles possam ler as informações. Notem que há uma área vermelha com um botão que pode ser acionado para pedir auxílio.


Ilhas mais baixas e corredores mais largos para facilitar a navegação pela loja. Além disso, toda a sinalização é simples e com tipologia grande.


Degraus para que os produtos possam ser alcançados com mais facilidade.


Ofertas de porções individuais para evitar desperdícios.
Amplo sortimento de produtos funcionais, orgânicos e dietéticos.


Marketing segmentado para o público de 3ª idade.

01 outubro 2010

MARKETING - Emoção, marketing e sustentabilidade

Fonte: Portal PEGN

O crescimento das comunidades on-line abre um espaço novo para as empresas que forem capazes de absorver a genialidade do coletivo e transformá-la em crescimento para seus negócios

Por Claudio Tieghi*

Uma marca é muito mais do que um nome e seu design. Ela representa as atitudes e as características de uma organização, construídas por meio das experiências que as pessoas têm com seus produtos e serviços. E, nos dias de hoje, essa relação passa pelas emoções que tais experiências despertam e pela capacidade de a marca abrir canais para a participação efetiva de seus públicos.

Esta é uma era caracterizada pela colaboração. Enquanto bilhões de pessoas passam a ter acesso ao mercado de consumo, a tecnologia permite a colaboração em massa. O crescimento das comunidades on-line abre um espaço novo e gigantesco para as empresas que forem capazes de absorver a genialidade do coletivo, transformá-la em inovação e crescimento para seus negócios. Nesse contexto, uma atitude ética e transparente com todos os públicos se faz necessária, principalmente nas pequenas empresas, pela proximidade que estabelecem com seus clientes no cotidiano.

Mais democrático, pois não exige cifras vultosas como as mídias tradicionais, o universo digital configura-se em uma grande oportunidade para as pequenas empresas que necessitam de formas diversificadas de exposição da marca em um contexto extremamente competitivo, dominado pelos grandes grupos, que concentram investimentos em veículos de massa.

A comunicação tradicional, como a publicidade, dá lugar a ferramentas que permitem construir uma relação baseada na colaboração, na participação e no vínculo emocional entre o negócio, seus clientes e demais públicos. Por outro lado, as pessoas buscam, cada vez mais, se identificar com as marcas que consomem. Na base dessa identificação está a ligação emocional que cada indivíduo estabelece a partir das suas experiências com a empresa. O grande desafio de uma empresa é criar experiências que tenham o poder de estabelecer conexões emocionais duradoras com seus consumidores. Permitir a colaboração se apresenta como uma alternativa poderosa para a criação de um verdadeiro vínculo emocional entre o consumidor e a marca. Quanto mais forte e positiva for esta conexão, mais adesão a empresa terá de seus públicos.

Pode parecer extremamente complexo construir e cultivar essas relações no universo digital, mas, na verdade, as empresas inteligentes estão estimulando o crescimento de comunidades on-line e atraindo cada vez mais participantes para colaborar com a construção de seus produtos e serviços. E, para isso, há alguns passos importantes a seguir:

• Ser verdadeiro, afinal os consumidores percebem a falsidade à distância.
• Envolver os clientes em decisões importantes, como o aprimoramento e o desenvolvimento de produtos ou serviços.
• Mostrar empatia: ouvir e compreender o que os públicos desejam e ser criativo para responder às suas demandas.
• Recompensar a fidelidade, fazendo alguns gestos espontâneos pelas pessoas que apoiam a sua marca.
• Assumir responsabilidades, não somente em relação aos clientes e colaboradores, mas também em relação à comunidade e ao meio ambiente, afinal, a empresa é parte desse complexo ecossistema econômico e social no qual vivemos.

Portanto, cabe ao pequeno empresário orquestrar as iniciativas que poderão abrir espaço para a participação, a colaboração e a construção de relações verdadeiras e duradoras, contribuindo assim para obter resultados sustentáveis em seus negócios.

*Claudio Tieghi é presidente da Associação Franquia Sustentável (Afras) e gerente nacional de responsabilidade social da rede de escolas de idiomasYázigi Internexus

INEX
| PORTO ALEGRE | SÃO PAULO | BRASIL
www.inexestrategia.com.br