05 outubro 2009

AMBIENTE - 13 anuncios criativos sobre meio ambiente.

Fonte: domescobar.blogspot.com

Bem interessantes essas peças de comunicação que remetem aos problemas do meio ambiente.

Essa campanha foi feita para a World Wildlife Fund. À medida que o papel acaba, o verde da América do Sul também vai embora, simbolizando o impacto ambiental que o uso de simples toalhas de papel é capaz de provocar, além de alertar para outros desperdícios que podem levar às mesmas consequências.

Esse anúncio utiliza o movimento da sombra no cartaz para demonstrar como o aquecimento global levará ao aumento do nível dos oceanos.

A Prolam Y&R, de Santiago, criou um enorme outdoor mostrando refugiados fugindo de uma enchente na Ásia, com dúzias de ar condicionados sobre a superfície do cartaz, que diz a seguinte frase: "O ar que esfria sua casa aquece o mundo".

"Veja quanto monóxido de carbono você deixará de emitir se não dirigir por um dia". Essa é a mensagem que aparece na gigantesca nuvem preta presa ao cano de escape de um carro depois de passar o dia sendo inflada pela fumaça expelida pelo automóvel.

Nesse anúncio, as árvores foram posicionadas para parecer pulmões. A área desmatada é um alerta, e a frase no canto diz: "Antes que seja tarde demais".

Essa campanha traz um slogan que gerou muita controvérsia: "O tsunami matou cem vezes mais que o 11 de Setembro. O planeta é brutalmente poderoso. Respeito-o. Preserve-o". O anúncio foi feito pela DDB Brasil e atribuído ao WWF, que negou qualquer tipo de participação na campanha, chamando-a de "ofensiva e de mau gosto".

A mensagem desse anúncio diz: "Você não pode ser lento em uma emergência. Aja agora pelo planeta".

Diesel, a fabricante italiana de roupas, colocou, no fim de janeiro, propagandas em jornais, revistas e outdoors que traziam modelos posando com roupas da marca em um mundo afetado pelo aquecimento global. Nas fotos acima, você vê o Cristo Redentor coberto de água até os pés e Nova York praticamente submersa.

SAFE é uma instituição de proteção aos animais que faz várias campanhas para expor e questionar a utilização desnecessária deles em experimentos e explorações comerciais. O anúncio acima tem como alvo o uso dos bichos como cachecóis, botas e outros produtos de couro e assim por diante.

"Use a eletricidade com sabedoria". Esse anúncio é da companhia de energia Eskom, da África do Sul.

A campanha feita pela Sukle Advertising & Design, de Denver, tem como objetivo diminuir o desperdício de água. O slogan é: "A grama é burra. Regue dois minutos a menos. Seu gramado não vai notar".

"Pense em quanto isso consome antes comprar". Imagens engraçadas de coisas "gordas" fazem propaganda de um site que permite calcular o consumo de energia desses aparelhos.

"A moda faz mais vítimas do que você pensa". Da Agência O&M, da Índia.

02 outubro 2009

TECNOLOGIA - Campanha de Sony tem até "samba argentino"

Fonte: Meio&Mensagem

Filme viral Soundville testa o som do anunciante "até o limite" em uma pequena e gélida cidade da Islândia, com trilha sonora diversificada.

A parceria Sony e Fallon, que já teve comerciais como Balls e Play-doh, além de uma peça estrelada por Kaká, rendeu mais um fruto. O anunciante transformou por uma semana a pequena e gélida cidade de Seydisfjordur, na Islândia, em um imenso laboratório a céu aberto para testar seu sistema de som, fato retratado no novo comercial viral Soundville, elaborado e dirigido pelo diretor de criação argentino Juan Cabral.

O título do filme é referência a um conceito novo da empresa para sua linha de som, que ressalta a importância de testá-la até o limite.

O comercial mostra cenas bucólicas da pacata cidade localizada diante de motanhas cobertas por gelo, e com uma trilha que contempla diversos ritmos tocados durante aqueles dias, indo desde a música clássica até um improvável samba cantado em espanhol com direito a cavaquinho e cuíca. A peça é assinada com o novo slogan Make.Believe.

O tal "samba argentino" é a canção La Luz, de Fede Cabral (confira seu site), composta especialmente para o comercial. Fede é irmão de Juan Cabral que, após meses de afastamento por questões pessoais, retornou à ativa na Fallon lodrina.

A lista de artistas compreende também Fearless, Mum, Bob Dylan, Toumani Diabate, Roberto Goyeneche, Murcof e Guillemots, dentre outros.

Confira o filme:

01 outubro 2009

O mercado promissor do 3D

Por Guilherme Soares
Fonte: Papo de Empreendedor

Interessante está matéria sobre cinemas 3D, escrita por Rafael Farias Teixeira da seção Papo Empreendedor da Revista PEGN. Eu particularmente não tenho muito apreço pelo cinema 3D, prefiro ainda o modo clássico sem os tais óculos 3D. Mas pelo visto nessa matéria, os números desse negócio demonstram que muita pessoas não concordam com a minha opinião. Leia a matéria abaixo.

No Brasil, a tecnologia foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional, que passou de R$108 milhões em julho de 2008 para R$143 milhões no mesmo período deste ano

O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores que, apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados, o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. Isso mesmo! Os filmes, salas e equipamentos para produzir material 3D estão movimentando a economia – com números que saltam no rosto do espectador.

