11 maio 2009

SUSTENTABILIDADE - A balada verde.

Fonte: ISTOÉ, por Luciana Sgarbi

Fazem sucesso na Europa e nos EUA casas que combinam diversão com preservação ambiental


"Podemos salvar o mundo dançando. Esse é o apelo ambiental mais eficiente", disse em entrevista à ISTOÉ Aryen Tieleman, proprietário da casa noturna Watt, situada na cidade holandesa de Roterdã. Tieleman está sendo considerado na Europa um dos grandes revolucionários do entretenimento - e também das causas ecológicas, seguindo o conceito do Sustainable Dance Club. Ou seja: divertir-se é preciso, mas poluir o planeta, não. A sua discoteca tem as paredes, por exemplo, feitas de garrafas PET.
Nada mais "verde". A casa tem lotado de jovens e já serve de modelo para outros empreendimentos do gênero: no café Natuur, na estação de trem Driebergen-Zeist, a porta de entrada giratória é um potente gerador de energia limpa. Na Inglaterra é o empresário e ambientalista Andrew Charalambous quem vem fazendo sucesso. Ao abrir em Londres o seu clube chamado Surya, ele próprio se surpreendeu: "Veio gente de diversos países na inauguração, fiquei feliz quando vi brasileiros, americanos e australianos."

O clube Surya serve bebidas alcoólicas orgânicas, seu bar foi construído com telefones celulares usados e há uma pequena pista de dança geradora de eletricidade não poluente. "Tudo isso dá um ar de modernidade e ajuda a natureza", diz Charalambous. Já nos EUA a sensação desse casamento entre diversão e sustentabilidade tem endereço em Nova York, na luxuosa ecobalada Greenhouse. "O conceito do que é ecologicamente correto sempre foi associado a atividades um tanto desanimadas.

Mas quando ele é mesclado ao bom e alegre lazer, aí fica fácil educar para a construção de um planeta saudável", diz Tieleman. Como todo bom empresário, ele também sabe atrair clientes por meio de promoções, e a que mais deu certo foi a ideia de fornecer ingresso gratuito àqueles que chegam à Watt de bicicleta.

Para quem acha que as ecodanceterias não podem ser high tech ou luxuosas, a nova-iorquina Greenhouse prova o contrário. Dos suntuosos sofás até seus altos pilares, tudo é feito com materiais que poderiam até estar no lixo. São as pistas de dança, no entanto, a atração que mais desperta curiosidade, e isso se vê tanto na Watt quanto no Surya. "Quanto mais as pessoas dançam e pulam, maior é a energia gerada para alimentar os lasers e os sons graves dos alto-falantes", diz Tieleman.

As pistas dessas casas se valem do fenômeno conhecido cientificamente como "efeito de cristais piezoelétrico": materiais como o quartzo, quando pressionados, armazenam carga e produzem eletricidade. Assim, quando as pessoas estão dançando, a pista recua cerca de um centímetro, comprime a estrutura e a energia produzida é constantemente distribuída aos circuitos eletrônicos.

"A eletricidade é gerada na pista de dança. Cuidar do planeta é a nova opção nas noites da Holanda"

Aryen Tieleman, dono do Watt

Segundo o laboratório europeu de pesquisas ambientais Enviu, cada pessoa que dança nesse tipo de pista é capaz de produzir 20 watts. Para efeito de comparação, uma lâmpada acesa por uma hora gasta em média 50 watts. Esse sistema não é suficiente para o total abastecimento energético do local em que está instalado, mas colabora, e muito, com a conservação ambiental: casas como a Watt e o Surya poluem 30% menos em relação àquelas que utilizam métodos tradicionais de iluminação. 

Além da pista, outro diferencial é o sistema de água que utiliza a chuva coletada em funis instalados no telhado. Uma demonstração prática de que essa ideia deu certo está no sucesso de público de uma balada organizada em Roterdã: aproximadamente 1,5 mil pessoas compareceram e o evento ganhou destaque naw mídia de todo o mundo. Também em Londres essas festas são cada vez mais frequentadas e o empresário Charalambous já faz arrojados planos: "Em 2010 vou construir uma ilha de festas ambientais na Grécia. Acabou a era em que o ecologicamente correto se resumia a teorias e sermões."



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GESTÃO - Empresários brasileiros planejam com antecedência.

Fonte: Portal PEGN

Entre os empresários brasileiros, 44% admitem que costumam planejar o rumo dos negócios para um período de 1 a 3 anos. Outros 30% dizem que preferem fazer planejamento para o período de 1 ano à frente, segundo pesquisa realizada pela Grant Thornton International. Nos outros países da América Latina pesquisados, a porcentagem de empresários que planeja apenas para o próximo ano é maior do que no Brasil. No México, por exemplo, 73% dos empreendedores e executivos fazem planejamento para menos de 1 ano. Na Argentina este índice é de 71% e, no Chile, 43%. “Os planos de negócios da América Latina são mais curtos em consequência da instabilidade política e econômica que afetou a região por muitos anos”, afirma Hector Pérez, de Grant Thornton do México. “Já no Brasil, com a estabilidade econômica dos últimos anos, os empresários brasileiros passaram a pensar mais no longo prazo”, diz Roberto de Lacerda, sócio da Terco Grant Thornton que atua na área de consultoria. “Quando você pensa em curto prazo, pode perder a visão do que irá acontecer no futuro”, afirma.

Para Monish Chatrath, da Grant Thornton da Índia, não há hora melhor do que agora para os empresários olharem com mais atenção para seu negócio e mudar a estratégia de curto prazo onde for mais necessário. “Enquanto algumas ações de curto prazo precisam ser implementadas para proteger os negócios, um ambiente econômico novo vai surgir e os negócios bem controlados e com estratégias desobstruídas poderão fazer planejamentos para prazos maiores”, diz.

Os consultores da Terco Grant Thornton dão algumas dicas para os empresários que pretendem fazer planejamentos para um prazo maior. Veja:

- Faça testes com diferentes cenários para avaliar o impacto que eventuais mudanças no mercado terão sobre seu negócio;
- Analise os piores cenários e veja quais serão os impactos potenciais no lucro e na perda, nos balanços e no fluxo de caixa;

- Crie planos de contingência que permitam uma maior flexibilidade se as circunstâncias atuais mudarem;

- Examine os pontos fortes dos seus concorrentes e esteja atento sobre como explorar as fraquezas deles;

- Comunique eventuais mudanças à equipe e relacione a remuneração e os incentivos ao sucesso da estratégia para motivar os colaboradores a atuarem de acordo com seus objetivos.


SUSTENTABILIDADE - Setor da construção busca redução das emissões.

Fonte: Portal TERRA

A construção civil precisa criar mecanismos que reduzam as emissões de CO2 em toda a sua cadeia de produção. “Entre as medidas está o uso racional da água, maior eficiência energética e a utilização de materiais com baixa pegada de carbono. Esse tipo de ação vai ajudar a diminuir as emissões de gases de efeito estufa. Precisamos estabelecer uma cultura de sustentabilidade, ir além da certificação e do plantio de árvores”, disse o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon), Sergio Watanabe, durante evento na sede do sindicato.
A afirmação do dirigente foi feita durante o evento Mudanças climáticas e a construção civil, realizado no SindusCon, que contou com a participação de representantes do setor, do secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, do secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, do ambientalista e secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e Biodiversidade, Fábio Feldmann, do economista Sergio Besserman, e da coordenadora-adjunta do Centro de Estudos de Sustentabilidade da FGV, Rachel Biderman, entre outros.
O presidente da Câmara Técnica e Desenvolvimento Sustentável e Governança Metropolitana da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, economista Sergio Besserman, disse que a crise econômica mundial não vai se resolver rapidamente. Para ele, a resolução do problema passa necessariamente pelo estabelecimento do preço da redução das emissões de gases de efeito estufa. “Quanto custa reduzir? Enquanto isso não for feito, não se resolve a estrutura de preços relativos”, disse. “Hoje, a sustentabilidade é o negócio das empresas, não um assunto. As outras questões é que são transversais numa companhia.”
A busca do desenvolvimento sustentável tem levado governos e diversos setores da economia a repensar processos e procedimentos culturais, segundo Besserman. O setor de transporte, por exemplo, vem avaliando como reduzir as emissões sem afetar a mobilidade das pessoas. “Em Amesterdã, na Holanda, as propostas são as de que as pessoas trabalhem em suas casas, reduzindo a necessidade de deslocamento e, conseqüentemente, a queima de combustível”, afirmou. “Isso é precificação.”
A gravata e a energia - Para o economista, a mudança na estrutura de preços relativos vai levar à construção de um novo mundo em que várias questões culturais terão de ser reavaliadas. “O governo japonês, por exemplo, já proibiu o uso da gravata e, com isso, obteve uma redução no consumo de energia em áreas com ar-condicionado.”
O secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano, lembrou aos participantes que a agenda ambiental veio para ficar e vai ficar cada vez mais rigorosa. Lembrou das dificuldades que o segmento enfrentava há alguns anos para entender a questão ambiental e elogiou o avanço do setor refletido no próprio evento realizado pelo SindusCon. “Hoje, você não vende casa, vende meio ambiente”, afirmou, ao se referir aos novos empreendimentos do setor imobiliário na cidade.
O secretário municipal, Eduardo Jorge, lembrou que a crise provocada pelo aquecimento global é estrutural. “Ela vai estar aqui daqui a 40, 50 anos. É uma crise de mudança no modo de vida.” Ressaltou que as nações que lideraram a Revolução Industrial são as mesmas que agora estão trabalhando para sair na frente na revolução verde. O dirigente anunciou mudança no Conselho de Mudanças Climáticas, que hoje é composto apenas por membros do governo. “Ele vai passar a ser integrado também por representantes de instituições da sociedade.”
O ambientalista Fábio Feldman afirmou que a questão relativa às mudanças climáticas não é mais um tema dos ambientalistas, mas da economia real. “Temos de diminuir as emissões de gases de efeito estufa e substituir o petróleo por outra fonte”, afirmou.
07/05/09