Segundo matéria da Folha de S. Paulo publicada em setembro deste ano, há em torno de 3 mil cinemas americanos com equipamento para projeção 3D. No Brasil, o número ainda é módico, apenas 75 salas até a data de publicação da reportagem. No país, o cinema 3D foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional — que passou de R$108 milhões para R$143 milhões de julho de 2008 para julho de 2009.

Se os lucros são altos, o gasto para se ter uma sala de cinema 3D também é. A instalação de uma sala normal custa em média R$200 mil, enquanto a 3D, R$500 mil.

E engana-se quem pensa que a técnica ficará restrita apenas às salas de projeção. Atualmente já se pensa em usar o 3D em jogos de vídeo-game e transmissões televisivas. O produtor Jerry Bruckheimer, em entrevista para a revista Galileu de setembro, acredita no incrível potencial do 3D. “Sim, o futuro do negócio do cinema passa pelo 3D”, afirma.

E se levarmos em consideração as empresas que trabalham na manufatura e na criação dos equipamentos para uma projeção desse tipo — a câmera, o filme e o projetor são todos diferentes dos aparelhos usados em uma sessão 2D — podemos colocar mais algumas grandes cifras nessa conta. Não precisa nem dos óculos de lentes coloridas para enxergar que os números só tendem a crescer.

TENDÊNCIAS - 10 tendências na baixa renda

Fonte: Mundo do Marketing

Datafolha e Data Popular apontam 10 tendências na baixa renda
Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras

A Data Popular e Datafolha divulgaram os primeiros resultados da parceria que resultou na ferramenta "Mercados da Maioria", que estuda as classes C, D e E. Motivados por dados que apontam que esse público responde por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado, os dois institutos identificaram dez tendências entre os consumidores de baixa renda.

Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras, inclusive com profissionais que lidam com esse público, como manicure, professores, cobradores de ônibus, ou mesmo antropólogos e economistas. Também foi analisada a cultura popular, através de ditados populares, músicas, novelas e revistas, por exemplo.

10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE R$ 760 BILHÕES

1 – CONSUMO DE INCLUSÃO
Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E

“Agora, eu escolho”

2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA

A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.

“Agora, eu tenho orgulho”

3 – ACESSO E QUALIDADE

Com maior poder de consumo exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que se souberem conjugar a melhor relação custo-benefício será recompensado com sua fidelidade.

“Agora, eu Posso”

4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO

As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.

“Agora, eu sei, faço e aconteço”

5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C

Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã terá mais as características dos jovens da atual baixa renda.

“Agora, tudo é do meu jeito”

6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO

Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas as novas tendências dessa maioria.

“Agora, eu sou mais eu.”

7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA

Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.

“Agora eu não dependo de ninguém”

8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA

As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.

“Agora, eu tenho mais meus amigos.”

9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO

A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda, exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.

“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”

10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO

A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira

“Agora, eu me conecto.”

INTERNET - Qual o tempo de interação dos consumidores com anúncios na internet?

Fonte: marketingdigitalsp.blogspot.com

Uma pesquisa mundial, feita pela Eyeblaster, analisa o tempo de interação dos consumidores com anúncios na internet.

No intuito de analisar o interesse dos internautas por mensagens publicitárias na internet, a Eyeblaster realizou a pesquisa "A Atenção do Consumidor", com amostra isolada de 42 bilhões de interações veiculadas em todo o mundo. O levantamento mensura o grau de interatividade dos internautas com as peças no período compreendido entre setembro de 2008 e março deste ano.

Ele apontou que o consumidor gasta intencionalmente, em média, um minuto por dia na interação com publicidade online. De acordo com os resultados, pela manhã os internautas estão mais abertos a esse tipo de comunicação, sendo que o pico acontece às 9 horas. "Há também evidências de que no horário do almoço as interações são mais duradouras", acrescenta Carlos Medina, diretor geral da Eyeblaster no Brasil. As peças criadas em formato de vídeo são as que mais repercutem, e chegam a conquistar cerca de 70 segundos da atenção do usuário, o dobro do impacto causado pelas peças não munidas dessa ferramenta. Quando isolada a América Latina, os anúncios em geral registram perto de 51 segundos de interação, sendo que os baseados em vídeo acumulam quase 73 segundos, contra 31 dos que não têm.

Na escala de formatos com melhor desempenho, os que contemplam as peças inseridas nos programas de mensagem instantânea ficaram em primeiro lugar, com 83 segundos de atenção, seguidos dos baseados em rich media (73 segundos) e dos banners (59 segundos). As medições foram feitas por meio da métrica Dwell Time, que consegue justamente fazer essa análise de interação e tempo dela. "Podemos saber quanto tempo o mouse ficou sobre o anúncio, qual a duração do vídeo que o internauta iniciou e o tempo gasto pelo usuário com a publicidade", conta Medina.


Índices de Interatividade
Tempo de interação sem vídeo
Tempo de interaçãocom vídeo


Globalmente
37.37 segundos
71.51 segundos

América Latina
31.02 segundos
72.33 segundos

Estados Unidos e Canadá
32.73 segundos
85.16 segundos

Ásia e Pacífico
33.51 segundos
59.94 segundos

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