07 maio 2009

TECNOLOGIA - As cinco funções do TwitterFonte: HSM Online.

Fonte: HSM Management, Adriana Salles Gomes (editora da revista)


Veja quais são, no mínimo, as utilidades desta ferramenta, que rapidamente se populariza e ganha espaço na internet.


Com o boom de popularidade do Twitter, na esteira da entrada da Oprah no microblog nos States e da reportagem do Fantástico no Brasil, elevou-se também a rejeição à ferramenta, dos que a acusam de inútil a um ralo de tempo com superpoder de sucção e entupido pelo excesso de informações. E, no meio do tiroteio, uma pergunta não cala: o Twitter serve para alguma coisa? Se sim, para quê?
Venho utilizando o Twitter desde o final do ano passado e queria me arriscar a falar de cinco funções mais universais, e bem definidas, que encontrei ali e que fizeram com que me apegasse a ele:

1) Sentido instantâneo de comunidade.
2) Manifestação (e observação) da individualidade.
3) Comunicação rápida e eficaz.
4) Laboratório.
5) Fonte potencialmente valiosa de informações e aprendizado.

Depois do jump, a explicação.

1) Sentido instantâneo de comunidade. 
Em todas as outras redes sociais, as atividades precisam de um mínimo de organização, fóruns etc. No Twitter, você consegue entrar em alguma ação comunitária facilmente. Hoje, por exemplo, foi twoonday ali, o dia em que todos os avatares deveriam ser substituídos por um cartoon, um personagem alter-ego. Eu fui observando os avatares se transformarem até que entendi –e demorei para fazer a mudança por falta de tempo mas acabei virando a Pinky Dinky Doo por um dia. As retuitadas de posts igualmente “cimentam” esses tijolos comunitários. Outra ferramenta de construção comunitária é a #followFriday, que é quando alguém fica sugerindo pessoas para os outros seguirem, sempre às sextas-feiras. E compartilhar música (geralmente pela dupla Blip.fm e Twitter) também entra nesse item, assim como a torcida pelo meu time do coração, o São Paulo, no jogo da Libertadores (que é o que importa - rsrs), que eu pude estender até a quem estava lá no estádio.

2) Manifestação (e observação) da individualidade. 
Tenho visto mais e mais pessoas buscando a diferenciação (ou exercitando-a) no Twitter –geralmente, na base do humor. Como esse carinha, que diz em sua Bio: Estudante de Direito. Sigo quem me segue, não sigo quem não me segue. Salvo poucas exceções, só leio Direct Messages. Portanto, FOLLOW ME!!!” –embora ele siga mais de 200 neguinhos e tenha só 45 seguidores. Ou todos os exemplos malucos citados pela Robi Carusi nesse post e nesse. Ou os avatares mutantes, que vão se transformando em personagens. Ou os microcontos, exibindo o talento literário de cada um, o que pode ser conferido no tag #140. Pense bem: o Twitter é um palco, ou uma vitrine, como o BBB, mas as pessoas precisam ter algum valor real ali para atrair público, diferentemente do BBB. Rendendo um voyeurismo muito mais de resultados. O Orkut e outras redes sociais também têm essa pegada, claro, mas o Twitter acelera o processo e faz com que se cruzem mais as fronteiras das diferentes comunidades.

3) Comunicação rápida e eficaz. 
Pessoas que possuem meu telefone e meu email têm diversas vezes preferido falar comigo pelo Twitter, tanto em mensagens abertas (que os outros também podem ler) como em mensagens diretas. Fiquei me perguntando por quê, principalmente no caso número 2. Concluí que isso está relacionado com a forma de comunicação do Twitter (mensagens rápidas; o limite de 140 caracteres automaticamente justifica o fato de serem breves) e também com o fato de que as pessoas se sentem mais próximas e conectadas com o outro sabendo que estão todos aninhados sob as asas do Twitter (um pouco como acontece com o Messenger talvez). Como se a resposta a um contato ficasse mais garantida assim.

4) Laboratório (para inovar, inclusive). 
O Twitter é excelente para lançar ideias e ver como as pessoas reagem. Um exemplo bem básico: você quer escrever um post, mas tem dúvida sobre se ele vai interessar? Solta um teaser lá para sentir se repercute. É engraçado perceber como alguns temas têm retorno imediato e outros passam batido. Eu ando numa fase de pôr frases de grandes escritores lá, um tempero de literatura. O Oscar Wilde teve boa resposta, por exemplo, mas o Nelson Rodrigues nada. Se eu fosse uma produtora e estivesse na dúvida entre os dois autores, ou entre os dois estilos, para fazer alguma produção, isso já poderia influenciar a minha decisão. Dá para fazer muito laboratório para valer se você tiver uma boa rede.

5) Fonte de informações e aprendizado. 
Tanto de fontes qualificadas, profissionais (especialistas, empresas, sites noticiosos) como de amigos e de pessoas comuns. O Twitter é uma fonte riquíssima, basta montar um bom mix de following folks!!! Quanto às fontes qualificadas, por exemplo, vou dar o exemplo da área de gestão de empresas: já estão lá os melhores veículos (tipo Wired, Fast Company e nós aqui da HSM) e os maiores especialistas –só não segue quem não quer. É como se você montasse um NetVibes no Twitter, e com mais facilidade. Sobre os amigos, é o jeito mais fácil de compartilhar as pequenas descobertas do dia a dia (um novo aplicativo, uma liquidação de loja) e os follow-ups (saber se o filho da amiga sarou da caxumba) –bem melhor que msn (é bem menos invasivo), e-mail ou blog (duas opções mais demoradas). Poderia ter escrito isso também na parte da comunicação rápida e eficaz, relativo a mensagens abertas.

Sobre as fontes comuns, o Marcelo “Bauducco” Pereira da Silva as definiu bem: “Eu acho o Twitter útil pra entender melhor as pessoas e seus valores. Aquelas mensagens tipo ‘bom dia’ que todo mundo acha levianas. É bem interessante (para) tentar compreender o que leva as pessoas à ação através do comportamento e amenidades”. Leia-se “entender o consumidor:. Sem falar nas reflexões e sacadas das pessoas sobre a vida, que você pode ter o privilégio de compartilhar. Hoje o updater Alexandre Inagaki, outro hard user, retransmitiu o comentário de alguém que disse “as frases pessoais de msn são as novas placas de parachoque de caminhão”. Está coberta de razão a autora da frase, não está?

Fora essas funções, cada um pode encontrar a sua própria.

05 maio 2009

SUSTENTABILIDADE - Aquecedor solar mais barato traz economia e sustentabilidade.

Fonte: Gazeta do Povo.

O criador do equipamento garante que qualquer um consegue construir o aquecedor. A Sociedade do Sol dispõe de monitores espalhados pelo país


Um aquecedor solar até 85% mais barato que os vendidos no mercado, que permite a substituição dos chuveiros elétricos, responsáveis por cerca de 75% dos gastos residenciais com energia elétrica. Quem aponta os custos e as vantagens é o engenheiro eletrônico Augustin Woelz, coordenador da ONG Sociedade do Sol e um dos criadores do Aquecedor Solar de Baixo Custo ou Aquecedor Popular. A iniciativa tem apoio da Rede de Tecnologia Social (RTS), que tem como um de seus mantenedores o Sebrae.
Augustin lembra que o projeto surgiu em 1992, na época da conferência Eco 92, a pedido do Sebrae. “Tínhamos uma empresa que fabricava aquecedores solares e o Sebrae nos propôs que construíssemos um equipamento desse tipo, com baixo custo”, conta.
Dez anos se passaram até que o projeto do aquecedor popular se tornasse realidade. Em 2002, Woelz lançou o equipamento, com o lema de “Um aquecedor solar em cada lar”. O aparelho é construído com tubos de PVC, material mais barato, segundo Augustin.
Para que a idéia de que todos possam ter um aquecedor solar em casa vire realidade, Woelz disponibilizou um manual para construção do aparato no site da Sociedade do Sol.
O criador do equipamento garante que qualquer um consegue construir o aquecedor. Caso isso não aconteça, a Sociedade do Sol dispõe de 20 monitores em São Paulo e outros 50 espalhados pelo Brasil, que podem ir até as residências ajudar na instalação. Os custos dessa instalação variam de R$ 250 a R$ 400.
Francisco Woelz afirma que além da economia que as pessoas terão com o Aquecedor Solar de Baixo Custo, o equipamento constitui um grande aliado para o meio ambiente. “Se todas as residências usassem um aquecedor solar, de qualquer tipo, haveria uma redução na demanda de energia e as termelétricas poderiam ser desligadas, evitando-se danos à ecologia”, estima.
24/04/2009

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